LENHA NA FOGUEIRA: PALHAÇADA NA ABERTURA DO PALCO GIRATÓRIO 2016 - News Rondônia O sonho de Benedita e Sabonete em se tornar músicos clássicos se transforma num pesadelo ao convidarem para suas apresentações musicais um grupo de músicos que confundem toda partitura que lhes é colocada para executar.

Porto Velho,

Terça-Feira , 06 de Setembro de 2016 - 15:18 - Colaboradores


 


LENHA NA FOGUEIRA: PALHAÇADA NA ABERTURA DO PALCO GIRATÓRIO 2016

O sonho de Benedita e Sabonete em se tornar músicos clássicos se transforma num pesadelo ao convidarem para suas apresentações musicais um grupo de músicos que confundem toda partitura que lhes é colocada para executar.

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Após alguns dias me recuperando de uma gripe forte, volto ao convívio dos caros leitores para confessar minha preocupação com determinadas assessorias de comunicação, que ganham para bem informar a população e o que fazem, é desinformar.


Semana passada a dita assessoria distribuiu material, dizendo que o ponto de ônibus da praça “Getúlio Vargas” ou praça do “Baú” deixaria de funcionar a partir do dia tal.


Esse material veio parar na nossa editoria e quando vi que o texto não estava correto, avisei que não publicaria, e se publicasse daria um “cacete” na pessoa que escreveu. Como o repórter é nosso amigo, comunicamos a ele sobre o equívoco (para não escrever falta de conhecimento da história de cidade). Afinal de contas, o assessor de uma entidade como a prefeitura tem que saber sobre a história dos monumentos históricos/turísticos da cidade.


A praça que o jornalista assessor do atual prefeito de Porto Velho estava querendo se referir, é a praça Rondon. Que ele postou como se fosse praça Getúlio Vargas e ainda por cima a chamou de praça do Baú.


Como escrevi acima, por se tratar de um colega de redação preferi deixar para lá, ou seja, não publiquei nada a respeito de tamanha falta de responsabilidade para com o nosso patrimônio público, porém, ao abrir alguns sites no dia seguinte, lá estava a matéria publicada na íntegra, quer dizer, toda errada, depois assisti o repórter de um canal de televisão local, fingindo que estava ao vivo, lendo na íntegra a dita matéria, toda errada.


Quer dizer, os colegas editores de sites e noticiários de TVs não corrigem nada. Aliás, não leem o que recebem e publicam de qualquer maneira.


E assim as pessoas que já não estão mesmos dispostos a estudar a história da cidade onde vivem, passam a divulgar erradamente o nome dos logradouros públicos.


Com certeza, o chefe desse colega, também sem conhecimento algum da nossa história, autorizou sua distribuição e aí deu a “merda” que está fedendo até agora. A assessoria do atual prefeito está assassinando também a nossa história. É uma pena!


A assessoria de qualquer pessoa, divulga o pensamento do assessorado! Vamos prestar mais atenção. Procurem consultar melhor quando forem distribuir matéria sobre o patrimônio histórico da nossa cidade e do estado.


Para complementar, tentando corrigir:


A parada de ônibus da praça Rondon deixou de funcionar desde ontem 5 de setembro. Vejam bem, o nome da praça é Praça Marechal Rondon.


Como em Porto Velho e no estado de Rondônia qualquer um se autodenomina historiador, quem somos nós para querer contestar um cidadão que ganha razoavelmente bem, para distribuir as matérias do senhor prefeito da nossa capital!


No tempo do prefeito Carlinhos Camurça o professor Lourival Silva ganhava gratificação para corrigir os discursos do prefeito. Carlinhos Camurça que não era muito chegado às letras, teve a hombridade de contratar um especialista em português para não sair por aí falando besteira.


Fato que na atual administração não existe. Qualquer um fala o que quer e do jeito que achar melhor. É a política do meu quinhão primeiro! O resto que se exploda. É o verdadeiro “BAÚ” do desmando.


Bem que eu não queria entrar nesse assunto, para não ficar mal na foto com meu amigo jornalista, porém, como os demais colegas também não estão nem aí para o assunto história dos logradouros públicos de Porto Velho. Tive que dar meu pitaco.


E Viva a história de Porto Velho!


Palhaçada na abertura do Palco Giratório 2016

A abertura do Palco Giratório 2016, literalmente lotou o anfiteatro do Parque da Cidade na noite do último domingo 04, para assistir as palhaçadas do grupo Trampulim de Minas Gerais que apresentou o espetáculo “Manotas Musicais”.

O sonho de Benedita e Sabonete em se tornar músicos clássicos se transforma num pesadelo ao convidarem para suas apresentações musicais um grupo de músicos que confundem toda partitura que lhes é colocada para executar. O que fica evidenciado é que a Banda é composta por três exímios paspalhos. Com a intenção de executar a obra famosa de Heitor Villa Lobos “O Trenzinho Caipira” a dupla Benedita e Sabonete acabam se confundindo pela falta de atenção dos músicos contratado e mal conseguem fazer a introdução do clássico. Assim sendo resolvem ser Maestro e transformam a plateia em Orquestra e então o que se vê, é o público se acabando de rir com as “Manotas Musicais”.

A plateia é dívida parte segue as orientações de Benedita e parte a de Sabonete. Uma fita zebrada separa os dois grupos e os palhaços passam a utilizar a música como ferramenta de jogo. Sob a regência de Sabonete e Benedita o público foi transformado numa grande orquestra e passa a “executar” o repertório que na realidade é recheado de gargalhadas proporcionadas pelas palhaçadas dos maestros e seus músicos, transformando a apresentação em uma “Manota Musical”.

Programação de hoje

A Cia 5 Cabeças apresenta as 20h00 desta terça feira 06, no Teatro 1 do Sesc Esplanada o espetáculo “Cachorros não Sabem Beflar”, uma comédia indicada para a faixa dos 12 anos.

Caio sempre olha para seu relógio que insiste em marcar o mesmo horário: 9 e 15. O problema não são as pilhas: provavelmente está quebrado, ou então se cansou -- o que seria lastimável para um relógio. Adamastor odeia o nome Caio. Cristina não quer morrer virgem e odeia Caio, seu namorado. Caio, que não é o namorado de Cristina, apresenta-se para as pessoas com o nome de Adamastor, pois sabe que assim são capazes de suportá-lo. Adamastor acredita que tartarugas são perigosíssimas. Certa vez perdeu toda sua fortuna para um jabuti. Verônica nunca sabe se está ou se não está nua. Já perdeu vários empregos por causa disso. Alguns porque estava nua -- outros, porque estava vestida. Berenice procura seu cachorro. Ele está sozinho em casa e não sabe abrir pacotes de ração e nem a geladeira. E um detalhe importante: ele não late. De jeito nenhum. Talvez não exista. Não existem cães que não saibam latir. E tartarugas que não saibam blefar. Por isso são excelentes parceiras de pôquer. Já os cachorros não. “Cachorros não sabem blefar”.

Radio Farol vence concurso de samba no Armário

Sábado passado dia 03, a escola de samba Acadêmicos do Armário Grande, promoveu durante feijoada, servida no quintal da Casa da Cultura Ivan Marrocos, a escolha do hino (samba enredo) para o carnaval de 2017.

Baseado no enredo “Armário Grande Viaja no Mundo Cultural de Crenças e Lendas da Região Norte”, os compositores trabalharam suas letras e partiram para a disputa na tarde de sábado. Na realidade, apenas duas parcerias se inscreveram, a comandada pelo Beto Cezar que contava com o Dimarcy e o Qualhada e a do Carlinhos Maracanã formada com a participação do Rafael Saideira, Paulinho Cachaça e Hudinho.

Após sorteio da ordem de apresentação, a parceria do Maracanã subiu ao palco e apresentou seu samba, seguida da parceria do Beto Cezar. O Samba do Beto Cezar era baseado no samba da Portela do Rio de Janeiro “Lendas e Mistérios da Amazônia” que foi adaptado para “Lendas e Mistérios do Norte” e apesar da boa apresentação não convenceu o júri formado pelo Dr. Jackson, Admilson Knigthz, José Moreira, Sílvio Santos e Jorge Macumba que deu maior número de pontuação ao samba da parceria do Carlinhos Maracanã. O pitoresco é que o Carlinhos Maracanã além de ser presidente da escola de samba Unidos da Rádio concorrente direta dos Acadêmicos do Armário Grande no grupo de acesso, é também o autor do enredo da verde e branca que em 2017, vai homenagear o artista João Zoghbi. “Inscrevi o samba no concurso do Armário, porque o Sílvio me ligou quinta-feira passada, dizendo que até aquele momento ninguém tinha solicitado inscrição, então convoquei os meninos lá pra casa e juntos desenvolvemos o samba que terminou por vencer o concurso. Só tenho a agradecer aos jurados e a família Armário Grande”, disse Maracanã.

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Fonte: Zé Katraca

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