DILMA É PRESSIONADA A CUMPRIR ACORDO ANUNCIADO, MAS CENTRAIS NÃO DESCARTAM REVIRAVOLTA NAS AMEAÇAS DE PROTESTOS À PORTA DAS USINAS - News Rondônia Para parte de opositores de carteirinha ao governo Dilma, ‘a Presidenta deve encontrar um cenário um pouco diferente do pintado por agentes de inteligência do Estado’ e por membros da Precursora comandada por Dulci.

Porto Velho,

Quarta-Feira , 04 de Dezembro de 2013 - 16:53 - Colaboradores


 


DILMA É PRESSIONADA A CUMPRIR ACORDO ANUNCIADO, MAS CENTRAIS NÃO DESCARTAM REVIRAVOLTA NAS AMEAÇAS DE PROTESTOS À PORTA DAS USINAS

Para parte de opositores de carteirinha ao governo Dilma, ‘a Presidenta deve encontrar um cenário um pouco diferente do pintado por agentes de inteligência do Estado’ e por membros da Precursora comandada por Dulci.

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Porto Velho, Rondônia – O mineiro da cidade de Santos Dumont, Luiz Soares Dulci, Assessor da Secretaria Nacional de Relações Políticas Sociais da Presidência da República, pode não ter sido informado, totalmente, sobre potenciais protestos com força de incursões políticas durante visita de Dilma Rousseff às hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio.

Na condição de articulador principal da comissão precursora, o ex-Secretário Geral da Presidência no governo LULA, Luiz Dulci, limitou-se a ouvir ‘colegas petistas e aliados arraigados nas hostes da base aliada rondoniense’, queixam-se antigos militantes ‘Lulistas’ ,agora,  em  outras centrais.

HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA - O quadro, na opinião de conhecidos sindicalistas mais à esquerda do movimento sindical rondoniense, como a questão da transposição de servidores aos quadros da União, apesar da nota divulgada pela CUT e sindicatos [SINTEC, SINGEPERON, SINTERO, SINSEPOL e SINDSAUDE], ‘não deve dominar os debates em torno da forma como ela será recepcionada’.

Com a aquiescência de petistas e cutistas, os signatários do documento encaminhado à Presidente Dilma Rousseff condicionam, por sua conta e risco, ‘a deflagração de um possível locaute durante a visita presidencial às usinas’. Contudo, caso não obtenham resposta positiva à proposta, ‘é aguardada uma grande explosão de protestos’, desabafa fontes do SINTERO.

DÍVIDAS POR PAGAR EM RO - Correndo por fora, outras centrais sindicais mantém uma luz no fim do túnel das discussões protagonizadas por Luiz Dulci na agenda da segunda-feira, 2. A maioria é de pensamento que, ‘o Planalto deve levar em conta que não se trata apenas de uma possível deflagração de ondas de protestos contra o governo Dilma’.

Além das centrais, a Comissão Precursora deve levar em conta que o governo Confúcio tem tudo para ser a bola da vez diante da Presidenta’. 

RUMO ÀS USINAS, JÁ! -  Com dados extra-oficiais, este site de notícias teve acesso à informação de que o distrito de Rio Pardo, palco de intensos combates entre forças de seguranças e agricultores familiares, deve enviar delegações aos bloqueios das entradas de acesso às usinas. Inclusive com a adesão de centrais sindicais, órgãos de defesa dos direitos civis que lutam pela posse da terra dentro da cadeia dominial do Estado e da União.

A partir de informações vazadas de uma suposta reunião de dirigentes do MAB [Movimento dos Atingidos por Barragens], ‘é possível que a entidade engrosse os cordões de protestos a favor das famílias tradicionais ainda não indenizadas pelas usinas’, entre as quais, garimpeiros, indígenas e quilombolas.

O fato é que, segundo essas fontes, ‘Dilma e Confúcio se parecem muito com outro’. Ambos, disseram, ‘fazem um governo midiático’. Dilma Rousseff foi líder estudantil, guerrilheira e o mandatário rondoniense ‘se auto-proclama estadista do sistema cooperativista, que imprime mudanças regionais de resultados’.

A suposta rejeição a Dilma e a Confucio Moura, de acordo indícios deixados por professores à saída do encontro com Luiz Dulci e alguns sindicalistas, ‘é por conta do não cumprimento das promessas eleitoreiras’.

DILMA MENTIU? - Dilma saiu bem na foto quando anunciou que iria vincular cerca de 20 mil servidores do antigo Território Federal ao quadro de pessoal da União. E Confúcio afirmou, no inicio do governo, que, ‘não queria grevistas à porta do Palácio’.

- Ambos fizeram por onde e agora temem tudo isso com a possível vinda da Presidenta a Porto Velho, diz um importante dirigente da construção civil vinculado à Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Rondônia e Acre.

SNI, SEAE, ABIN... COMO ERA ANTES - No contraponto, com o retorno de Luiz Soares Dulci a Brasília, de acordo com experientes sindicalistas, ‘é possível que a segunda parte dos trabalhos atribuídos à Comissão Precursora seja feita por agentes da Agência Brasileira de Inteligência [Abin], sucedânea do temido Serviço Nacional de Informações [SNI].

Em 1999, a Abin foi criada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso [PSDB], hoje, um dos principais articuladores da campanha do senador tucano Aécio Neves à sucessão de Dilma Rousseff.

Apesar de agência ter sido criada há pouco tempo, informam fontes anônimas, ‘a atividade de inteligência no Brasil já existe desde 1927’.

A área de atuação da Abin é definida pela Política Nacional de Inteligência, definida pelo Congresso Nacional. A agência é o órgão central do Sistema Nacional de Inteligência [SISBIN]. Como um órgão estatal, ‘seus cargos são preenchidos através de concursos. Da agência ainda fazem parte alguns ex-funcionários da inteligência, sobretudo do famigerado SNI, criado durante a ditadura militar e extinto por Fernando Collor de Mello, em 1990’.

XICO NERY é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Noticias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

 

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Fonte: XICO NERY

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