Sexta-Feira, 06 de Outubro de 2017 - 18:24 (Direito do Consumidor)

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IPEM FISCALIZA EM PORTO VELHO PRODUTOS DE USO INFANTIL NA OPERAÇÃO ESPECIAL DIA DAS CRIANÇAS

Foram fiscalizados carrinhos para transporte de crianças, berços, brinquedos e dispositivos de retenção de crianças – conhecidos como cadeirinhas para o transporte de crianças em veículos.


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Na manhã desta sexta-feira (6), seguindo o cronograma nacional de fiscalização do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), os metrologistas do Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem-RO) foram a campo para fiscalizar produtos de uso infantil orientados pelo órgão nacional, passando por três lojas da capital.

Foram fiscalizados carrinhos para transporte de crianças, berços, brinquedos e dispositivos de retenção de crianças – conhecidos como cadeirinhas para o transporte de crianças em veículos. A prioridade observada é o selo de certificação do Inmetro, que deve conter nos produtos, garantindo que estão dentro dos padrões de segurança e qualidade.

Segundo Edvania Benício, metrologista do Ipem-RO, alguns produtos, como o berço (que foi inserido na lista do Inmetro há pouco tempo), ainda estão em prazo de adequação. A partir da data de publicação dos decretos que inserem o produto na lista do Inmetro, fabricantes e lojistas devem ficar atentos.

“Os prazos são estipulados pelo Inmetro através de decretos, e determinam períodos diferentes tanto para o fabricante, quanto para o lojista. Às vezes, o prazo para que o fabricante se adeque com as normas de certificação já até expirou, mas ainda há prazo para que o lojista continue comercializando o que ainda há no estoque dentro, desde que obedeça a data máxima”, explica a metrologista.

Em berços, carrinhos para crianças e cadeirinhas, Edvania orienta que é primordial que o consumidor observe o selo do Inmetro, e pergunte ao vendedor onde está localizado. Já nos brinquedos, além do selo de certificação, é preciso considerar a especificação de faixa etária para a qual o brinquedo é indicado. “É uma questão de segurança, porque há brinquedos que tem peças pequenas, e se por acaso forem entregues a uma criança menor que a idade indicada, pode acontecer algum incidente. Então é melhor prevenir. O nosso trabalho é fiscalizar para que esses produtos estejam em conformidade”, finalizou.

Fonte: 010 - SECOM/GOV-RO

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