Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016 - 09:23 (Colaboradores)

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CONHECIMENTO TRIDIMENSIONAL [SÉRIE – CDLXII] – Por Max Diniz Cruzeiro

O Conhecimento Tridimensional é aquele que cuida dos vetores de construção dos objetos que se projetam no real perceptíveis pelo olho humano.


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O Conhecimento Tridimensional é aquele que cuida dos vetores de construção dos objetos que se projetam no real perceptíveis pelo olho humano.

O tridimensional incorpora todas as informações que podem ser incorporadas por meio de estruturas vetoriais de três dimensões, em que a noção de altura, largura e comprimento é estabelecida.

A altura é percebida a partir da construção de um eixo em relação a um referente gravitacional.

A largura pela extensão que um objeto horizontal se apresenta em termos de ocupação de espaço, para efeitos meramente descritivos que se projetam num sentido norte-sul em relação ao eixo magnético.

O comprimento pela extensão que um objeto horizontal se apresenta em termos de ocupação de espaço, para efeitos meramente descritivo que se projetam num sentido leste-oeste em relação ao eixo magnético.

Porém estabelecer um regramento que permita uma identificação de uma projeção dimensional no espaço observado, requer que, um sistema de medidas possa ser projetado a fim de que a compreensão e comparação entre os vetores dimensionais possa ser mensurada.

Os objetos tridimensionais não são percebidos apenas a partir de fenômenos de localização, também são percebidos a partir de fenômenos de deslocamento.

Onde a física passa a se interessar pelo comportamento dos objetos, o que os fazem não permanecerem estáticos e que a sua dinâmica de deslocamento passa a ser o objeto de estudo.

Os corpos em um planeta são percebidos como objetos, e, portanto, pertencem a classe dos elementos que pertencem ao tridimensional.

O controle do tridimensional tem sido a tônica do discurso do ser humano, em relação ao espaço e a sua própria constituição física.

Ao agrupamento de coisas e informações que se encontram no tridimensional é chamado pela psicanálise como plano Real.

No plano Real este conjunto de componentes tridimensionais são acionados para que informações possam ser repercutidas da extensão a outra dos planisférios que são projetados.

O tempo não é percebido pelo conceito clássico do tridimensional como uma componente vetorial de sua formação.

Mas esse tempo é uma quarta componente que salta os olhos e passa a influir no tridimensional de forma a organizar suas variações e padrões de comportamento.

As estruturas corporais projetadas pelo tridimensionais podem ser estáticas ou dinâmicas. Quando estáticas pertencem a classe de objetos inanimados que corresponde a classe de objetos dinâmicos, aqueles que conseguem estabelecer o seu próprio movimento, geralmente seres vivos ou objetos manufaturados que conseguem se projetar ao se deslocarem.

No tridimensionais os objetos podem se apresentar distribuídos segundo uma regulação ambiental que parte dos seres ou das interligações entre diferentes ecossistemas, ou vir a pertencer aleatoriamente, em que a dispersão observada é suficiente para não se denotar um padrão de existência, em que os componentes se apresentam de forma não configurada dentro de espaçamento delimitado.

Através do tridimensional é possível comutar informações para que o desencadeamento de forças possa ser controlado.

As informações, porém, abastecem os objetos inseridos no tridimensional são fundamentais para a gestão e movimentos de continuidade, estabilização e desdobramentos referentes a necessidade de existencialismo.

Como movimentos de continuidade este conceito traz a ideia de agrupamento de instruções que permitam a estabilidade de um objeto.

Na estabilização os fatores de equilíbrio dos objetos perante as forças presentes na natureza passam a ser observados dentro da percepção de coisa.

Na estabilidade os objetos tridimensionais se primam pelo equilíbrio dinâmico a fim de que sua estabilidade possa ser conquista e o objeto não vir a se esfacelar dentro desse Real.

Ao se interrrelacionares os objetos podem permitir movimentos interativos, de forma que a força da quarta dimensão, ou seja o tempo, possa interferir em sua composição de forma que o sentido de ação, e transição, é percebido como uma mutação característica das propriedades dos objetos que estão dentro deste modelo de interação.

Os objetos no tridimensional se permitem comutarem em espaços mais restritivos de forma a estabelecer um padrão restrito onde as partes passam a comutar suas informações.

O ser humano também é um objeto tridimensional porque tem existência definida em termos de dimensão, que permite ser posicionado em altura, comprimento e largura.

As forças, as pulsões, as energias não podem ser classificadas como elementos que integram ao tridimensional, sob esta lógica, embora exista nomeação e observação de fenômenos, as se destinam a outras representações. O fato de não serem observadas em termos de estrutura de posicionamento impede que a classificação pura como tridimensional possa ser estabelecida.

Quando um objeto então, é transformado num ponto de luz, e passa a não mais ser percebido como uma unidade de posição, ele é deslocado, sob esta lógica para outro agrupamento de dimensões.

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro

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