Quinta-Feira, 14 de Novembro de 2013 - 07:59 (Colaboradores)

DIABETES: QUEM QUER SE LIVRAR DESTE MAL?

Nosso verde e amarelo ocupa a quarta posição entre os países com maior concentração de doentes, ficando atrás da China, Índia e Estados Unidos.


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O nome é muito feio. Um dia, lá no Rio de Janeiro me disseram que diabetes são as bailarinas do diabo. Fiquei espantada, mas tive que concordar com a pessoa que disse isso. Afinal essa doença é mesmo diabólica. Ela destrói os órgãos internos dos portadores da mesma. Pode causar cegueira, coma e levar o paciente a morte em dois tempos. 

Não é que a diabetes é assim. A doença é crônica e incurável. O portador pode amenizar o seu avanço através do controle não apenas no consumo do açúcar, mas de muitas maneiras como a pratica de exercícios físicos, alimentação balanceada, evitar o tabagismo e as bebidas alcoólicas.

No mundo todo, em 2012, eram 371 milhões de doentes conhecidos na faixa etária dos 20 aos 79 anos. Hoje, possivelmente o IDF Diabetes Atlas, da Federação Internacional  de Diabetes  divulgue os números atualizados. O mal é crescente.

No Brasil são 13.4 milhões. Nosso verde e amarelo ocupa a quarta posição entre os países com maior concentração de doentes, ficando atrás da China, Índia e Estados Unidos. Quando fatiamos os dados para o Norte brasileiro, o Ministério da Saúde nos informa que Rondônia está em quarto lugar, tendo a sua frente o Pará, Tocantins e Amazonas.

Regionalizando um pouco mais o mesmo MS nos informa, ainda com base em dados do ano passado, que Porto Velho detém 27% dos pacientes diabéticos no Estado, ficando as posições seguintes com Ji-Paraná, que tem 25%; Ariquemes com 15%; Rolim  de Moura e Cacoal, com 12%  cada um e Vilhena com 9%. Em todo o Estado, de acordo com o Ministério da Saúde  foram 153 mil casos em 2012.

Tratar a doença não é muito fácil. Há duas formas  de diabetes, o tipo 1, que em geral ataca crianças, adolescentes e jovens e que em geral precisam da aplicação permanente de insulina injetável. E o tipo 2, que acomete os adultos, especialmente a partir dos 40 ou 45 anos. Vida sedentária, obesidade são algumas portas que levam direto para a diabetes do tipo 2.

Então o negócio é fazer reeducação alimentar, correr, se exercitar para fugir dessa, que parece ser uma peste que a cada dia envolve mais e mais pessoas.

Alice Thomaz

Fonte: Alice Thomaz

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