Terça-Feira, 07 de Novembro de 2017 - 12:46 (Cidades)

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JARU: JOÃO DA MULETA É DEMITIDO DO QUADRO DE SERVIDORES ESTATUTÁRIO DO MUNICÍPIO

O que pouca gente sabe é que João da Muleta, era servidor público municipal a 27 anos, porém não há registros que ele tenha prestado serviços aquele órgão, nas últimas duas décadas.


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O Prefeito Municipal de Jaru, João Gonçalves Junior, por meio do decreto N.º 10158/GP/2017, publicado no último dia 03, demitiu do quadro de servidores estatutários do Município de Jaru, o servidor público João Batista dos Santos (João da Muleta).

A demissão ocorreu em conformidade ao relatório final expedido pela Comissão Permanente de Processos Administrativo Disciplinar nº 1-923/2017, que mediante as irrefutáveis irregularidades cometidas pelo agente público, sugeriu pela aplicação da referida pena.

O que pouca gente sabe é que João da Muleta, era servidor público municipal há 27 anos, porém não há registros que ele tenha prestado serviços aquele órgão, nas últimas duas décadas.

João da Muleta, ingressou na estrutura pública municipal como agente administrativo em 12/03/1990 durante a gestão do então prefeito Sidney Rodrigues Guerra, período em que exerceu sua função até 1995 quando se afastou para assumir seu primeiro mandato como Deputado Estadual, em 1999 se reelegeu, e em 2003 foi eleito novamente permanecendo na Assembleia Legislativa até o termino de seu 3° mandato, em 2006. Desde então, João da Muleta, não retornou a Prefeitura Municipal, onde  já se passaram seis gestores públicos que supostamente foram coniventes ou inoperantes a esta situação.

A atual gestão ao assumir e identificar a irregularidade, iniciou o Processo Administrativo Disciplinar, que após assegurar ao servidor acusado os princípios constitucionais, com o contraditório e a ampla defesa, concluiu pela demissão.

Nesta segunda feira(06) seu nome deixou de constar na folha de pagamento do município. Em consulta ao Portal da Transparência o ex servidor aparecia como afastado por motivos de saúde.

João da Muleta, atualmente cumpre pena de 8 anos e 4 meses em prisão domiciliar, por participacao em um esquema criminoso revelado pela Policia Federal em 2006 na “Operação Dominó” que desviou cerca de R$ 70 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Fonte: 010 - jaru online

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