CONHECIMENTO COERCITIVO [SÉRIE – CDL] - Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia O Conhecimento Coercitivo é aquele exercido através da pressão a um conteúdo exercido através de uma relação de poder que se emprega uma força.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 26 de Dezembro de 2016 - 08:43 - Colaboradores


 


CONHECIMENTO COERCITIVO [SÉRIE – CDL] - Por Max Diniz Cruzeiro

O Conhecimento Coercitivo é aquele exercido através da pressão a um conteúdo exercido através de uma relação de poder que se emprega uma força.

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O Conhecimento Coercitivo é aquele exercido através da pressão a um conteúdo exercido através de uma relação de poder que se emprega uma força.

A força se emprega a partir de uma elevação de uma manutenção física ou psicológica em que sua imposição sobre outra estrutura mais frágil é percebida como uma manifestação impositiva.

A coerção é percebida quando a força aplicada supera a capacidade de correspondência do livre arbítrio de outra pessoa.

Ela parte de um princípio de imposição em que o ser que é oprimido se submete a vontade de seu opressor.

Pode ser estabelecida por meio de uma lei expressa, ou através de uma instrumentação percebida como um infrator que submete outra pessoa a sua necessidade e desejo de sobrejulgar.

O Poder Coercitivo é empregado por uma relação desigual entre o referente e quem se submete a força.

A coerção pode ser administrada de uma restrição percebida como uma privação, que parte da liberdade de uma pessoa é confiscada da intencionalidade de sua vontade.

Indivíduos que estabelecem práticas impositivas contrárias a outros seres são mais fáceis de serem influenciados por comportamentos que a subjetividade da coerção é percebida.

Quando o nível de coerção é controlado por meio do amparo da lei, seu limite exerce um poder disciplinar ou de polícia.

Porém quando o nível de coerção não é controlado e não está sob o amparo da lei, sua influência sobre terceiros é percebida como crime.

O poder disciplinar de um pai sobre o seu filho é um processo de coerção que pode ou não ter respaldo da lei, que varia naquilo que é legal de acordo com a cultura estabelecida de cada nação.

O poder de polícia de um estado sobre o cidadão é considerado coercitivo em duas ocasiões, quando ultrapassa o limite estabelecido; ou quando o grau de perigo do elemento infrator assim exigir que o poder de polícia seja administrado em carácter coercitivo, no qual é percebido como retaliação ou repressão.

A coerção é vista de um princípio de afetação do equilíbrio de outro indivíduo a fim de que a introdução de uma imposição seja aceita pela força subjulgada.

A relação de violência pode eclodir a partir da observação de práticas de coerção.

Numa relação de violência tem prevalência no direito universal o indivíduo que está transmitindo princípios universais que pode ser tanto a força que oprime ou a que é oprimida.

Se um militante que de uso de um princípio universal incitar o poder de polícia para provocar o conflito, o direito está do lado do poder de polícia e não do manifestante.

O abuso do poder de polícia tira a legitimação jurídica que passa a prevalecer a visão o indivíduo que sofre a opressão.

A opressão do poder de polícia deve ser proporcional ao agravo, ao grau de periculosidade da presunção de delinquência e a necessidade de estabilidade local, fato que trará sempre a lei a favor do poder de polícia.

O poder de polícia pode ser exercido tanto pelo estado como também por cidadãos de um agrupamento.

Pode compor tanto uma força estruturada, como também um preparo civil, como por exemplo, através de conceitos herdados através da prática de artes marciais.

A coerção motivada de um particular a outro indivíduo é considerada crime em qualquer cultura da civilização, mesmo que a lei expresse em contrário.

A coerção por natureza ética, moral, etária, sexual, religiosa, política, acadêmica, racial, e outra similares, não são práticas de legitimação universais, portanto não garente a soberania do exercício de prevalência do direito.

Somente um juiz tem direito a julgamento de cidadão que faça parte de seu ordenamento, e quando proferida a sentença por um juiz identificado por todos como expressão máxima do desejo do estado, os efeitos gerados pelo seu veredito visto como universal, na imputação da pena, é o que deve ser ressarcido pela sociedade, nada mais é devido à sociedade, em que o sentido da coerção continuada além do que a pena determinar é considerado crime por parte do particular.

A coerção voluntária a outro indivíduo é considerada crime, não anexada a uma causa que a justifique em termos de princípios universais, em qualquer cultura, mesmo que a lei expresse o contrário é crime.

A análise de um comportamento de coerção deve estar em observância dos princípios da contradição e a observância das provas.

A coerção que legitima a pena de morte, poderá ser exercida no caso de indivíduos que incorrem em risco para a sociedade. Por exemplo, um franco atirador, que se não for alvejado, irá fazer mais vítimas. Em quaisquer jurisdições esta matéria deverá expressar todas as ressalvas que um dispositivo desta natureza não poderá ser utilizado que dependerá de cultura para cultura.

Uma coerção se for denunciada em um sistema jurídico deve o sistema jurídico prever os meios de reparação dos danos sofridos e as lesões ocasionadas para as vítimas.

Se a coerção resultar em morte, os fatos devem ser encaminhados para um juiz que deverá identificar o tipo de retratação ou suspensão de direitos que cabe para que a justiça seja realizada.

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Fonte: 010 - Max Diniz Cruzeiro

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