CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS DÃO O TOM DE CONSTRUIR OU DESTRUIR CANDIDATURAS EM RONDÔNIA E REGIÃO - News Rondônia Nos discursos, o pré-candidato tucano atacou a postura do governador diante de tantas crises e escândalos envolvendo secretários, aliados e denunciou a falta de pulso do mandatário que, em sua opinião, ‘se deixar mandar por secretários a esses entrega as decisões que a só a ele cabe tomá-las’.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 30 de Junho de 2014 - 09:45 - Colaboradores


 


CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS DÃO O TOM DE CONSTRUIR OU DESTRUIR CANDIDATURAS EM RONDÔNIA E REGIÃO

Nos discursos, o pré-candidato tucano atacou a postura do governador diante de tantas crises e escândalos envolvendo secretários, aliados e denunciou a falta de pulso do mandatário que, em sua opinião, ‘se deixar mandar por secretários a esses entrega as decisões que a só a ele cabe tomá-las’.

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PORTO VELHO/Rondônia - Com o poder de construir e desconstruir sonhos políticos e carreiristas, uma vez os postulantes ungidos a mandatos, dois entre os cinco maiores partidos do Estado oficializaram, nas duas últimas semanas, com menor ou maior freqüência, as suas convenções nesta Capital.

Quase simultâneas, as convenções do PSBD e PMDB – mais aliados – ratificaram o ex-senador Expedito Junior e Confúcio Moura, respectivamente, candidatos ao Governo no mesmo palco, na ex-casa de shows ‘Queops’, renomeada Talismã 21, na Zona Leste.

Ficou definido, além da majoritária, 90% das vagas aos candidatos que integrarão as proporcionais entre os 12 partidos que sustentam as coligações dentro do arco de alianças que pretende o segundo pretenso governador do partido – o primeiro foi Ivo Narciso Cassol, ao lado da ex-peemedebista Odaísa Fernandes, em 2002.

 

DOS DISCURSOS - No ninho tucano, a tribuna foi usada apenas pelos majoritários, uma estratégia bem definida pelos dirigentes para se evitar ‘desgastes no seio dos convencionais e os presentes’. Ninguém reclamou, porque os discursos unilaterais e entediantes foram evitados.

Com isso, o público manteve-se coeso e participativo, mesmo ao som de bumbozelas africanas e apitaços ensurdecedores dos cordões puxados pela militância dos partidos, atestou parte de uma plêiade de curiosos de outros partidos identificados pela mídia.  

Nos discursos, o pré-candidato tucano atacou a postura do governador diante de tantas crises e escândalos envolvendo secretários, aliados e denunciou a falta de pulso do mandatário que, em sua opinião, ‘se deixar mandar por secretários a esses entrega as decisões que a só a ele cabe tomá-las’.

Ele disse, ainda, que, ‘conheço os problemas de Rondônia e as mudanças que o povo esperava que acontecesse no governo atual e não ocorreram por, justamente, ter um governo de um grupo só e familiocrata sem participação da sociedade e dos aliados que o ajudaram a ganhar a eleição, só no segundo turno’.

Expedito, efusivo, elevou o tom do seu discurso ao lembrar que, ‘o governo atual não é um Governo da saúde, da educação, da segurança, da produção nem do desenvolvimento ao nível que povo sempre esperou eleger’. E afirmou: ‘Comigo, Rondônia vai poder mais e irei resgatar a auto-estima dos cidadãos do meu Estado’.  

- Sou a esperança para os municípios, para esta Capital, aos produtores, empreendedores e até para os servidores vitimizados pela política de falsa valorização praticada por este Governo, afirmou o candidato.

MÃE JOANA MANDA EM TUDO - Mas foi Neodi Carlos, ex-presidente da Assembléia, que prendeu a atenção do público ao taxar o governo ‘de fraco e de não ter feito as mudanças anunciadas’. Segundo ele, ‘o que se viu em Rondônia em quatro anos foi à prática nefasta de uma política de terra arrasada’.

Ele adiantou, porém, que, ‘Confúcio prometeu uma nova Rondônia’. E o que povo ganhou? - Nada, ele retrucou.

De resto, o polêmico ‘Governo da Cooperação’, observou o parlamentar, ‘só priorizou os grandes, desdenhou dos pequenos e deu ao homem do campo uma agricultura sem qualidade, além de ignorar a fiscalização e não incentivou a geração de novos postos de trabalho, nem a paz no campo’.

E afiançou que o governador faz um governo transparente, com decisões tomadas coletivamente e que é de extrema sensibilidade aos problemas do povo’. Além de reiterar, contudo, que, ‘temos, pela primeira vez, um governo de todos e que fez a reforma agrária, construiu 20 mil casas populares, bem como é detentor da marca da honestidade’.

Ao lado do casal Raupp e do governador, o ex-vereador, ex-deputado e ex-prefeito desta Capital, Tomás Guilherme Correia, fez um discurso considerado diplomático, sem ataques a opositores. Ele, porém, desfiou loas aos aliados, à militância dos partidos e ensejou que, ‘os cidadãos conscientes reelejam Confúcio para mais quatros anos’.

- Temos um governo de cooperação, sim; e honramos nossos compromissos, justificou.

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Fonte: XICO NERY -NewsRondônia

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