Segunda-Feira, 26 de Dezembro de 2016 - 09:48 (Colaboradores)

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CONHECIMENTO IMPESSOAL [SÉRIE – CDLXIII] – Por Max Diniz Cruzeiro

O Conhecimento Impessoal é aquele que não se projeta para afetar a individualidade ou a personalidade de um ser vivo.


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O Conhecimento Impessoal é aquele que não se projeta para afetar a individualidade ou a personalidade de um ser vivo.

A impessoalidade geralmente é requerida e atribuída ao comportamento quando um benefício que deva ser distribuído não permita o vínculo pessoal de consciência com os indivíduos beneficiários.

Geralmente esta é a forma padrão de administração de um estado, onde todos os cidadãos subordinados a sua tutela não podem sofrer diferenciação no seu tratamento.

A impessoalidade também pode ser requerida nas transações de trocas, onde um consumidor não possa ter privilégios de consumo quando observados dentro de um mesmo nível de consumo.

Neste último caso, algumas empresas conseguem estabelecer a diferenciação por critérios de fidelização atreladas as percepções de consumo.

A personalidade é muito importante para que não seja gerado atrito para a percepção do comportamento entre iguais.

A impessoalidade pode ser uma forma de moldar o comportamento nas relações pessoais quando não se pretenda também estabelecer um vínculo duradouro entre partes.

Os princípios de impessoalidade exigem: uniformização da ação, não vínculo pessoal com o referente, os processos de comunicação devem ser formais, a ação deve estar regulamentada para seguir um padrão para todos os considerados iguais, com o fim da relação de troca o vínculo se esgota, um mesmo evento deve seguir um padrão estabelecido por um regulamento.

A uniformização da ação garante que todo os vínculos serão instituídos por iguais condições sem a existência de privilégios no agrupamento.

O não vínculo pessoal com o referente, permite que somente os princípios que norteiam o objeto do contato possam produzir o seu efeito imediato no prazo determinado para a realização do laço ou relação.

Os processos de comunicação devem ser formais, em que nenhum tipo de apresso a um indivíduo descaracterize a diferenciação entre os indivíduos, de forma que se uma informação é liberada para um indivíduo de mesmo agrupamento da lei deve ser atribuído o mesmo direito para os outros indivíduos.

A ação deve estar regulamentada para seguir um padrão para todos os considerados iguais, assim para que o conflito não seja ampliado as regras de acesso devem ser claras e definir diretos, deveres e obrigações de forma clara, concisa e homogênea entre todos os iguais.

Com o fim da relação de troca o vínculo se esgota, assim o fator de liberdade relacional deve permitir que o vínculo após seus efeitos seja desfeito, para que outros indivíduos tenham possibilidades iguais de também se vincularem ao mesmo objeto.

Um mesmo evento deve seguir um padrão estabelecido por um regulamento, o fenômeno de reproduzir o mesmo efeito, para que fatores de diferenciação não sejam percebidos.

Os atributos pessoais não são vinculantes aos atributos impessoais, mas os atributos pessoais devem ser moldados para compreender a necessidade de se trabalhar em vinculação impessoal.

Os atributos pessoais se referem ao particular, em quanto os atributos impessoais são relativos a coisa pública.

A coisa particular de dirige para a pessoa, a coisa impessoal se dirige para um público.

Quando no laço familiar um indivíduo começa a tratar outras pessoas pela forma impessoal pode ser um sinal ou uma exigência de distanciamento ou não vinculação.

A opinião pessoal no ato impessoal somente deve ser levada em consideração para interferir em uma norma que se pressupõe a exigência de que ela não está sendo objeto de ser seguida como lei.

Quando a opinião pessoal no ato impessoal é exercida com a visão de distorcer a lei, ou influenciar a decisão de um administrador a fazer ato que identifique uma vantagem para o particular, se o fato prejudicar outros em iguais de direitos o ato é viciado, e portando deve retroagir seus efeitos.

O ato impessoal deve ser imparcial, não se coligar com o particular e nem com terceiros. De preferência não deve se pautar pela discricionariedade. Deve ser orientado para ser universal, dentro dos princípios consagrados pela lei.

O tratamento impessoal não significa a realização de maus tratos. Ou um caminho que sinaliza a indiferença. É pautado pelo respeito mútuo, em que as partes se subordinam quando necessitam ter uma relação de um para muitos.

Impessoal pode ser usado sob a perspectiva de igualdade. E comutar informações que possam servir para a uniformização de um tratamento.

Portanto exige um pouco de burocracia, de formalidade, de ser objetivo, desinteressado, desapaixonado e neutro.

Estabelece um vínculo de consciência Moral que não permite que a coisa deva ser tradada com apego ao particular.

Portanto, ele é impersonalístico. Exige discrição, e muita consciência de um agir sereno. É uma das bases do respeito à pessoa humana. Permite amparar há muitos dentro de uniformidade da demanda. Onde as prioridades são organizadas pela lei, no qual todo o ordenamento foi consultado para firmar seu posicionamento de fé por meio do juramento a uma constituição de base democrática.

Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro

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