Terça-Feira, 02 de Julho de 2013 - 09:21 (Colaboradores)

FALSOS COOPERADOS DA MINACOOP TENTAM ILUDIR DEPUTADO JOSÉ HERMÍNIO COELHO

Dentre todas as ações cíveis e criminais a que responde o réu Enerly Martini, destaca-se no cenário do Tribunal de Justiça do Estado, o proposto pelo presidente da MINACOOP e cooperados [adimplentes e não investigados pela Polícia Federal], é o de número 0021534-91.2012.8.22.0001, junto à 7ª Vara Cível.


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Porto Velho, Rondônia – Apesar da generalizada incredulidade junto ao Juízo rondoniense e da Polícia Federal, uma claque de supostos cooperados da MINACOOP [Cooperativa de Garimpeiros, Mineração e Agro-florestal] foi recebida, com reserva, nesta segunda-feira, pelo presidente do Poder Legislativo, deputado José Hermínio Coelho [ex-PT e agora, PSD].

No entanto, ‘na realidade o objetivo é o de fragilizar por meio da classe política a legítima diretoria da entidade, bem como a usurpação, pela quarta vez, do mandato do presidente Washington Charles Cordeiro Campos, 65’, afirmou o Assessor Jurídico Lourival Goedert.  

Sob forte vigilância do Judiciário, através da Central de Mandados, por força de interposição de mandados de busca e apreensão, o líder dos insurgentes – todos não cooperados e outros processados por magistrados e pelo ex-Secretário e Chefe da Casa Civil do Governo, Juscelino Moraes do Amaral -, o ex-tesoureiro Enerly Martini, ‘ainda tenta iludir as autoridades na condição de suposto presidente’.

Cumprindo seu dever constitucional, o presidente Hermínio Coelho, recebeu e atendeu a claque liderada pelos insurgentes e teria sido informado sobre algumas falhas técnicas na condução de projetos e decisões governamentais que ainda afetam a organização garimpeira nas últimas três décadas. Inclusive no Governo Oswaldo Pianna.

Em meio a dubiedades, o ex-cooperado [inadimplente desde 2012], Edilton César [O Ceará Doido, conhecido invasor de áreas não liberadas, como a da região de Maruim], confessou que, ‘sem dá origem ao ouro, admitiu desviá-lo a terceiros para vendê-lo a compras não credenciadas pela MINACOOP’, atestam degravações vazadas por integrantes arrependidos após a audiência com Hermínio Coelho.

Já o gaúcho Enerly Martini, na condição de ex-tesoureiro, há dois anos tenta apequenar as ações desenvolvidas junto ao Governo Confúcio e da Presidente Dilma, tudo por causa do rigor fortíssimo empreendido contra os ilegais e invasores das coordenadas e poligonais auferidas pelo DNPM à atual diretoria da MINACOOP por insistir em não manter nos seus quadros ‘ex-cooperados investigados pela Polícia Federal e Ministério Público Federal nas Operações Rio de Ouro e Eldorado’.

Entre as incursões danosas ao Movimento Garimpeiro Rondoniense, perpetradas por ele e outros, segundo a Diretoria de Comunicação e Relações Institucionais da entidade, ‘figuram calúnias, injúrias e difamações a magistrados, entre os quais, Rogério Montai de Lima, da 9ª Vara Cível, em ações impetradas pela advogada Danielle Garcez Bonifácio de Melo Dias’. Além de apropriação ilegal de documentos e bens da entidade.

ROSÁRIO DE CRIMES - O réu Enerly Martini, segundo dados em um dos processos, o de número 0001302-24.2013.8.22.0001 [9ª Vara Cível], além do de número 0004963-88.2012.8.22.0601 [impetrado por Juscelino Moraes do Amaral, na 1ª Vara Criminal], o de número 0015408-77.2012.8.22.0501, impetrado pela juíza Rosemeire Conceição dos Santos Pereira de Souza, 1ª Vara Criminal] e outros, já são de conhecimento público, como o da Associação de Moradores do Bairro Planalto, de número 0003618-10.2013.8.22.0001- este por fraude de Edital, Assembléia Geral Extraordinária e tentativas de usurpação do mandato do líder comunitário Gilberto da Silva].

Dentre todas as ações cíveis e criminais a que responde o réu Enerly Martini, destaca-se no cenário do Tribunal de Justiça do Estado, o proposto pelo presidente da MINACOOP e cooperados [adimplentes e não investigados pela Polícia Federal], é o de número 0021534-91.2012.8.22.0001, junto à 7ª Vara Cível. Ele foi citado pelo Oficial Carlos Alberto Cardoso dos Santos, que o encontrou homiziado em uma área de invasão do Bairro Planalto, depois de mudar de endereços por várias vezes [Avenida Rogério Weber, Rua Nicarágua e Rua Mapinguari, esta no bairro Socialista].

DOSSIÊ A HERMÍNIO – Nesta terça-feira [2], o Chefe do Departamento Jurídico da MINACOOP, advogado Lourival Goedert, fará a entrega à Procuradoria da Assembléia Legislativa – e a cada deputado – um dossiê completo sobre a atuação de cada participante da audiência com o presidente José Hermínio, sobretudo o que diz respeito aos não-cooperados que tenta, sem sucesso, usurpar o mandato do líder, Washington Charles Cordeiro Campos.

Na audiência puxada pela legítima diretoria da MINACOOP, no dia 13 de junho passado, em plenário da ALE-RO, com o mesmo José Hermínio Coelho, diante de representantes da SEDAM, DNPM [AC, RO e Brasília], SEFIN e outros, fez a entrega da documentação relativa às atividades de lavras ao longo do Rio Madeira, Mutum-Paraná e região do distrito de Calama até o limite com Humaitá, no Sul do Amazonas.  Além de projetos e planos de resgate da dignidade de cooperados e da minuta relativa ao Decreto 5.197, de 29 de Julho de 1991, assinado pelo ex-governador Oswaldo Pianna.

Da mesma forma, a diretoria da MINACOOP irá ao Fórum Cível e Criminal fazer novas representações. Na seqüência, o advogado Lourival Goerdert e o presidente Washington Campos, estarão na Procuradoria de Justiça [MPE] e da República, onde farão a ajuntada das supostas denúncias formuladas pelo réu Enerly Martini - e outros - às ações a que já responde a fim de que seja restabelecida a ordem jurídica da atividade mineraria no Estado.

Xico Nery é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

Fonte: Xico Nery

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