Quinta-Feira, 20 de Abril de 2017 - 10:06 (Geral)

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ESTUDO TENTA MOSTRAR BAIRROS COM MAIS ROUBOS, ESTUPROS, ARROMBAMENTOS E LATROCÍNIOS DE PORTO VELHO

No que concerne aos diagnósticos não divulgados para publicidade, segundo eles, ‘sobretudo o Estado e a União Federal, não divulgam certas informações sobre a bandidagem na adolescência nem dos crimes atribuídos por juízes em segredo de Justiça’. Mesmo que concluídos, disseram.


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Porto Velho, Rondônia – De acordo com informações de policiais aposentados ligados às entidades de defesa dos direitos dos policiais e de especialistas, esta Capital ainda não tem um diagnóstico sobre quais bairros e as regiões são os mais violentos e com mais mortes.

Na consulta a Acadêmicos da Universidade Federal [UNIR] e a outra de ensino privado, ambos concordaram que as autoridades ‘não têm, oficialmente, nenhum estudo capaz de indicar um ranking mais aproximado dos por quês que a violência tomou conta mais das periferias Leste e Sul de Porto Velho’.

- O Estado e o Município não oferecido alternativas plausíveis para atuarem em conjunto no combate a violência urbana e rural, muito menos entre as forças federais, afirmam os especialistas anônimos por temor a uma suposta retaliação.

No que concerne aos diagnósticos não divulgados para publicidade, segundo eles, ‘sobretudo o Estado e a União Federal, não divulgam certas informações sobre a bandidagem na adolescência nem dos crimes atribuídos por juízes em segredo de Justiça’. Mesmo que concluídos, disseram.

No tocante às universidades, muitas delas fora das grades sociais e científicas, o incentivo aos estudos da violência, muitas vezes, ‘são empurrados para segundo plano’, atestam os pesquisadores. Para eles, ‘é incrível como nem mesmo a distribuição do efetivo é revelado, tampouco comparado ao total de homicídios, latrocínios, estupros, furtos e roubos’.

- O controle da atividade policial, igualmente, não é amplamente divulgada pelos agentes ministeriais bem pelos órgãos de controle interno da força policial ou ministerial, ressaltaram as fontes.

De ofício, ‘policiais militares já chegam aos locais das ocorrências’, muitas vezes, em condições dispares na igualdade de poder de fogo com a bandidagem que atuam nas periferias Sul, Norte e Sul, além das regiões centrais onde a violência é encorpada por arrastões, pequenos, médios e grandes roubos e furtos.

Em parte desses estudos ficaram latentes que, em nenhum dos batalhões com mais registros de ocorrências, ‘atuariam com condições reais de trabalho nem com agentes suficientes no quesito policial por delitos cometidos por bandidos, muitos quais, saídos das cadeias com o, propósito de esvaziá-las’ – como no caso de soltura por indulto natalino e até em situação condicional.

Na lista de áreas, com mais agentes destacados por delitos praticados, a periferia Leste e Sul de Porto Velho seriam os mais violentos segundo vários critérios extra-oficiais e ainda não revelados por cauda de diversos motivos que o poder público alegaria por não conter a escalada da violência, ora urbana, ora rural.

Enfim, os pesquisadores acreditam que as regiões mais inseguras da Capital Porto Velho, que concentrariam as ocorrências de crimes mais violentos, em sua proporcionalidade com outras Capitais, teriam menos policiais militares ou civis atuando para combater esses crimes, inclusive com a participação de adolescentes marginais.

Nas regiões menos violentas, segundo ainda os estudos comentados com este site de notícias, ‘haveria mais policiais do que nas áreas menos atiçada pelo crime organizado na Capital’, como os bairros Olaria, São Cristovão e Pedrinhas, atestaram os estudiosos das universidades instadas.

Fora das regiões centrais, o desequilíbrio dos números apresentados sobre a violência na periferia Sul e Leste comparada ao comportamento atribuído ao crime organizado, ‘é muito alto’. Segundo especialistas, ‘nos bairros  Mariana, Marco Freire, São Francisco, Socialista, Ulysses Guimarães e Airton Sena, há uma grande sobrecarga na atuação dos policiais militares’.

- O que torna o combate a criminalidade ineficiente, porque faltariam mais viaturas, combustíveis e até armamentos mais modernos para que Oe enfrentamento ao crime organizado seja à altura das forças federais, arremataram as fontes acadêmicas.

Na periferia Leste e Sul da Capital Porto Velho, os crimes passaram a ser praticados à luz do dia, com ocorrências de roubos de motocicletas, veículos e até arrombamentos de residências com reféns, com os bandidos levando momentos de desespero aos moradores.

XICO NERY

Fonte: NewsRondônia

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