Quarta-Feira, 19 de Junho de 2013 - 12:03 (Colaboradores)

EM NOME DA EXPRESSÃO, POR EMERSON BARBOSA

Nas manifestações que envolvem o Brasil exigindo do governo um leque de reivindicações, um fato chama a atenção, a hostilidade de “algumas pessoas” perante a TV GLOBO.


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A situação não leva em conta de que é a emissora que manda e o repórter cobre, e faz o seu papel. Expulsar aos gritos o profissional NÃO é digno para os “cidadãos” que estão ali destacando um trabalho que é o de divulgar o evento, e com isso ir além; ganhar o pão de cada de dia.

De informantes da notícia alheia a vítimas de “vândalos”. A repórter, e ex-apresentadora do jornalístico, Rede TV News da (Rede TV!), e atual Band foi uma das vítimas da terça-feira (18), em São Paulo no sexto dia de protestos. Enquanto gravava uma passagem para a Banda destacando justamente a calmaria no local, Rita foi atingida  nos olhos com vinagre jogado por marginal. Quem também viveu um dia de cão foi o jornalista e apresentador, do Profissão Repórter da (TV GLOBO), Caco Barcelos, impedido de gravar com sua equipe o movimento. Ainda assim na noite de terça ele deu um show de profissionalismo. Ainda sem contar com a jornalista da Folha atingida no olho por uma bala de borracha atirada por policial na segunda-feira (17), enquanto cobria a passeata.

Ainda na manifestação de terça-feira, o carro que transmitia o link da Rede Record foi incendiado por meia dúzia de marginais. Esse tipo de gente com certeza não faz parte dos grupos de manifestação, pois manifestação se faz com reivindicações claras e precisas, não quebrando ou danificando bens públicos, cena que tão pouco fará necessário para solucionar nossas dezenas de pedidos ao governo. Não sejamos injustos com A ou B. Agredir um jornalista é o mesmo que arrancar de si o direito de escrever a favor das suas indignações.

Hostilizar um meio de comunicação seja ele [isento ou chapa branca] é o mesmo que calar as vozes do #questionamento, da #interrogação #?. Na democracia tudo é valido bastando atentar-se para os detalhes que podem fazer a diferença.

Fonte: Emerson Barbosa

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