Segunda-Feira, 09 de Março de 2015 - 14:25 (Colaboradores)

FRAUDE NO SEGURO DE RONDÔNIA EXIGE DESDOBRAMENTO DE OPERAÇÕES NA AMAZÔNIA

Em uma das denúncias a que responde Braga, o Departamento Jurídico da Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-6, no município de Candeias do Jamari, a 20 quilômetros da Capital Porto Velho, ‘se reporta a ele, na inicial, que a luta sindical, pressupõe-se dará em favor dos associados da entidade’.


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Sul do Amazonas, AMAZÔNIA – Pescadores que tiveram que enfrentar um longo caminho para que fossem contemplados pelo Seguro Defeso no vizinho estado de Rondônia, agora, exigem do ministro da Pesca e Aquicultura, Elder Barbalho [PMDB-PA], uma grande operação para conter parte das federações de Pescadores na Amazônia.

No caso específico da categoria rondoniense, o presidente da Federação dos Pescadores [FEPEARO], Hélio Braga, responde na Justiça Federal ação por crime de retenção de documentos, cobrança ilegal de até R$ 200 para inscrição no Seguro Defeso e fraude de registro de uma falsa pescadora no programa.

Em uma das denúncias a que responde Braga, o Departamento Jurídico da Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-6, no município de Candeias do Jamari, a 20 quilômetros da Capital Porto Velho, ‘se reporta a ele, na inicial, que a luta sindical, pressupõe-se dará em favor dos associados da entidade’.

pseudo-boleto no valor de R$ 200 foi repassado à Superintendência da Pesca, em Rondônia, sob o outro norte não dado por Hélio Braga, a não ser a retenção de documentos, é o bastante para que a Polícia Federal e o Ministério da Pesca ponham fim às fraudes no seguro defeso, não só, em Rondônia, mas em todo o país.

A fraude no Seguro Defeso em Rondônia, de acordo com pescadores ouvidos por este site de notícias, concomitantemente com a retenção das carteiras de pescador pelo presidente da Federação dos Pescadores rondonienses, ‘é preciso que a PF e o MPF investiguem as fraudes na FEPEARO e nas colônias, porque as denúncias se avolumam’.

Disseram também que os verdadeiros pescadores continuar a ver navios em face da falta de informação e escolaridade muito baixa, o que segundo a opinião geral, ‘facilita a ação de presidentes de Colônias e Federações ao lesarem incautos pescadores e quase sempre acobertados pela impunidade e os casos não são apurados, plenamente’.

Afora os estados de Rondônia e Pará, onde os casos mais chocantes ocorreram na ultima década, Sergipe, Piauí e Maranhão, respectivamente, despontam no cenário nacional com os esquemas mais investigados e que surtiram resultados até com indiciamento de agentes públicos, entre os quais, superintendentes estaduais eleitos ao Congresso Nacional.  

Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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