Quinta-Feira, 13 de Agosto de 2015 - 10:48 (Colaboradores)

JUIZ SÉRGIO MORO, O “ELIOT NESS” BRASILEIRO?

Lenda da vida real, a encarnação da máxima honestidade e implacável no combate ao crime, o eterno herói do melhor seriado policial da História da TV.


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Líder dos 11 incorruptíveis agentes do FBI imortalizados com o apelido de “Os Intocáveis”. O famoso agente federal que prendeu Al Capone e centenas de outros mafiosos nos anos 1930, investigou, matou e encarcerou inúmeros gângsteres, destruiu a velha Máfia, desmantelou o crime organizado, acabou com dezenas de quadrilhas em Chicago e em outras cidades americanas durante e depois da Lei Seca.

Lenda da vida real, a encarnação da máxima honestidade e implacável no combate ao crime, o eterno herói do melhor seriado policial da História da TV.

Eliot Ness é lembrado como o agente federal que levou a quadrilha de “Al Capone” e outros mafiosos a responderem por crimes contra a Administração Pública dos EUA. Foi um dos que iniciou a moderna investigação de delitos, com as escutas telefônicas. Eliot Ness escreveu um livro de memórias intitulado “os intocáveis” que depois foi adaptado para o cinema com Kevin Costner no perfil de Eliot Ness e Robert de Niro no papel de Al Capone.

Desta forma, encontramos certas semelhanças que o identificam com o juiz Sérgio Moro que está a frente da operação “lava-jato”, na seriedade e amor aos mais altos valores morais de uma democracia, àquele tempo e hoje exaltados pelo combate à corrupção.

Mesmo o juiz federal Sérgio Moro, que está à frente das ações penais resultantes da operação Lava Jato, dizer no Rio de Janeiro, não se considerar um “ídolo nacional” estando ele no centro das decisões judiciais do mais rumoroso caso de corrupção do país, nós os brasileiros não cansamos de homenageá-lo, ou até mesmo coroá-lo como Herói. Sérgio Moro tem 42 anos e esteve na cidade do Rio de Janeiro, para participar do “Seminário Nacional sobre Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro”, organizado pela “Esad Cursos”. Esperamos que os nossos heróis não virem, realmente, “ídolos nacionais” pelo cumprimento da lei (isto é o certo), mas que num futuro sejam reconhecidos e lembrados, como personagens que ajudaram a moralizar este país varonil, assim como foi com o nosso querido Joaquim Barbosa.

Pouco se sabe sobre a vida privada de Sergio Moro que, apesar da sua juventude, é um dos três candidatos a ocupar o lugar deixado por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (a máxima autoridade judicial do país) este ano. Casado e com dois filhos, apaixonado por ciclismo, Moro nasceu na cidade paranaense de Maringá, onde estudou direito antes de completar a sua formação na Universidade de Harvard (EUA). Doutor em Direito, juiz desde 1996 e também professor universitário, Moro se especializou em crimes financeiros e cursou um mestrado prático no caso Banestado, um processo judicial desenvolvido entre 2003 e 2007, que levou à condenação de 97 pessoas pelo envio ilegais de divisas ao exterior de vários bancos brasileiros. Um dos condenados foi outro cidadão paranaense chamado Alberto Youssef, doleiro de profissão, transformado hoje um elo crucial no caso da Petrobras.

Existe unanimidade de que o caso Banestado foi o passo final na formação de um juiz “justiceiro”, na opinião de uma fonte policial, que também alcançou alguma reputação acadêmica: seu livro Crimes de Lavagem de Dinheiro (2011) é uma referência nacional na área. Moro colaborou inclusive com a juíza Rosa Weber na fase final do caso mensalão, na época o maior caso de corrupção da história moderna do Brasil. 

Moro foi em uma  livraria para participar do lançamento do livro “Bem-Vindo ao Inferno”, que conta a história de Vana Lopes, vítima do médico Roger Abdelmassih. A obra, de autoria do jornalista Claudio Tognolli, teve prefácio escrito por Moro. No evento, Moro se negou a falar sobre a Lava Jato. “Estou aqui para outro assunto”, disse.

A chegada de Moro era aguardada com ansiedade pelas cerca de 50 pessoas que se aglomeraram em um pequeno espaço da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, e a entrada do juiz ocorreu sob coro de “fora PT” e "Justiça neles". A recepção de apoio a Moro, que também teve hino nacional, entrega de rosas brancas, faixas e cartazes, foi convocada por integrantes dos movimentos “Vem pra Rua”, “Brasil Melhor” e “Acorda Brasil”, que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Questionado por jornalistas, Moro afirmou que não se considera um herói e disse que o trabalho desenvolvido pela Justiça envolve outras pessoas. “Isso é bacana ( o apoio da população ), mas não é um trabalho só meu.”

Nesta Semana, após a segunda prisão do ex Ministro  José Dirceu, O Juiz Federal Sérgio Moro, que conduz todas as ações penais da Operação Lava Jato, afirmou no decreto de prisão de José Dirceu, que a prova do recebimento de propinas pelo ex-ministro-chefe da Casa Civil (Governo Lula) mesmo durante o julgamento do Mensalão ‘reforça os indícios de profissionalismo e habitualidade na prática do crime’. Para o juiz da Lava Jato, a conduta de Dirceu ‘recomenda, mais uma vez, sua prisão para prevenir risco à ordem pública’. (Estadão).

Covardia. É assim que o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, define o sentimento em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, os dois foram covardes no processo do mensalão e repetem a postura ao longo da operação Lava Jato. As informações são do Estado de S.Paulo.

“De que serve toda a covardia que o Lula e a Dilma fizeram na ação penal 470 e estão repetindo na Lava Jato? Agora estamos todos no mesmo saco, eu, o Lula e a Dilma”, afirmou Dirceu em relatos colhidos pela reportagem do Estado. O desabafo teria sido feito a amigos do ex-ministro em reunião que ocorreu na última semana.

Apesar de estar claramente decepcionado com Lula, Dirceu faz questão de destacar duas ressalvas em relação ao ex-presidente. A primeira é que, segundo ele, Lula “não faria nem a defesa de si mesmo”. A segunda é que o ex-presidente não tem qualquer envolvimento com o escândalo do mensalão.

Ainda sobre Lula, Dirceu — um dos maiores aliados políticos do ex-presidente em seu período no Planalto — afirma não crer em uma tentativa de reeleição em 2018. Segundo ele, o principal deve ser “consertar a relação com o PMDB”. O ex-ministro, no entanto, afirma que se Lula desejar de última hora concorrer nas eleições, não haverá força dentro do PT que irá se opor ao fato.

Discreto na relação com a imprensa, o juiz não tem evitado participar de palestras e entrega de prêmios. Moro tem defendido a publicidade de processos que tratam de crimes da administração pública, assim como mudanças no processo penal brasileiro.

Desta feita, resta-nos também Parabenizar ao Exmo. JUIZ SERGIO MORO. Que, com o seu trabalho está voltando a reluzir o “VERDE E LOURO”, desse país. Acendendo a chama do orgulho de ser brasileiro. Mesmo não querendo ser chamado assim, torna-se, assim como Joaquim Barbosa nosso Herói de capa preta, está demonstrando que ser honesto vale a pena. Que o seu exemplo contagie toda nossa nação, principalmente as demais autoridades e homens Públicos. Ser honesto vale a pena. o Brasil acompanha de perto tudo que está sendo apurado e julgado, e temos visto que este Magistrado,  é de um Caráter Ilibado, um Homem de Grande Valor.

Nosso país passa por momentos de carência de valores, e quando surge uma pessoa que arregaça as mangas, e se mostra honesto e competente, e realmente começa a trabalhar, pessoas desonestas buscam todos os meios descaracterizar seus feitos.

Que os que se levantarem contra o Brilhante trabalho do Dr SérgioMoro,nosso Eliot Nesssejam punidos com rigor.Lembro-me sempre que em um  passado não muito distante, o Brilhante Dr Joaquim Barbosa, sofreu ataques e até ameaça de morte, fazendo com que se aposentasse precocemente. Parabéns Dr Sérgio Moro, o Brasil te aplaudecomo HERÓI.

Por: Zecca Paim

Fonte: Zecca Paim

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