CONFÚCIO IGNORA TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO E NÃO VAI AO DEBATE NO SINTERO - News Rondônia A discursiva do painel foi desenhada pela diretiva do SINTERO aos dois candidatos ao Governo, Confúcio Moura e Expedito Junior, do PSDB de Aécio Neves, cujo foco era a assinatura de uma carta de intenção em apoio à educação.

Porto Velho,

Quinta-Feira , 23 de Outubro de 2014 - 19:51 - Colaboradores


 


CONFÚCIO IGNORA TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO E NÃO VAI AO DEBATE NO SINTERO

A discursiva do painel foi desenhada pela diretiva do SINTERO aos dois candidatos ao Governo, Confúcio Moura e Expedito Junior, do PSDB de Aécio Neves, cujo foco era a assinatura de uma carta de intenção em apoio à educação.

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Porto Velho, RONDÔNIA – A ‘fuga’ do governador Confúcio Moura do enfrentamento com os trabalhadores da educação, nesta quarta-feira [22], foi recebida com sorrisos largos por conhecidos opositores do mandatário e tristeza aos aliados palacianos.

Espremidos, professores e servidores, lotaram o novo prédio sede do sindicato dessa pujante categoria obreira. A maioria ostentava a marca da Central dos Trabalhadores [CUT] e da CTB [Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil], sob a égide do professor Francisco Pantera, vinculado ao Partido Comunista do Brasil [PCdoB].

Não foi o que aconteceu, afirmou a acadêmica Francisca Souza, 52 anos, insatisfeita com a que de compromisso do governador com os trabalhadores da educação.

Confúcio optou em se fazer representar pelo presidente licenciado do SINDSEF [Sindicato dos Servidores Federais do Estado do Amazonas], Daniel Pereira [PSB], vice na chapa peemedebista palaciana.

Em seu discurso, o candidato tucano deixou claro que ‘não fujo e não fugirei a nenhum embate com a classe trabalhadora do meu Estado’. Segundo ele, ‘nunca fui, nem serei passivo com os senhores, a razão principal do desenvolvimento do País e de nossas crianças’.

Na inicial e no término de sua participação no conclave, o tucano chegou a ser hostilizado pela claque organizada, mas preferiu ignorar as provocações, sobretudo as que partiam de conhecidos assessores em cargos de CDS da SEDAM, IPEM, SEAGRI, IDARON e do próprio PMDR regional presidido pelo senador Valdir Raupp.

Sem Confúcio, o evento, em sua segunda etapa, a temática girou em torno do compromisso firmado com os professores e o tucano Expedito, caso seja eleito governador no próximo domingo, para quem, ‘em um governo sério, tudo é possível fazer pela educação e pelos educadores’.

A participação de Daniel Pereira, na inicial, foi resumida em uma recepção pouca amistosa. Mas ele se disse representante do governador, ‘cuja missão é ouvir a categoria e desta plenária levar a mensagem assinada ao seu cabeça de chapa, Confúcio’.

De acordo com sindicalistas ouvidos por este site, ‘Confúcio demonstrou, mais uma vez, com essa atitude, que não conversa com o movimento sindical’. Nem com mesmo com cutistas aliados presididos por Itamar Ferreira, do Partido dos Trabalhadores [PT].

Apesar da ampla difusão nos meios de comunicação dos temas a serem abordados e da confirmação do candidato palaciano, ele se mostrou, mais uma vez, que os temas sobre a educação em seu Governo, estão muito distantes, sobretudo na hipótese de um segundo mandato’, afirmou um membro anônimo da diretiva do SINTERO.

Para a fonte petista, ‘o governo do PMDB rondoniense, nesses quase quatro anos, continua distanciado de uma autêntica consciência a respeito das questões educacionais e da cidadã de maior relevância’.

Professores e servidores à espera da tão sonhada transposição disseram que, ‘não nos referimos, certamente, apenas ao problema da educação, já há décadas identificado e não combatido’, ainda que com resultados bem a quem dos necessários’.

Com o candidato tucano, por ele ter assinado a carta de compromisso com os trabalhadores da educação - e por ter dado a cara à tapa ao movimento sindical - ‘é possível que haja, ou venha a haver algum benefício, tudo por conta das mudanças, aqui, anunciadas por Expedito Junior”, atestaram outros sindicalistas.

A explicação ou previsão dos avanços anunciados pelo candidato do PSDB, na opinião de velhos líderes sindicais, ‘contudo, é polêmica e persiste o fato de que se trata de um fenômeno político natural desde a criação do SINTERO, mas factível aos olhos de quem nunca governou o Estado e que pode realizar parte daquilo que se comprometeu a fazê-lo, se quiser sobreviver, politicamente, no futuro’, arremataram as fontes.

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Fonte: Xico Nery

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