Quarta-Feira, 01 de Junho de 2016 - 10:14 (Colaboradores)

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EXCLUSIVO - SEM SAÍDA, PREFEITO RECUA NO AUMENTO DA PASSAGEM DO BUZÃO

Segundo relatos de dentro do gabinete, o prefeito vem sofrendo uma pressão muito grande do Consócio SIM, que já está tendo prejuízos de mais ou menos 600 mil por mês.


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"Gato escaldado tem medo de água fria"

Pressionado por todos os lados e vendo o "sonho" da reeleição ir por água e lama abaixo, o prefeito Mauro Nazif resolveu engavetar, pelo menos por enquanto, o decreto, que já está assinado à quase um mês, mas que só tem validade depois da publicação, do aumento para R$3,00 (três reais) da passagem do transporte coletivo de Porto Velho.

Segundo relatos de dentro do gabinete, o prefeito vem sofrendo uma pressão muito grande do Consócio SIM, que já está tendo prejuízos de mais ou menos  600 mil por mês, e caso ele não libere logo esse aumento, eles podem paralisar o serviço, e mesmo com a liberação do aumento em "somente" R$3,00 eles ainda querem que a prefeitura assuma os outros R$0,45 (quarenta e cinco centavos) que segundo eles, é a tarifa viável para continuar prestando o serviço sem correr risco de tomar prejuízo, e eles ainda querem a isenção total do ISS.

Por outro lado, estudantes de diversos organismos estudantis, ameaçam radicalizar caso o prefeito liberem o aumento. Até vereadores da base aliada aconselharam Mauro a não dar o aumento agora. Segundo eles, Mauro não só enterraria qualquer possibilidade de reeleição, como também levaria junto para o buraco, praticamente todo o grupo de pré candidatos do PSB.

IMPEACHMENT

O prefeito Mauro Nazif também tomou conhecimento sobre um possível pedido de impeachment (mais um) que já estaria pronto por este blogueiro, que espera somente a decretação do aumento da tarifa para poder dar entrada na câmara de vereadores. Segundo a mesma fonte, mais da metade dos vereadores já falam abertamente que se o pedido der mesmo entrada, vão votar pelo afastamento do prefeito, já que está claro que o prefeito vem cometendo crimes de improbidade administrativa reiteradas vezes, principalmente nessa questão do transporte coletivo.


(foto arquivo)

"Ser afastado pela câmara faltando seis meses para o final do mandato e ainda durante um processo de reeleição, é caixão e vela preta." Segundo um dos assessores diretos do prefeito.

Fonte: Carlos Caldeira

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