Quinta-Feira, 21 de Julho de 2016 - 11:47 (Colaboradores)

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FUNASA VAI À VILA PRINCESA E MORADORES APONTAM PROBLEMAS COM A FALTA DE SANEAMENTO

Em reunião no templo local da Igreja Assembleia de Deus [IEAD] ficou decidido que ‘a Associação de Moradores informaria sobre a situação fundiária e legal da Vila junto aos órgãos e autoridades’, entre os quais, a Prefeitura, INCRA-MDA, secretarias municipais do Meio Ambiente e Serviços Básicos’.


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Vila Princesa, Porto Velho – Na ausência do Município e do Estado, quando o assunto é saneamento básico, a presença da Superintendente da Fundação Nacional de Saúde [FUNASA], a sanitarista Jorilda Alves de Souza Monteiro e equipe da autarquia, no final de semana, puxou para cima a autoestima dos moradores.

A princípio, fora da maioria das tendências voltadas ao futuro da Capital, os moradores ainda convivem sem saneamento e com o e problemas de saúde, além da falta de água tratada 100%, segundo relatos feitos à equipe técnica daquela autarquia.

Em reunião no templo local da Igreja Assembleia de Deus [IEAD] ficou decidido que ‘a Associação de Moradores informaria sobre a situação fundiária e legal da Vila junto aos órgãos e autoridades’, entre os quais, a Prefeitura, INCRA-MDA, secretarias municipais do Meio Ambiente e Serviços Básicos’.

- A questão é que a competência para que algo seja feito, como a construção de um poço artesiano a serviços essenciais na área de saúde, órgãos do Município e do Estado, devem ser consultados, garantiu a Superintendente Jorilda Monteiro.

Aos representantes comunitários, os dirigentes da FUNASA asseguraram todo o apoio possível, além da possibilidade de ‘agirem, conjuntamente com os demais atores que integram o poder público com atuação naquela parte da cidade’, haja vista que ainda não teria uma definição exata de área é urbana ou rural.

O ponto alto da visita da equipe técnica ficou por conta das discussões sobre as instalações do único poço que leva água aos moradores. A princípio, a rede de abastecimento recebeu a garantia de melhorias no tratamento com hipoclorito e na distribuição.

SITUAÇÃO ATUAL – Além da realização de um diagnóstico que pode levar serviços essenciais a fim de que sejam solucionados problemas, entre os quais, ‘esgotos a céu aberto e falta de cobertura universal em urbanização e tratamento de resíduos sólidos’.

Desde a entrada ao seu interior, por exemplo, Vila Princesa apenas uma parte menor tem sistema de ligação de água. A situação mais crítica, segundo o presidente da Associação, Francisco Fontinele, ‘a situação mais crítica é da região das ruas e ocupações que avançam para a BR-364’, que não contou com cobertura de saneamento básico.

Da reunião e da visita protagonizada pela equipe técnica da FUNASA, de acordo com os registros feitos pelo professor Ernanes Pinheiro e o Pastor Pedro Evandro Correia ‘o problema é que o poder público parece ignorar a realidade de nossa gente’. Dos males o pior fica com o lançamento de esgotos e o chorume vindo do lixão.

Segundo o professor Ernandes, ‘isso acaba comprometendo os lençóis freáticos, justamente nos pontos mais críticos da Vila, onde mais de 99% das casas e das famílias não tema informação sobre prevenção às doenças, do descarte de coliformes fecais e ausência de urbanização de sua malha viária’.

XICO NERY – Direto Ao Ponto  

Fonte: XICO NERY

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