Segunda-Feira, 06 de Novembro de 2017 - 16:42 (Agronegocios)

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EMATER-RO PROMOVE DIA ESPECIAL NA PISCICULTURA FAMILIAR EM ESPIGÃO DO OESTE

A produção mensal ultrapassa meia tonelada entre as espécies: tambaqui, tilápia, pirarucu e pintado.


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Uma parceria entre Emater-RO, Idaron, e prefeitura de Espigão do Oeste resultou em um Dia Especial sobre Piscicultura na agricultura familiar. O evento foi realizado na propriedade do produtor rural Ailton Evald, morador do km 90 da linha 38, a 88 quilômetros do município de Espigão do Oeste e 16 quilômetros  da sede do distrito de Boa Vista do Pacarana.

A produção mensal ultrapassa meia tonelada entre as espécies: tambaqui, tilápia, pirarucu e pintado.

A região do Território do Rio Machado conta com diversas unidades de produção integrada no projeto de piscicultura e, em 2016 produziu aproximadamente 500 toneladas no ano. Foram cerca de 300 toneladas/ano em Espigão do Oeste, 80 toneladas /ano em Cacoal, 50 toneladas/ano em Pimenta Bueno, 30 toneladas/ano em Ministro Andreazza, 20 toneladas/ano em São Felipe do Oeste e seis toneladas/ano em Parecis.

O produtor Ailton Evald, dono da propriedade onde foi realizado do Dia Especial, atua no ramo da piscicultura há, aproximadamente, 13 anos. Ele, que executa os trabalhando junto à sua família, afirma estar satisfeito com o resultado da produção de pescados em sua propriedade. Com a orientação dos extensionistas da Emater-RO que assistem à região, o produtor conta hoje com vários tanques na propriedade e sua produção mensal ultrapassa meia tonelada mês, entre as espécies: tambaqui, tilápia, pirarucu e pintado.

Segundo os extensionistas, para se obter uma produção rentável e de qualidade, é essencial “adequar a disponibilidade de água da propriedade observando além da quantidade, a qualidade físico-química da água.” Além disso, é preciso avaliar os riscos de contaminação a montante (acima da captação).

O extensionista recomenda ainda que se realize a análise de PH do solo do fundo dos viveiros, numa profundidade entre 10 e 15 cm, para determinação da quantidade necessária de calcário para correção e, quando essa análise não for possível, recomenda-se a aplicação de 100 a 300 gramas/m de calcário, no início da produção, a ser espalhado por todo o fundo e paredes do tanque vazio, ou na superfície. “Quando os solos são corrigidos adequadamente, há um favorecimento na decomposição da matéria orgânica, uma melhora na qualidade da água, tornado o PH mais neutro e aumentando sua alcalinidade dureza”, explica.

Os participantes, piscicultores e interessados na cultura da região, tiveram a oportunidade de assistir palestras e obter orientações dos extensionistas da Emater-RO visando melhorar a produção piscícola na local. Na palestra foram sanadas dúvidas como: a forma física das rações peletizadas e extrusadas, adubação e suas finalidades, e debatidos assuntos sobre as doenças como: perulernaea e tricodinídeos.

Fonte: 010 - SECOM - GOV/RO

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