Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016 - 10:30 (Colaboradores)

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CONHECIMENTO NATALINO [SÉRIE – CDLXVIII] – Por Max Diniz Cruzeiro

O Conhecimento Natalino é aquele que credita uma mensagem de integração, paz, união entre pessoas e povos que acredita na lei do amor e da fusão de princípios universais.


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O Conhecimento Natalino é aquele que credita uma mensagem de integração, paz, união entre pessoas e povos que acredita na lei do amor e da fusão de princípios universais.

O Nascimento é uma conquista de uma chance de integração que permite um ser se fusionar em conexão com seu Criador. Ele permite que outros transfiram seus conteúdos que são sociais e que integram as melhores práticas de convivência e socialização.

É uma conquista de uma chance para contribuir com um projeto universal em que toda a humanidade faz parte e coopera entre si para a pacificação das relações humanas.

É uma celebração que exige dedicação e um olhar mais humano sobre a vida de outro, onde os laços se fortalecem pelo espírito de solidariedade que se torna mais forte e fraterno.

É perceber que o mundo é compartilhado, que uma ação de um pode interferir na ação de outro.

É um estabelecimento de uma verdade, em que o mal que está encarcerado dentro de um não pode prevalecer sobre as relações humanas.

É um compromisso de fazer valer o amor, a justiça, a honra, e os valores humanos que contribuem para o desenvolvimento pessoal, coletivo e planetário.

É um abastecer de conteúdos em que a prática da bondade seja a tônica principal que se projeta sobre as famílias e toda a humanidade.

É ser justo e humilde, retribuir na medida que as condições forem favoráveis, porque o amor ao próximo exige um compromisso com o outro, esse compromisso integra, funde aproxima todos da expressão do sagrado em nossas vidas.

É um reconhecimento que somos reduzidos, restritos, e que juntos somos mais fortes e podemos desenvolver coisas que nos trarão a eternidade para nosso solo, nesta comunhão universal.

Ser solidário é um compromisso, um dever de um Islâmico, de um Judeu, de um Budista e de um Cristão, e todos os outros representantes das forças criadoras que trazem a essência do conhecimento Divino para esta terra que tanto necessita de energias positivas para conquistar um lugar espiritual de destaque junto às forças Criadoras.

A empatia deve ser uma prática que deve ser ativada sempre que as condições que geram a aproximação e a conexão entre pessoas são favoráveis para o seu estabelecimento.

O Natal convida a todos a deixarem de lado suas diferenças, a fazer parte de um propósito unificador, em que a união de nossos povos possa firmar este compromisso para com a vida.

Ele deve ser visto como um convite para deixamos nossas armas de lado, e passarmos a ver o próximo livre do rancor, da afetação, da indiferença e do preconceito.

É certo que em muitos pontos divergimos, mas o fato de nunca termos parado para dialogar e construir um pensamento que integre a sua visão a minha visão, e ao seu entendimento, dificulta nossa relação diante do mundo.

Sei que se fosse capaz de ouvir a sua angústia, e você se abrir para mim para dizer aquilo que está dentro de ti que desperta um incomodo, que você sinaliza este incômodo pela minha presença, nós poderíamos acertar as nossas dificuldades, e fazer com que os fatores interativos entre nós pudessem provocar o desenvolvimento de nossos povos.

Eu sei que as vezes somos relapsos em estabelecer primeiro nossa vontade, em vez de observar a aflição do outro que está ao nosso lado. Se você fosse capaz de perceber que assim como você possui as suas aflições, eu também possuo as minhas aflições, e expor isto a você na forma de um pensamento expresso, eu espero que você perceba que o Natal simboliza um despertar de nos aproximamos neste sentido de união e perdão desta mágoa duradora que pode persistir entre nós.

Talvez seja um erro de nossas percepções ou um vínculo contínuo com um passado distante e frio com que nossos povos passaram e se enfrentar cuja mágoa não pode perdurar até o infinito.

Talvez seja a hora de abrirmos um canal de comunicação para finalmente você expor para mim suas indiferenças e quem sabe aflorar a compreensão que me faça entender você e seu agrupamento.

Seja você Judeu, Islâmico, Budista ou Cristão, já chegou a hora de não mais nos agredirmos e buscarmos aquela conexão com o Criador que nos trará a conquista do que nos foi prometido, que cada um representante do Criador carrega como uma certeza, e uma verdade construída através de nossos povos.

Se vivemos num mesmo planeta devemos aprender a nos compreendermos, devemos aprender a nos suportar, e não passarmos aquilo que nos afligem para outras gerações, porque à medida que nos desenvolvemos parece que intensificamos mais ainda aquilo que nos diferem.

Temos que dar uma chance para a razão, na construção de um diálogo que nos permitam reconhecer como verdadeiramente somos.

O ressentimento já consumiu muitas vidas, porque trazemos estas estruturas todas as vezes, todos os anos, será que dependemos delas para sobreviver? Ou elas fazem parte de um desvio que nós ainda não aprendemos a identificar?

Seja conhecedor do seu coração, isto que o Natal traz para você de mensagem e seja conhecedor do coração do seu irmão, não o julgue antes de verdadeiramente estar com ele. Todo ser humano faz parte da mesma família, nunca esqueça disto, portanto, EU SOU TAMBÉM SEU IRMÃO.

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro

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