Sabado, 17 de Setembro de 2016 - 12:19 (Colaboradores)

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LENHA NA FOGUEIRA: PALCO GIRATÓRIO EM PORTO VELHO E JI-PARANÁ

Numa livre adaptação do romance de Michael Ende, o grupo recria a situação-motivo, ambientada numa pequena ilha inventada. Os quatro habitantes de Pequeno se vêem diante de uma grande novidade: a chegada de um bebê. O espaço é pequeno demais para mais um e todos precisam se entender para tentar resolver esse problema.


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E agora José?


Essa é a pergunta que muitos estão fazendo e ninguém sabe pra quem e ao mesmo tempo é pra todo mundo.


Quero me reportar ao comportamento dos Promotores da Lava Jato em relação ao presidente Lula.


Tem o ditado que diz: “Cautela e caldo de galinha é bom e não faz mal a ninguém”. A falta de cautela ou então, a vontade de se sobressair perante o povo brasileiro através das mídias de comunicação, levou os promotores, ou procuradores da Lava Jato a colocar o presidente Lula como comandante em chefe, de tudo que aconteceu de corrupção que envolve pessoas ligadas ao PT e outros partidos chamados de base, nos governos Dilma e Lula.


Não estamos aqui, dizendo que Lula não tem culpa no cartório. O que estamos querendo dizer, é que as acusações anunciadas espetacularmente e transmitidas por tudo quanto foi mídia brasileira e até internacional, não condiz com a postura da entidade que atualmente é a mais respeitada pelo povo brasileiro. O Ministério Público.


Uma entidade como o MP não pode admitir que seus membros acusem sem estar de posse de documentos que realmente provem que o acusado é culpado, ou documentos que comprovem que o acusado agiu de má fé.


Acho e isso é minha opinião particular, que a ação que colocou em dúvida a honestidade do Lula assim como colocou em dúvida a credibilidade dos que participaram daquela coletiva. Pode prejudicar a Lava Jato como um todo.


Não pensem os senhores, que as ações do Juiz Sergio Moro são respeitadas, por apenas serem executadas por ele e sua equipe ou a equipe da Lava Jato. Só foi pra frente, porque a população brasileira aprovou e ainda aprova.


Porém, se começarem a querer passar ao público fatos que não tem consistência, não tem prova cabal. Fatos apenas supostos; que o povo não vai engolir. “Quer aparecer, pendura uma melancia no pescoço e escreve azeitona”.


Não sou petista, mas, não é por isso que tenho que concordar com acusações levianas. É preciso tomar cuidado quando forem apresentar alguma “tese”. É preciso pesquisar bastante, ou melhor, investigar, ouvir, juntar documentos para então anunciar em entrevista coletiva para o Brasil e o Mundo que o cidadão Lula agiu erradamente ou se utilizou do poder para enriquecer ilicitamente.


Do jeito que anunciaram, deram margem ao próprio Luiz Inácio a vir a público contestar o que num primeiro momento, o transformou no elemento mais perigoso do Brasil em se tratando de falcatruas utilizando recursos públicos.


Agora meus amigos, o pessoal do Movimento Fora Temer tem motivo para reivindicar também a paralisação da Lava Jato. Não sou nenhum vidente, mas, a partir desse episódio, não só o Movimento Fora Temer, todos os demais: Sem Terra, Sem Teto, Sem Moradia, Atingidos por Barragem, os Desempregados e as chamadas Pastorais.


Pelo amor de Deus, não deixem que a população acredite, que a pretensão dos senhores promotores foi apenas aparecer. Procurem sem muito estardalhaço, provar o mais rápido possível que os senhores estão certos.


Vejam que muitas entidades de classe como a OAB, não aprovaram a maneira como foram anunciadas as ações ou as conclusões das suas investigações.


Se fosse no futebol, diríamos que faltou entrar em campo um jogador mais maduro para passar sua experiência aos mais jovens.


A justiça só condena alguém, caso seus acusadores apresentem provas reais, não existe condenação por suposições.


Baseado nas SUPOSIÇÕES dos promotores, eu Juiz dessa Comarca, condeno o Réu a pena de tantos anos de reclusão.


Ta encerrada a Seção!


Palco Giratório em Porto Velho e Ji Paraná

O Sesc/RO comunica, que neste sábado 17, não haverá apresentações pelo projeto Palco Giratório, porém, amanhã domingo dia 18, a programação contará com os espetáculos “João Botão” que será encenado no Teatro Banzeiros localizado a rua José do Patrocínio, 512, em duas seções, a primeira às 16 horas e a segunda às 19 horas, livre para todas as idades.

João Botão

Numa livre adaptação do romance de Michael Ende, o grupo recria a situação-motivo, ambientada numa pequena ilha inventada. Os quatro habitantes de Pequeno se vêem diante de uma grande novidade: a chegada de um bebê. O espaço é pequeno demais para mais um e todos precisam se entender para tentar resolver esse problema. 

Direção e dramaturgia - Fran Teixeira; Produção - Levy Mota e Fabiano Veríssimo; Elenco - Levy Mota (Rei Reinaldo), Ana Luiza Rios (Sra. Hein), Márcio Medeiros (Max), Fabiano Veríssimo (Sr. Gravatinha), Loreta Dialla (Carteiro); Direção musical - Consiglia Latorre; Iluminação - Teatro Máquina; Figurinos - Fran Teixeira; Cenografia - Elaine Nascimento e Fran Teixeira; Arte gráfica - Frederico Teixeira e Levy Mota.

Teatro 1 do Sesc

O segundo programa acontecerá no Teatro 1 do Sesc Esplanada com a CIA Cênica Nau de Ícaros de São Paulo, que vai apresentar o espetáculo de dança, “Tirando os pés do chão” às 20 horas.

Sinopse - A Cia. Cênica Nau de Ícaros alia movimentos da dança ao circo, teatro e vídeo. Neste espetáculo não é diferente. Inspirado no livro Myrna – Não se Pode Amar e Ser Feliz ao Mesmo Tempo, de Nelson Rodrigues, o grupo apresenta ações performáticas, em que o público é incluído não só como observador, mas como mais um colaborador do processo criativo. No enredo, há situações em que o amor é ao mesmo tempo uma experiência atordoante e entorpecente. É um espetáculo liberado para o público com idade acima de 12 anos. Entrada franca.

Ji Paraná

O Sesc encerra neste domingo em Ji Paraná a “Mostra Giratória” com a apresentação do espetáculo “Flor de Macambira” do Grupo Coletivo Ser Tão Teatro. A peça será encenada na praça Dominguinhos às 20 horas.

Livro o Grande Zoológico de Howard Bertrand

O romancista Guy Ableman é apaixonado pela mulher, Vanessa, uma ruiva deslumbrante, contraditória e assustadoramente estressada. O problema é que ele não está menos fascinado pela sedutora sogra, Poppy. Essas duas, que mais parecem irmãs do que mãe e filha constituem uma presença potente que destrói a paz de espírito de Guy, fazendo-o imaginar as histórias mais picantes possíveis, impossibilitando até mesmo que se concentre o bastante para escrever qualquer uma delas.

Não que alguém leia seus livros, de todo modo. Ou que leia coisa alguma. A leitura, teme Guy, acabou. Seu editor, consciente disso, suicidou-se. Seu agente, como todos os agentes, anda sumido. Vanessa, por outro lado, está escrevendo seu próprio romance. Guy não espera que ela o termine, mas se apavora quando pensa no que pode acontecer caso esteja errado.

Fugindo da decepção consigo próprio e do desespero universal, Guy se pergunta se chegou a hora de levar seu amor por Poppy a outro nível. A ficção pode estar morta, mas o desejo, não. E, desse desejo, ele supõe que possa escrever mais um ótimo livro.

Às vezes furioso, outras, triste e vulgar, O Grande Zoológico é um romance sobre o amor — o amor pelas mulheres, pela literatura, pelo riso. E apresenta o nosso divertido Howard Jacobson em seu mais puro brilhantismo.

Sobre o autor

Howard Jacobson é premiado jornalista e escritor. Nascido em Manchester, foi criado em Prestwich e estudou na Stand Grammar School, em Whitefield, e no Downing College, em Cambridge, onde foi aluno de F.R. Leavis. Lecionou durante três anos na Universidade de Sydney, antes de voltar ao Selwyn College, em Cambridge, como professor. Entre seus romances, estão A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize em 2010, e J, finalista do mesmo prêmio em 2014. Vive em Londres.

Fonte: Zé Katraca

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