HISTÓRIA DA EXCITAÇÃO HUMANA: COORDENADAS ANGULARES – Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia Seres humanos são atraídos para viverem em áreas de conforto na geração de padrões cognitivos que possam facilmente acomodar o pensamento humano e facilitar o intercâmbio de energia

Porto Velho,

Terça-Feira , 29 de Novembro de 2016 - 08:44 - Colaboradores


 


HISTÓRIA DA EXCITAÇÃO HUMANA: COORDENADAS ANGULARES – Por Max Diniz Cruzeiro

Seres humanos são atraídos para viverem em áreas de conforto na geração de padrões cognitivos que possam facilmente acomodar o pensamento humano e facilitar o intercâmbio de energia

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Seres humanos são atraídos para viverem em áreas de conforto na geração de padrões cognitivos que possam facilmente acomodar o pensamento humano e facilitar o intercâmbio de energia, e assim, reduzir o desgaste provocado pela ocupação da máquina humana.

Buscamos ordenar o espaço tridimensional para facilitar a orientação sobre os desdobramentos mecânicos do comportamento humano, a fim de nos prendermos mais facilmente a tudo que possa maximizar um prazer que estabelecido dentro de um padrão tenderá a ser recorrido todas as vezes que o despertar da nossa excitação irá desejar reabrir a sensação do objeto da recordação.

Ordenar, portanto, colabora para gerenciar um espaço tridimensional, que reproduzido internamente tem a vocação para ser uma cópia, transcrição em miniatura do plano real que está em nossa volta.

Porém, para haver gerenciamento necessariamente deve-se construir a partir de elementos fixados, a geração de dados que apreendidos, podem servir de elementos, para serem usados como componentes de uma metacognição capaz de construir uma linguagem que se comunica entre órgãos, e ao mesmo tempo de moldar o comportamento humano através de afetações que gerem transformações motoras e sensoriais.

Então um simples ponto é um dado constituído para representar uma informação unitária. Um nó em que a significação permite fixar um valor que possa ser utilizado dentro de uma métrica de diferenciais que representam gradações do conhecimento humano.

Mas para se compreender a métrica, primeiramente há necessidade de se incorporar o conceito de deslocamento. E uma pergunta filosófica passa a transmitir algo que não se sabe, o que verdadeiramente se transmite quando um ponto fixado se movimenta? O que a métrica diz verdadeiramente do objeto?

Sendo um objeto uma singularidade, ele pode ser concebido como um ponto, na comparação com o espaço tridimensional. Mas o que este ponto tem a dizer quando se desloca? O que diz uma métrica como construção da verdade sobre este ponto?

Então o deslocamento é o conceito substituto para se idealizar como um corpo é capaz de transladar-se sobre o espaço, variando o seu georreferenciamento entre localidades distintas, vistas como translinearização de dois momentos de ordem singular.

Mas como algo pode ser concebido inerte no espaço se tudo se encontra em movimento? E algo servir de métrica para dizer a posição de algo que se desloca indefinidamente no espaço?

Então o homem para resolver o problema da dinâmica que o envolve, estatiza tudo, na forma de um padrão estacionário. E para resolver o problema do deslocamento, passa a demarcar um ponto fixo em que é o marco central de onde parte todos os deslocamentos no espaço, dentro de um ambiente mensurado e a transloucar deste eixo imaginário para o ponto de destino, quantas unidades-objetos, na forma de preenchimento de corpos, o movimento gerado se distancia deste marco central.

O padrão da métrica passa a perceber todos os deslocamentos como unitários transcritos sobre uma medida padrão no qual todos podem perceber o movimento através de uma inscrição de um movimento que é concebido como uma inscrição temporal padrão e uniforme.

Uma coordenada é o marco inicial onde é possível dizer uma perspectiva de um objeto que está transitando no universo.

Porém nosso padrão de representação permite delimitar este espaço quando outras dimensões são canalizadas para fixar o ponto dentro de um existencialismo relativo para estruturar a construção e posicionamento deste objeto em um eixo de referência, havendo necessidade de fixação temporária em torno de eixos do objeto observado.

Duas coordenadas dentro da representação padrão permite verificar o cruzamento perpendicular de dois segmentos que se encontram 90º um plano em relação a outro. Porém este efeito-fenômeno é algo completamente raro. É uma percepção minimal de um contexto muito mais elevado do que aparenta.

Mas a concepção matemática do cruzamento perpendicular dos eixos em que se forma o marco zero é uma padronização de meios em que seja possível estatizar o dinâmico sobre um aspecto que é facilmente identificável e reconhecido. Porém eixos não perpendiculares podem se dobrar para gerar um ambiente padronizado perpendicular a fim de melhor orientar a percepção humana a fim de dizer facilmente através de uma identificação padrão o que está acontecendo com o fenômeno observado.

É correto afirmar que o cruzamento de dois eixos obedece infinitas combinações angulares que se encaixam num eixo que simula tocar os eixos de zero à trezentos e sessenta graus de ação, dentro de uma noção de limites. Onde os pontos plotados nestes segmentos seguem os padrões angulares de seus planos geométricos.

Infinitos eixos-planos em que seja possível fusionar o objeto ao real para ser representado estaticamente dentro da dinâmica universal, ao formar sua inscrição como ponto dentro de eixos coordenados, insere-se dentro de uma inscrição angular pareada, onde de duas a duas coordenadas implicam uma componente angular no qual é possível projetar parte do objeto dentro do universo conhecido, onde o todo representa a resultante das combinações angulares.

Então há que pensar que existe uma dimensão onde o marco zero se situa para infinitas combinações de eixos e que seja possível observar o fenômeno de deslocamento, a fim de posicionar o objeto dentro do contexto constituído.

Onde as dimensões que se formam o objeto submergem em uma única dimensão, como a um espelhamento de um rio, em efeito cinético, onde é possível catalogar a métrica como elemento de georreferenciamento da coisa observada. Que para ser integral é preciso canalizar todas as perspectivas, como se fossem faces que se permutam para representar algo que diz sobre o mesmo fenômeno.

Não espere encontrar dentro deste conteúdo sobre o marco zero todos os eixos se interceptando num único nó central. E sim, na forma de nós que estão multifacetados, a incorporar um sinal que a compreensão permite observar o fenômeno a partir da combinação aos pares dos eixos que integram o fenômeno.

Onde a integração de todos os ângulos pareados, irá ditar a congruência das forças de um modelo para onde a mensuração do deslocamento deva convergir para a construção do objeto-ponto em seu lugar de inscrição no espaço.

Assim, um cristal de 5 faces tem em sua ponta a junção de uma combinação de cinco elementos distribuídos dois a dois (aos pares) para dar as variações angulares em que o objeto passa a se distanciar dos seus marcos zero, ou marcos de quando a observação começou a ser mensurada.

Enganam-se os indivíduos que pensam que não exista representação plana para um fenômeno da ordem superior a 3-dimensões. O tempo todo a geometria dos objetos que encontramos na natureza e artificialmente produzidos pelo homem denotam que um único ponto pode ser originário de diferentes sedimentações de planos-dimensionais que ao interceptarem faz florescer composições complexas.

Sob esta concepção a mente humana trabalha em K-dimensões, quando o pensamento é construído para aglutinar energia que se desloca por diferentes eixos, e ao constituir uma trama cinética é capaz de se modular para construir a conexão com a dimensão-base desejada.

Essa energia que é condensada se projeta para frente e para trás, porém sempre adirecional, adentrando em dimensões, e ora, recorrendo a consulta em outras dimensões, vistas na forma de diferentes perspectivas para um mesmo fenômeno.

Uma componente cognitiva ao ser projetada se distancia da sua linha de produção alcançando na forma de infiltração em outros meios, ou órgãos, em incidentes de atrito e resistência que formam os movimentos através da mecânica motora ou psíquica. Essa infiltração cria uma deformação da coisa elaborada, que a natureza humana permite identificar diferentes experimentações sobre a mesma coisa perceptiva que podem surtir o efeito de aprimoramento ou não da identidade gerada. A deformidade da força é utilizada como uma métrica que permite o refino da ação quando requerida.

A canalização angular dos vórtices de energia obedece às leis de conservação das estruturas, no qual a percepção de pontos de fuga, são suficientes para a geração de deformidade que afetará a porção modular de um modelo neural.

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Fonte: Max Diniz Cruzeiro

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