ELEGÂNCIA - Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia A elegância se preocupa com o porte, o posicionamento e a presença do indivíduo perante ao ambiente e outros que estejam em partilha do espaço.

Porto Velho,

Sabado , 08 de Outubro de 2016 - 09:53 - Colaboradores


 


ELEGÂNCIA - Por Max Diniz Cruzeiro

A elegância se preocupa com o porte, o posicionamento e a presença do indivíduo perante ao ambiente e outros que estejam em partilha do espaço.

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Elegância é um estado vibracional onde o sujeito incorpora funções estilísticas de comportamento que são consagradas e reconhecidas pela sociedade como eixos importantes de posicionamento (“postura”) que representam conceitos considerados essenciais para o sucesso de um indivíduo.

Ela pressupõe que o sujeito anexou procedimentos de boas práticas que passa a incorporar ou integrar conceitos e adjetivos junto ao seu corpo, na visualização de escolhas de como a apresentação deste corpo se distingue de outros seres ao impregnar uma lógica de afetação que diz contextos sociais do que o indivíduo se propõe a representar como ícone ou símbolo de um ou mais contextos sociais.

A elegância se preocupa com o porte, o posicionamento e a presença do indivíduo perante ao ambiente e outros que estejam em partilha do espaço. Ela apresenta um certo ar de sofisticação e refino, que molda a percepção para uma acurácia de quem observa o indivíduo no ambiente.

Muitas vezes confundida como estrutura de realce, a elegância serve de fato ao propósito de informar ao estabelecer um nexo de como o sujeito reflete os seus pensamentos em que parte do seu contexto social passa a ser percebido como um convite para o estabelecimento de outros laços que estejam em sintonia com o conceito conectado.

O estilo é essencial dentro deste processo uma vez que ele incorpora a essência do segmento que se deseja representar.

Os valores são passados na forma como o sujeito se interage com sua postura e vestimenta a fim de dizer qual o grau de vinculação que sua identidade é capaz de se relacionar com aquilo que ele representa.

Embora a elegância esteja condicionada a visualização de status, ela está inserida em todas as classes sociais. Que vai desde os mais humildes até os mais abonados de recursos financeiros. É um conceito que transborda a classe social.

Os efeitos simbólicos são transladados para o ambiente a fim da construção de uma personificação que diz tudo sobre o sujeito e facilita através de códigos dispostos pelo corpo como deve ser o princípio de comunicação que deva ser abordado ao longo do processo de comunicação.

Elegância pressupõe uma caracterização como a um personagem que se inscreve em um enredo, do ponto de vista de constituição de uma história, que propaga perspectivas de um indivíduo dispostas em um padrão de comportamento que se consente exercer como paradigma existencial.

Os aspectos higiênicos assessórios ao contexto da elegância representam o quão bem-disposto está o sujeito perante ao seu condicionamento corpóreo em que indícios de respeito a si mesmo e coletivo indicam a estrutura de relacionamento que se pretende gerenciar a si mesmo e em relação a outros que permutam o mesmo espaçamento ambiental.

A elegância é capaz de moldar os movimentos a fim de que princípios de suavidade no trato entre as pessoas, sem se afetar com exagero, possa criar uma identidade de respeito mútuo, de economicidade, de conformidade ou aptidão no qual o sujeito passa a perceber uma melhora substancial em sua qualidade de vida.

Ela está também calcada no controle, frequência e sonoridade da voz em que a pronúncia visa meramente informar sem deslocar por afetação negativa ao ambiente com o distúrbio da voz. Em que o princípio está em permanecer o equilíbrio do ambiente mesmo com o fenômeno de comunicação estando corrente.

Está no controle dos movimentos que também refletem sobre o caminhar onde o indivíduo instala uma sequência de inflexões motoras que ditam um ritmo para o deslocamento ou estado de inércia.

Está também inserido no comportamento que leva as melhores práticas no sentido de ingestão de alimentos, a fim de que a forma, postura e posicionamento possam ditar sequências harmônicas de interação consigo mesmo e com os demais localizados em um ambiente para a refeição.

É um condicionamento que se refina no trato com outras pessoas, de forma a buscar o sentido umami do comportamento para que a harmonia possa sempre estar em gerenciamento e fazer fluir uma elevação social a cada novo desdobramento de consciência que se exige uma proposição social.

Como também se insere a uma postura no trânsito em que um comportamento solidário abastece o sujeito para uma partilha em que o conflito não esteja presente.

Está na entonação doce do canto, quando além de informar é o cantor habilidoso o suficiente para mesclar conceitos universais sobre a melodia a fim de agraciar o seu público com elementos fonéticos novos que contribuem para a apreciação musical.

Está inserido na prática da gentileza, na incorporação do belo, na leveza com que se adere ao ambiente, em que se busca sempre substanciar porções de entendimento. Em elementos sólidos que cristalizam e solidificam os elos e laços entre os seres.

É uma qualidade e um refino que depura o indivíduo para correspondências cada vez mais sutis para incorporar uma leveza e paz de espírito que harmoniza o indivíduo e também o ambiente. Vista no saber e expressão de quem consegue chegar a uma maestria do comportamento social. Em que o sujeito sereno e tranquilo é capaz de pacificar seu destino ampliando sua expectativa de vida. É um repercutir constante com suavidade, que incorpora ao sujeito e outros que com ele o espaço é de constante interação.

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Fonte: Max Diniz Cruzeiro

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