Domingo, 08 de Setembro de 2013 - 18:06 (Colaboradores)

DO BRASIL AO PERU, DA CULTURA À CURA

O AMAZÔNIDA mostra o Peru por detrás das ruínas. Depoimentos e histórias de um povo lendário que faz do país uma potência pronta para avançar economicamente. A reportagem é de Emerson Barbosa.


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A cultura Inca é mesmo fascinante e com ela está o povo peruano, ordeiro que não perde a oportunidade de exaltar o também povo brasileiro. Desta forma é o (Perú) uma nação destacada na América Latina  fronteiriço ao Brasil. Com uma população de 28 milhões e na sua maioria de origem multiétnica o país está em pleno desenvolvimento, porém como qualquer outro da América do Sul carrega um grau de pobreza em torno de 34% por habitante, englobando a nobreza onde duelam ricos e pobres.

Na agenda do viajante frugal: O AMAZÔNIDA mostra o Peru por detrás das ruínas. Depoimentos e histórias de um povo lendário que faz do país uma potência pronta para avançar economicamente. A reportagem é de Emerson Barbosa. O ex-empresário da área de informática, Gregory Acosta Nather Matteuccide 26 anos cansou da agitação de São Paulo.

Desta forma que no terminal rodoviário de Rio Branco no dia 14 de agosto encostado a uma mureta o paulistano se juntou a mim e ao jornalista acreano, Wanglézio Braga, e ainda disparou sorrindo, “Quero fazer a trilha Cusco Rio Branco a pé”, desafiou.

Passaporte, e cédulas de identidade (RG) em mãos, até então tudo garante um embarque perfeito. Por volta das duas da tarde começa nossa viagem que de Rio Branco a Cuzco será feita em 20 horas. A empresa Movil Tours realiza o transporte do Brasil pelo Terminal Rodoviário da capital acreana a Cusco. O valor é de R$ 158. Em terras peruanas o cenário é outro, e vai com o passar adquirindo as formas andinas, a começar pela temperatura que despenca literalmente.  Da simples blusa usada no Brasil a manga comprida de lã.

Em Porto Maldonado (Peru) uma breve parada para conexão. É neste momento que ela se apresenta, desfilando lá do início do ônibus com seu uniforme vermelho bem forte caminha em meio aos passageiros, á apelidamos de (bonita), carregada com os traços da mulher peruana trás no semblante a seriedade no trato as pessoas.

Antes de seguir viagem para o Peru realizei uma verdadeira varredura em busca de entender e está a pá de toda a situação envolvendo os locais por onde iríamos estar. Clima, a altitude, e o que poderia nos ocorrer com relação a isso. Particularmente durante a estadia no país não senti o mal do “soroche”, apenas, e com razão certa pressão na cabeça e um pouco de dificuldade em respirar, mas nada que um descanso e um remédio que você encontra em qualquer fármacia (botica) não solucione o problema.

Chegada a Cusco

Desembarque no terminal rodoviário de Cusco

Do calor de quase 38 ºc que normalmente faz na região Norte em especial Porto Velho para uma temperatura de 3 ºC e muitas vezes abaixo de zero. Para um rondoniense é impossível não sentir essa mudança climática. Bagagens em mãos é hora de sentir a pressão dos comerciantes em busca de atrair o cliente aos milhares de hotéis e casas de apoio, e tudo é na base do grito que sai a negociação, vence quem oferecer a menor oferta.

E nesse momento vale pesquisar. A mãe da dona do hotel é quem faz o tramite em busca de hospedes no terminal rodoviário para o estabelecimento da filha. É neste endereço que fica o que nem de longe se imagina ter um hotel ai dentro.

Em quatro dias que passamos em Cuzco desembolsamos 200 Nuevos Soles algo em torno de (R$168,00), uma pechincha.

A riqueza dos Andes e a pobreza de quem vive nas montanhas

Enquanto tomava meu “desayuno” (café da manhã em espanhol) puxo assunto com uma moça que varria o pátio do hotel. E do simples bom dia a uma conversa que levaria a cura definitiva para problemas cardíacos. Amélia Vargas Alfaro,  26 anos naturalizada de Lares, província de Calca, em Cuzco me surpreende com seu interesse em falar sobre a sua realidade de vida e da família, algo quase que inédito no Peru. Filha caçula de 12 irmãos, três mortos, a diarista  relata que sua mãe tem a cura para um problema que atinge boa parte da população mundial, as doenças relacionadas ao coração. “Tudo começou quando minha mãe passou a se sentir mal, com dores na região do peito, os médicos a diagnosticaram sem solução, foi ai que resolveu por conta própria buscar ajuda”, lembra.

De acordo com Amélia o remédio veio de uma “flor vermelha” que floresce em temporada nas montanhas, e dela é feito um chá. Hoje de acordo com ela a mãe é outra pessoa e não corre mais o risco de morrer por consequência do coração.  A indignação da jovem é que a mãe não pretende passar a tal receita milagrosa adiante. Mas insiste que isso deverá ocorrer “para que outras vidas possam ser salvas”, declara.

Amélia Vargas é universitária e conta que a pobreza no pequeno povoado de Lares onde vive sua família fez com que a mãe a incentivasse a estudar e lutar em busca de um diploma. “Minha família é bastante pobre. Meu pai mesmo já de idade acorda cedinho todos os dias para trabalhar no campo colhendo “papa choño”, uma espécie de batata doce. Minha mãe não quis para mim essa vida. Hoje moro em Cusco, trabalho, faço curso de inglês e estou no último período da faculdade de administração. Vou ser dona de hotel”, enfatiza.

Porém a população quem mora nas outras altitudes do Peru muitos não tem o que comer ou vestir. No pequeno povoado de Lares na província Calca  onde vive os pais da Amélia, a economia é gerada pela agricultura com a plantação de batata e a criação de alpacas, e lhamas, além de ovelhas. Por lá as crianças de 7 á 8 anos muitas não usam sapatos, ou roupas que não sejam feitas artesanalmente. “São muito pobrezinhas, os sapatinhos que calçam vêm da borracha de pneus. O governo não nos ajuda”, denuncia  á estudante enquanto lagrimas molham seu rosto.

Em Cusco não é difícil entender a razão pela qual passa a família da jovem Amélia. Quase me sentindo um psicólogo no divã a  companhia deu o intervalo na conversa com Amelia para entrar em cena, Alex Romário Bocangel Salas, com 12 anos o menino faz perguntas de causar inveja a qualquer entrevistador. Ao pedir uma xícara para toma chá meu português chamou a atenção do rapazinho que me pergunta se sou brasileiro. Enquanto fazia os afazeres na cozinha como lavar a louça e fritar ovos para o café da manhã, Romário indaga algo que jamais pensaria ouvir: “Como um país tão pequeno (Portugal) conseguiu conquistar um país tão grande como o Brasil”? A indagação do menino logo veio com várias afirmações. De acordo com ele quer continuar em seu país e vai seguir como economista. Creio que uma aposta de sucesso.

  

Porém no Peru existe um aspecto muito parecido com o brasileiro, à corrupção nos poderes que faz com o dinheiro dos impostos não chegue a quem realmente precisa. Ainda assim no país as diferenças são gritantes em relação ao Brasil. A começar pela excelente e ampla cobertura da telefonia celular onde a multinacional Claro domina. Nas montanhas qualquer peruano se comunica, de dia ou a noite, é de causar inveja as operadoras existentes no Brasil em que o acesso a comunicação não passa da cobertura dentro das cidades e em alguns casos nem isso. A mesma Claro lá no Perú desempenha um trabalho formidável, o que nos leva a crer que as coisas no país não funcionam por conta da desordem.

As ruínas de Cusco alavancam o turismo andino

Andar pelas ruas de Cusco é estar na história. Poucos dias não são suficientes para aprender toda a vida emanada nesta pequena região onde vivem 510 mil habitantes. Tudo tem um significado, a cultura trazida pelos espanhóis com a colonização no século XVI.

As igrejas católicas ao lado do executivo representam por aqui o poder. Belas estruturas suspensas na Praça das Armas (Plaza de las Armas) incluindo a primeira delas, a Igreja da Companhia de Jesus, faz de Cusco um espetáculo a parte. De qualquer ponto da cidade, principalmente do alto é possível captar a existência cusquenha. As ruas construídas de paralelepípedos são escorregadias, lisas, a impressão é que são enceradas, e cada uma delas te levam a um cenário novo.

À noite cusqueña

Em cusco uma porta te leva a vários lugares. Labirintos especiais com toda uma simbologia, é uma diversão à parte. É nestes locais que se encontram os melhores barzinhos. Basta passar pelo menos em frente de um desses para que o turista seja praticamente forçado adentrá-los.

Na primeira noite fomos ao “Mythology” Just for Good, onde a “salsa” rola solta. Dentro dos salões os estrangeiros são a maioria com suas danças quase que sensuais, beirando o ridículo pulando na pista de um canto a outro.

E quem disse que eu não fui pra pista... Arriscava uns passos e de repente sou puxado para uma roda de turistas da Austrália. Homens e mulheres entrelaçam os quadris, no remelexo da salsa. Neste momento chega a hora do dialogo a melhor parte para não dizer a pior. Uma moça me pergunta de que país, respondi em espanhol, porém ela não arriscava nada, não falavam nada, neste caso valeu o sorriso, e a simpatia com a dança. Existem bares em que o atendimento é vip, e os peruanos tem uma apresso especial pelos brasileiros.  

Os restaurantes e cantinas de Cusco é outro atrativo que não pode passar despercebido por quem for à cidade. Na Praça das Armas está o “Calle del Médio”. Com apenas um ano o restaurante encanta com sua arquitetura moderna e atendimento de primeira. Juan Carlos Rémigio é o responsável pelas boas vindas. Como qualquer lugar no mundo que se preze a gentileza vai além. Percorremos todos ambientes internos do local com sacada privilegiada para a Praça Das Armas.

E se o atendimento é vip o que dizer dos vários drinks oferecidos pela casa, um show para os bons apreciadores de bebida. Experimentei um famoso a pedido do próprio Rémigio. Pouco tempo depois sou apresentado a outro drink, (Pichu Pichu) um coquetel a base de vodka, uma delícia. Mas o meu preferido mesmo era o pisco, uma batida a base de clara de ovo. Exótico e excelente.

Em Cusco o frio deixa tudo mais charmoso, com leve toque europeu. Tomar o chá feito com folhas de coca, o famoso (Té de coca) o café da manhã na versão brasileira do Peru é obrigatório. As folhas diluídas em água fervente ajudam na manutenção do organismo, principalmente para quem enfrenta mudança brusca de temperatura, ou é acometido pelo mal do Soroche.

Explicação: O soroche é o que sentimos quando estamos acostumados com baixas altitudes e viajamos para lugares mais altos. Também conhecido como mal da montanha ou mal da altitude ou doença da altitude elevada, provoca muitas reações em nosso organismo. Entre elas: enjoo, dor de cabeça, dor no estômago, vômito, tonteira, falta de ar, aumento da frequência cardíaca e dificuldades para dormir. Formigamentos e dormências nas mãos também são sentidos por algumas pessoas.

Continua...

Antes que alguém confunda as coisas, tudo é regularizado no Ministério da Agricultura peruano. Se ainda assim o café brasileiro estiver acusando saudade, não seja por isso, na rua Abracitos nº 470 o cliente poderá experimentar um verdadeiro café peruano direto da fabrica, é o “La Cholita Café”, além de desfrutar de um ambiente aconchegante.

E como todo marinheiro de primeira viagem que se preze não me dei o luxo de sair como turista desesperado, comendo qualquer coisa, com receio de algo sair fora do previsto, nem  preciso ser mais direto. Enfim, mas arrisquei isso em Puerto Maldonado na noite antes de chegar a Cuzco, mas foi por conta da fome, ainda bem que era fritura.

O amor do povo por esse prato é tanto que na cidade existe fast food pronto para vender pedaços de frango frito a qualquer hora.  Kentucky Fried Chicken a KFC é um marco quando o assunto é comida rápida. E se a fome apertava bastava correr para esse lugar. Eu aprovei.

Energia cusquenha

Para apreciar o que Cusco tem principalmente a energia boa que emana das Cordilheiras dos Andes é necessário que a pessoa esteja atenta aos detalhes. Estando em Cuzco busque os significados das grafias, e dos desenhos deixado pelos incas. Comigo não foi diferente.

Logo na chegada, as montanhas tem um poder que impressionam de cara, mostrando que ali “Deus” para os incrédulos realmente é vida.

Causos reais de um contador de história

No mercado municipal de Cusco na Avenida El Sol me ocorre uma estranha energia, ao receber o troco de uma vendedora somos literalmente eletrocutados. Uma energia humana. Muito estranho, mas me falaram que isso é ótimo, vou ficar com o ótimo, melhor assim. Voltando para o hotel pela manhã dois cachorros brincavam na frente da catedral da Companhia de Jesus quando ao chamar esse cachorro para brincar ele me olha e de uma velocidade salta como se me conhecesse, morde de brincadeira minhas luvas, e quando largava mordia minhas calças, foi uma tortura me livrar desse cachorro.

Outra história de Cusco vem com duas figuras. Crianças vendedoras de roupas para o frio. No primeiro encontro demos atenção, mas como já tínhamos ido às compras não fizemos a gentileza. É ai que elas partiram para o plano b: “Presidente do Brasil: Dilma Rousseff, antes de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva”, enfim a tática foi aprender a decorar situações do país dos futuros clientes, ainda assim não colou. No dia seguinte ás duas não sabe-se como nos encontraram no meio da multidão. Ai, o negocio foi da um (HÁ) nelas, um chega pra lá. Impossível!  A maneira foi conversar fingindo não as notar. A tática funcionou!

Enfim Cusco é assim a todo instante uma surpresa que te faz brilhar olhos e encantar o coração. Cusco foi declarada patrimônio cultura da humanidade pela Unesco em 1983 e é uma das cidades mais visitadas do Perú, representando em si a cultura indígena Quíchua nos Andes. Sua estrutura é cercada por ruínas, sendo “Sacsayhuaman”, local da batalha de 1536 em que centenas de homens, comandado por Francisco Pizarro González combateram as forças de Tahuantinsuyu derrubando o imperio inca.

De Cusco a Lima

Após quatro dias em Cusco seguimos no domingo (18/08/2013) por volta das 14 horas com destino á Lima capital do Peru, 21 hora dentro de um ônibus, descendo e subindo montanhas, abismos de perder o fôlego, algo impressionante. O "autobús" (ônibus, em espanhol) passa a serpentear por encostas de picos num sobe e desce, segue e vira, em sucessivas curvas em U. É empreitada para poucos. A estrada é a interoceânica, trecho recém-asfaltado, que liga Assis Brasil, no acre, a Puerto Maldonado, capital do estado de Madre de Díos. Mas estarrecedor é imaginar como construíram uma rodovia em meio a Cordilheira do Andes. É um momento a meditar. 

Em todas as companhias os comissários de bordo anunciam os cuidados que o passageiro deve tomar durante a viagem, além de distribuir um lanche da empresa, eles também dão um saquinho de vômito, caso ocorra indisposição por conta da altitude. Vi muitos passando mal, o que deixa o ambiente um pouco inóspito. Olhar para o precipício para viajantes de primeira viagem não é o mais indicado, o jeito é relaxar tomando um bom remédio para dormir. Na poltrona ao lado viajava uma senhora nativa dessas com roupas típicas e também seguia para Lima, a tiracolo estava o filho o qual não cansava de fazer perguntas. O olhar  da nativa não me agradou, o que dava certo temor, mas nada que se comparasse ao do cenário lá fora.

Por volta do 12 horas (14 horário de Brasília) chegamos a Lima, o mar do pacifico acompanha nossa entrada, e por onde vamos lá estava ele a nos espreitar. Lima a capital do Peru é uma megalópole como uma São Paulo. O frio que faz na cidade deixa tudo mais calmo, para quem visita, pois para os limenhos a confusão é generalizada. O transito é intenso com sinalização. Nas ruas vale a lei da buzina, e os motoristas não tem dó, basta não está atendo a direção para o sinal sonoro entrar em ação.

O custo de vida em Lima é um milésimo mais elevado que em Cusco, mas nada que saia do orçamento financeiro, além da corrida de taxi ser bastante em conta existe a opção do ônibus (circular), ou metrô que por sinal passava em frente ao hotel onde nossa equipe se hospedou, no distrito de São Borja área nobre da província de Lima. Quando estávamos com pressa ou distante o taxi ao custo de (12 nuevos soles) equivalente a R$ 10,00 percorrendo uma distância bem razoável era o mais acessível. Porém preferíamos usar o autobus, uma passagem única de São Borja a Miraflores fica em torno de 1,30 soles, algo de (R$0,98). Em Lima ônibus se conquista na base do grito: não precisa elevar o braço  cobradores que ficam em pé na parte dianteira do veículo saem todas as vezes que existe um ponto de destino, e aos berros, subindo nas calçadas anunciam o itinerário a seguir.

Em Lima tudo é muito diversificado, o céu e o sol por conta da neblina quase não aparecem, o que deixa a cidade um charme, principalmente à noite. Lojas, shopping center, e bares agitam a noite limenha.

As cores da bandeira do Brasil decoram o ambiente e chamam a atenção de quem passa pela Calle Chell, quadra 01, no distrito de Miráflores, e foi justamente o que nos chamou atenção.  E como todo restaurante brasileiro os pratos típicos do país pegam o visitante pelo paladar, mas também não é só por isso o atendimento é do jeitinho brazuca. Natural da cidade de São Caetano do Sul interior de São Paulo, Fernando Lemes trabalha no local como barman,  largou tudo no Brasil e aproveitou que a irmã já morava em Lima e veio se aventurar para essas bandas, casado com uma peruana ele conta que pretende fixar moradia no país “Ganho razoável bem, no Brasil trabalhava bastante e o dinheiro era pouco, aqui o custo de vida é bem menor. Gosto daqui, e vou ficar por aqui”, destaca.

Das mãos do chefe de cozinha o também brasileiro, Bruno Espazio está à responsabilidade para cativar o paladar do povo limenho, além dos nossos que por lá passam férias ou moram. Com a experiência no preparo dos pratos, Bruno é afinado no que diz respeito a cozinhar. Dono de um curriculum invejável é outro apaixonado por Lima. “Gosto daqui, ganho bem, sou chamado para eventos na embaixada brasileira, e outros locais, não posso reclamar. A gente ama aquilo que nos faz bem, seja no trabalho, seja num relacionamento, então estou muito feliz”, disse.

Nesses dias em que estive em visita ao Peru notei o quanto nós brasileiros somos queridos por lá, de uma receptividade de causar inveja a nos mesmos, a nossa “meia” educação. Cusco ou Lima, o Peru em geral respeita seu povo mesmo pecando em alguns aspectos, mas ao contrário de nós, que pagamos impostos e taxas absurdas não temos o mesmo tratamento pelo governo brasileiro, que nos desonra. O Brasil como principal espaço na América do Sul deve olhar para os vizinhos se tiver o interesse de colocar em prática a famosa igualdade social, respeitando sua população.

Temos muito que aprender com nossos irmãos latinos e jogar as vestes como explicou o jovem, Alex Angel, saber responder a altura para aquilo que precisamos mudar, ou seremos para sempre fadados ao limítrofe.

Emerson Barbosa – jornalista –DRT:1108

Expediente

Movil Tours

Fone: (68) 3224-4971

Rio branco-ac

Hotél Tupana Wasi

Calle chihuampata nº564 – san blas.

Fone: 0051 084 2436 79- celular: 0051 984 634493- rpc: 984 2987 32

www.tupanawasi.com

reservas@tupanawasi.com

Cusco-peru

Restaurante calle del medio 113, plaza de armas. Cusco.

reservas@calledelmediorestaurante.com

www.calledelmediorestaurante.com

Fone: +084.248340

La Cholita Café

Calle abracitos nº470

Limacpampa chico- cusco

Celular: 984 375147

Mythology

Portal de carnes nº298 2º piso

Basic-medium –advanced

Das 9h às 11 da manhã

Kfc- cuzco

Hotel novo – distrito de são borja

Avenida: Aviación –Lima peru

Fonte: Emerson Barbosa

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