Segunda-Feira, 18 de Dezembro de 2017 - 11:24 (Colaboradores)

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DA SÉRIE: REPÓRTERES QUE SAIRIAM NO ‘TAPA’ COM ‘ENTREVISTADOS’ FOLGADOS

Ser repórter de televisão antes de qualquer coisa tem que ter disposição. No linguajar vulgar ‘cunhão’ hiper inflado para ‘aguentar’ certos o estrelismo de entrevistados folgados.


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Apesar muitos estarem sempre bem arrumados, outros elegantes até no modo de falar e agir, para muitas pessoas o trabalho do jornalista de televisão é mil maravilhas. Enganam-se quem pensa dessa forma. O dia a dia deles mostra muitos desafios, porém o pior é lidar com os entrevistados ‘malas’. 

Ser repórter de televisão antes de qualquer coisa tem que ter disposição. No linguajar vulgar ‘cunhão’ hiper inflado para ‘aguentar’ certos o estrelismo de entrevistados folgados.

Os mais comuns são os entrevistados que pensam pertencer à equipe de produção. Esse tipo de pessoa não percebe que está agindo inconveniente. Querem fazer o papel do jornalista. E pasmem, até ditam o que o repórter deve perguntar.

Para a maioria dos jornalistas de televisão basta que ele seja inconveniente mais uma vez, pois a cortada do repórter não tenha duvida será certeira. “Eu como jornalista de TV não digo para um médico o que o profissional tem que fazer com o paciente dele. Não falo para um advogado que lei deve fazer com o seu cliente. Não dou palpite sobre a pena que o juiz vai aplicar ao réu. Isso é respeito ao trabalho dos profissionais, da autoridade. Mas essas pessoas se sentem no direito de ensinar o ‘Beaba’ do meu trabalho. Posso com um negócio desses?”, destaca um jornalista acriano que prefere não se identificar.

Em Rondônia as coisas parecem que não se diferenciam do que acontece lá no Acre. Buscamos saber de alguns jornalistas o que eles  mais detestam na profissão quando o assunto é o entrevistado folgado.

Por unanimidade o destaque foi para o entrevistado ‘arrogante, prepotente, ignorante, mauricinho que ao ser perguntando sobre algo ele não sabe responder, mas a falta de humildade é tão grande que ele prefere fingir que não entendeu a pergunta.

Em Porto Velho muitos apontaram para uma instituição de empresas, mas preferiram não mencionar o nome dessa certa autoridade.  “Ir até lá é sair com á alto-estima em baixa”, alega.

Mas para quem é de Porto Velho fica no ar. “Esse é o pior e também o mais fácil de tirar a paciência do repórter. O pior de tudo é que essas pessoas não se dão conta de que estão em cargos emprestados. Não irão durar por muito tempo”.

Não podemos apenas falar dos entrevistados. O que dizer dos ‘assessores de imprensa’, colegas que ao invés de ajudar o nosso trabalho atrapalham. Esse pessoal é da zona de perigo. Uns metidos a espertos. Tem assessor que se sente o dono da própria assessoria e do assessorado, quer responder até pelo próprio. Oi?

O pior é o assessor preguiçoso, meu Deus esse só destituindo do cargo. Não se mexe para conseguir a informação aos colegas, que a única coisa que desejam do fundo da alma é a ‘maldita informação e cair fora logo dali’.

O pior é que muitos acham que todos estão no mesmo ‘barco’ que ele, o da vida boa. Não querido precisamos trabalhar e ganhar o ‘pão nosso de cada dia’. Mas enfim. Pulando para o próximo capitulo.

As pessoas ‘estão tão’ mal-educadas que não ligam mais nem se a câmera está ligada ou se o repórter está entrevistando. Eles passam em frente à câmera no meio do entrevistado e do repórter.

A falta de bom senso dessas criaturas não tem limites. No próximo episodio vamos enumerar as melhores e as piores assessorias de comunicação de Porto Velho. Abaixo segue um compilado de imagens que mostra o dia que os repórteres perderam a linha.

Divirta-se...

Fonte: Emerson Barbosa - NewsRondônia

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