“GOVERNO DA COOPERAÇÃO” NÃO TEM PLANO CONTRA ENCHENTES DOS RIOS RONDONIENSES - News Rondônia No lado boliviano, igualmente, ‘os estragos são bem mais visíveis por se tratar de regiões de chacos e relevos oscilatórios, tudo por causa da mudança de canal, uma vez que é dos santuários do Beni, Madre de Dios e Mamoré, já que por é onde tudo começa até chegar a todo vale do rio Madeira’.

Porto Velho,

Terça-Feira , 11 de Fevereiro de 2014 - 14:43 - Colaboradores


 


“GOVERNO DA COOPERAÇÃO” NÃO TEM PLANO CONTRA ENCHENTES DOS RIOS RONDONIENSES

No lado boliviano, igualmente, ‘os estragos são bem mais visíveis por se tratar de regiões de chacos e relevos oscilatórios, tudo por causa da mudança de canal, uma vez que é dos santuários do Beni, Madre de Dios e Mamoré, já que por é onde tudo começa até chegar a todo vale do rio Madeira’.

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Segundo alguns geógrafos locais, ‘o mito das grandes enchentes ainda não foi mitigado pelos brasileiros do outro lado da fronteira’. Lá, eles disseram, ‘não sabem ainda que o resultado das intensas chuvas que castigam a Amazônia Boliviana sempre terá conseqüências gravíssimas no lado rondoniense’.

Um deles, que não quis revelar a identidade, afirma que ‘desde dezembro o Brasil e, especificamente, o governo do mandatário Confúcio Aires Moura, deveriam se preparar para dos males, o pior’. Segundo a fonte, ‘o estado rondoniense não tem plano contra enchentes’.

No lado boliviano, igualmente, ‘os estragos são bem mais visíveis por se tratar de regiões de chacos e relevos oscilatórios, tudo por causa da mudança de canal, uma vez que é dos santuários do Beni, Madre de Dios e Mamoré, já que por é onde tudo começa até chegar a todo vale do rio Madeira’.

CHEIA EM RO PERTO DO RECORDE - Este site de notícias, em conversa com uma dupla de geógrafos em trânsito por Cachuela Esperanza, foi informado que ‘a subida do nível os rios rondonienses estão com os minutos contados’.

E afirmam, porém, ‘as elevações nos níveis dos rios irão provocar alagações contínuas e quase todas elas duradouras, vitimizando vilas, vilarejos e distritos tingindo em massa as populações ribeirinhas ao longo do rio Madeira até a localidade de Maici, na divisa do distrito de Calama com a cidade de Humaitá, no sul do Amazonas’.

USINAS DA POLÊMICA - Por outro lado, brasileiros que tem negócios nos dois lados da fronteira [província de Guayaramerín e Guajará-Mirim], instados pela Reportagem deste site, são de opinião que, ‘o problema das cheias dos rios Beni e Mamoré, que descambam no rio Madeira, se agravou desde os anos 2007, ainda no período de estudo e sondagens feitas por Furnas’.

Segundo eles, ‘à época, garimpeiros que atuavam nos limites dos dois países, já sabiam que quaisquer empreendimentos nos leitos dos rios Beni, Mamoré ou do rio Madeira, iriam alterar o ecossistema por causa do assoreamento’.

MÃO AMIGA DE LULA - De acordo com algumas fontes do Serviço Meteorológico e Hidrologia, em Guayaramerín, ‘tudo pode acontecer por causa do agravamento do número de tempestades na região do alto Beni e Madre de Dios’. Em 2007 e 2010, o agravamento da situação por causa das fortes chuvas na faixa Centro-Leste do país, forçou o governo boliviano a decretar o ‘Alerta Vermelho’, levando, inclusive o Brasil a ajudar na desafetação de áreas alagadas, o que contribuiu a evitar uma grande catástrofe no país de Evo Aymará Morales.

GM À DERIVA, OUTRA VEZ - Com o aumento do nível dos rios Mamoré e Guaporé, desde o santuário do Beni, a cidade de Guajará-Mirim, vem sendo sacudida com a ameaça de uma nova enchente. Sinais potenciais de que haverá uma grande alagação já foi dado a partir da inundação do bairro Triangulo e do Porto dos Canoeiros, onde o nível das águas pode ultrapassar o da última grande cheia que atingiu o prédio da Alfândega da 11ª Inspetoria de Receita Federal, além do comércio local.

Como o Palácio Presidente Vargas, a prefeitura local também não tem plano contra enchentes. Desde as duas últimas décadas, a cidade de Guajará-Mirim nem o “Governo da Cooperação” [Confúcio Moura] e não fez qualquer diagnóstico nem apresentou ao Governo Federal ações de prevenção nesse sentido, ‘como prevê Lei Federal que entrou em vigor alguns anos no País.

As enchentes dos rios Mamoré, Guaporé e Madeira, há décadas também causam situações inusitadas e pegam o Governo de calças curtas. Nos últimos três anos, o inverno vem castigando as cidades do entorno dos rios Candeias, Machado e Jamari. Na região central do Estado, Ariquemes, Cacoal e Ji-Paraná subiram no ranking de municípios ‘sem Plano Diretor Contra Enchentes’.

PORTAS ABERTAS - Sobre, o “Governo da Cooperação”, segundo rápida pesquisa junto ao Ministério das Cidades e DNIT e em prefeituras, como Guajará-Mirim, Ariquemes e Ji-Paraná, ‘nunca promoveu diagnóstico nem apresentou aos municípios um plano de ações preventivas contra enchentes, muito menos, ‘Plano Diretor de Águas Pluviais Urbanas e Rurais aos municípios rondonienses’.

Muitos dos distritos da Capital Porto Velho, além das cidades da Região Central [BR-364], do Vale do Jamary e do Cone Sul do Estado, ‘nem têm nem mesmo Defesa Civil constituída, plenamente’. Em caso de uma ameaça de catástrofe, por causa das tempestades, não tem como reconstruir suas cidades’, desabafa um ex-Engenheiro do DNIT, em Guajará-Mirim.

CM NÃO OLHA AO REDOR – Desde que deixou a cidade de Guajará-Mirim, o mandatário rondoniense tem negado apoio pleno aos pleitos do município. Do Governo da Cooperação, nada ou quase nada ‘a prefeitura tem logrado êxito’. Para piorar a situação de quase abandono por parte do Palácio Presidente Vargas, a cidade já não atrai turistas nem empresários, como no passado recente.

V.R LUTA SÓ POR CONVÊNIOS - Parte influente do ‘Governo da Cooperação’, do senador Raupp, ras cidades de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, além dos distritos da Capital Porto Velho, esperam que, pelo menos, ‘sensibilize o mandatário Confúcio Moura a cumprir a Lei Federal 11.445, mais conhecida como Marco Regulatório do Saneamento, e ajude as os municípios afetados pelas enchentes dos rios rondonienses e bolivianos, facilitando a criação, implantação e o funcionamento do Plano Diretor de Drenagem; além de propor soluções entre o Estado e a União a fim de criarem mecanismos para avaliar o resultado de investimentos a serem feitos nas regiões afetadas por enchentes.

XICO NERY é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

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Fonte: XICO NERY

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