Terça-Feira, 14 de Abril de 2015 - 00:58 (Colaboradores)

DEPUTADOS NÃO RECUAM E MARCAM O DIA D PARA QUE TITULAR DA SEDAM DEIXE O CARGO APÓS NOVA AUDIÊNCIA PÚBLICA

O evento, segundo fontes da gerência local, ‘irá discutir, além das licenças, a questão da suposta militarização autorizada pelo governador Confúcio a pedido do novo secretário’.


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Ariquemes, RONDÔNIA – Com ações ocultas não reveladas sobre o montante de licenças concedidas ao agronegócio madeireiro, pecuário e mineral, a secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental [SEDAM], pode ter no mês de maio em curso, um novo desfecho negativo na Assembléia Legislativa.

Sob a ótica de que o órgão passa por sucessivas crises em supostos escândalos com cobranças de propina una liberação de licenças de operação, desembaraço de planos de manejos ilimitados e inchaço na folha de pessoal, o órgão deve ser o alvo de uma nova audiência pública.

O evento, segundo fontes da gerência local, ‘irá discutir, além das licenças, a questão da suposta militarização autorizada pelo governador Confúcio a pedido do novo secretário’.

Segundo o vereador Cezar do Candeias [PCdo B], ‘nosso município tem um efetivo reduzido a cinco ou a oito policiais’ enquanto na SEDAM, eles estão sendo lotados em cargos que deveriam ser ocupados por técnicos civis’.

Bastante indignado com as medidas tomadas pelo novo titular da SEDAM, pediu que a presidência da Câmara inserisse o seu protesto nos anais da Casa e que o governador e o Ministério Público fossem comunicado sobre a atuação do militar não só nesse caso, mas da falta de reciprocidade do órgão para com os agricultores que dependem das certidões ambientais.

De acordo com as mesmas fontes, ‘o Sub-Tenente Wilson não teria o perfil exigido pela legislação para assumir o cargo que ora ocupa pela falta de conhecimento da legislação ambiental, florestal e mineral’. Ele, segundo o deputado Hermínio Coelho, ‘não tem preparo para lidar com as questões que o cargo exige’.

A proposta de uma nova audiência pública sob a égide dos deputados, segundo anônimos servidores da Gerência da SEDAM, nesta parte do Estado, ‘é de autoria do setor madeireiro, pecuário e da mineração corporativa, que estariam insatisfeitos com a gestão do militar’ e contaria com a solidariedade dos segmentos de combustíveis, hidrelétrico e dos assentamentos vinculados ao INCRA e ao MDA.

No rescaldo da suposta má gestão da SEDAM, ‘será exigido a desocupação de inabilitados em cargos comissionados, a publicidade dos atos referentes às autuações, valores recolhidos, relatórios detalhados e comentados da gestão do Sub-Tenente Francisco Martins [Ex-COPAM], José Trajano dos Santos [Coordenadoria de Recursos Minerais, COREM] e a destinação de R$ 500repassados à ex-secretária Maria Nanci Rodrigues da Silva, para uso exclusivo da primeira fase do Zoneamento Socioeconômico-ecológico de Rondônia.

TRISTE HISTÓRIA – O alto cargo de secretario do Desenvolvimento Ambiental, de acordo com parte dos servidores concursados pro este site, ‘nos últimos cinco anos só tem sido usado para fomentar uma conspiração contra o órgão e para destruir a liberdade, a progressão e a valorização do pessoal de carreira’.

No Governo Confúcio, entre as inúmeras crises dentro da SEDAM, ‘está à presença de pessoas apenas com ensino médio comandando escalões destinados a pessoal técnico e de carreira’. Eles dizem, ainda, que, ‘nenhum chefe de Coordenadoria informam os cidadãos rondonienses sobre essas situações’.

Enfim, eles acrescentam que, ‘os comissionados, muitos dos quais, inapetentes, chegam e ocupam suas posições, não se sabe a origem, identidade e propósito dos projetos que decidirão, muito menos, suas funestas implicações e conseqüências para a nossa história ambiental, florestal e mineral’.

Por fim, as fontes atestam, contudo, que, ‘o governador Confúcio não tem o controle da situação vivenciada no órgão ambiental nem na Companhia de Mineração de Rondônia [CMR], esta responsável pela expansão do setor com a publicidade de seus projetos de empreendimentos que visem a atração de investidores potenciais’.

Eles esperam que a audiência pública prevista agora para o dia 7 de maio ofereça aos cidadãos a oportunidade de passarem a limpo a SEDAM. E que, por solidariedade, os deputados estabeleçam políticas desenvolvimentistas à cadeia produtiva vegetal, mineral e animal, em vez de ‘o governo Confúcio travar o Estado apenas com autuações, produção de calcário, engessar fornecedores e não promover as exportações desses setores e ocultar os verdadeiros propósitos da SEDAM e da CMR.

Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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