HISTÓRIA DA EXCITAÇÃO CEREBRAL: O SOCIAL PSICOLÓGICO – Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia Os seres humanos preferem trabalhar dentro de níveis padronizados de excitação. Por esta razão se constrói um vínculo social a partir de fatores de interação que são possíveis mensurar dentro de um agrupamento humano.

Porto Velho,

Quinta-Feira , 10 de Novembro de 2016 - 11:38 - Colaboradores


 


HISTÓRIA DA EXCITAÇÃO CEREBRAL: O SOCIAL PSICOLÓGICO – Por Max Diniz Cruzeiro

Os seres humanos preferem trabalhar dentro de níveis padronizados de excitação. Por esta razão se constrói um vínculo social a partir de fatores de interação que são possíveis mensurar dentro de um agrupamento humano.

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Os seres humanos preferem trabalhar dentro de níveis padronizados de excitação. Por esta razão se constrói um vínculo social a partir de fatores de interação que são possíveis mensurar dentro de um agrupamento humano.

A inserção do indivíduo dentro de um agrupamento permite que seja gestado uma memória coletiva de trabalho, sendo a maioria dos habitantes deste planeta tendo uma maior aptidão em coligarem ações voltadas para o comportamento humano.

O nível mais básico que é o do comportamento, os fatores que geram a subjetividade ficam evidenciados na forma de comutação de raciocínios e fundamentos racionais visualizados por uma tentativa de explicar o fenômeno de comportamento social.

Assim os indivíduos passam a se preocupar em deslocar toda afetação para o rol dos movimentos, a fim de identificar sensorialmente a estrutura simbólica que esteja por trás de um comportamento.

As preocupações ficam dentro de uma esfera de conceituação ambiental (imitação-reação), em que os indivíduos passam a mesclar conceitos abstratos, em torno de uma necessidade de expansão do fenômeno de comunicação.

Assim, estilos são criados a fim de identificar uma afinidade que os indivíduos possuem com os comportamentos considerados mais nobres dentro de um contexto social.

Por outro lado alguns pensamentos são considerados antiestéticos, e quase sempre são transloucados para áreas reservadas longe do alcance e do interesse coletivo, a fim de que o indivíduo possa se preservar como estrutura pessoal.

Os comportamentos que elevam potencialmente a probabilidade de insucesso, angústia, sofrimento, isolamento e condicionantes negativos para a gestão da vida, são classificados como subversivos, e quando observados no rol de desenvolvimento laboral dos indivíduos, o regramento social, por meio do vínculo moral, solidifica uma estrutura reativa de forma a coibir que o núcleo do pensamento siga em frente para subscrever na ação todo o agrupamento, razão em que os indivíduos que carregam tais conceitos são colocados quase sempre à margem da interação social.

O segundo nível do social psicológico (apreensão-racionalização) é um processo de composição de cenários, em que os indivíduos se prendem à fatos e contextos históricos, e sobre eles começam a tecer suas relações de forma conjugada com o mundo ao qual esteja interagindo.

Neste contexto os indivíduos se inserem em modelos racionais que dotados de empirismo seja possível observar o condicionamento de boas e más práticas de comportamento social.

O alicerce para este tipo de estrutura social é o saber humano. E a cada novo progresso civilizatório, novas formas de interações são aprovadas para que os indivíduos possam exercer seus papeis socializantes.

Existe uma tendência neste nível de normatização das relações, em que os movimentos são expressões de conceitos que foram observados histologicamente.

Os pensamentos são moldados por guias que tiveram suas práticas consagradas em seu tempo. Verdadeiros arquétipos de expressão dos sentimentos, da racionalidade e da incorporação do saber.

A repetição será sempre bem-vinda quando a prática assim indicar um elo racional que substancie o indivíduo dentro do teor de afetação que o irá determinar o seu modo e operação do agir.

O padrão pode ou não ser estabelecido dentro deste modelo, o que vai depender a permanência do indivíduo dentro do padrão é sua propensão de encontrar a satisfação e sua realização.

O terceiro nível social psicológico parte de um princípio de universalização do entendimento (racionalização-supraconsciência), os indivíduos se substanciam subjetivamente pela incorporação de práticas, que simbolizam e significam laços que possam ser gerados a partir de um contexto generalizado que sacramenta uma boa prática. Este nível está além da moral e da ética do agrupamento, e se guia por uma expectativa de um valor de base holística baseado em leis físicas, químicas e biológicas que servem a todo o indivíduo, independentemente do agrupamento ao qual ele venha a pertencer. Geralmente os seres que se expressam neste nível não almejam perverter o ambiente, e agem de acordo com uma sintonia de propósito que estabeleça uma harmonia ambiental.

Indivíduos de todos os agrupamentos, interagem entre os três níveis de associação social o que faz com que seu conteúdo psicológico possa permutar e ser canalizado de acordo com o aspecto evolutivo em que suas canalizações sintetizam uma afetação ao se relacionar com o ambiente, consigo mesmo e outros seres. Então há que se pensar que coexistam várias zonas, em que alguns pensamentos são guiados pelos níveis mais básicos de interação e outros por níveis mais elevados.

Onde geralmente existe uma relação direta de desenvolvimento psíquico do indivíduo, para aqueles tópicos em que o indivíduo praticou com uma maior intensidade e profundidade em escala evolutiva ascendente, quando o fator de experimentação social assim indicar a repetição consciente de prática que tenha sido consagrada por meio dos aspectos que foram vinculados no decorrer do ciclo-vida de uma pessoa. O psiquismo é uma estrutura altamente plástica, quando um indivíduo evolui num sentido nada pode se afirmar de sua manutenção evolutiva, sua continuidade, da existência ou não de uma alavanca para outros agrupamentos conceituais e sobre a transitividade da ação. Tudo vai depender da propensão do indivíduo em realçar suas estruturas neurais no sentido de mensuração de uma ação.

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Fonte: Max Diniz Cruzeiro

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