Quarta-Feira, 27 de Junho de 0113 - 23:04 (Colaboradores)

COMEÇA A CORRIDA PELO DESMASCARAMENTO DE UMA LAVRA DE FACE OCULTA NA AMAZÔNIA

A fonte integrava uma equipe que participava de um evento em um dos mais badalados restaurantes do bairro São João Bosco.


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Porto Velho, Rondônia – ‘Caiu como uma bomba.’ Assim se manifestou um suposto técnico do DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral], ao qualificar de ‘absurda’ a aprovação sucessiva de requerimentos para pesquisa e lavra mineral a uma empresa que o Capital muito abaixo dos investimentos a que se propõe a seus empreendimentos no Estado e região.

A fonte integrava uma equipe que participava de um evento em um dos mais badalados restaurantes do bairro São João Bosco. O local é um tradicional ‘point’ de geólogos, engenheiros de minas e usuários acreditados nos distritos do DNPM da Amazônia Brasileira. No local, o ‘prato do dia’ foi às aprovações de lavras ocultas, que seriam requeridas apenas para fins especulativos.

De acordo com a falácia, ‘o assunto deve chegar logo-logo ao conhecimento do Ministro Edison Lobão e da presidenta Dilma Rousseff’. Tamanha será a explosão de um grupo de empresários nativos, mas que transitariam com desenvoltura, por exemplo, na chefia dos distritos para o Acre, Rondônia, Pará e Amazonas.

TÉCNICO OU DETETIVE NO CASO - A mesma fonte citou a extração de ouro, areia e brita como ‘o filão das atividades pretendidas por um conhecido engenheiro de minas e dragueiros da cidade’. Revelou, ainda, que, ‘no relatório que apresentaria, em Brasília, indicaria o nome do dono e o endereço de uma das empresas, cuja sede ficaria na Rua José Bonifácio, bairro Olaria’.

Trata-se de uma casa, cujo muro foi construído com paralelepídedos de granitos. Lá até um certo tempo atrás, adiantou a tal fonte, ‘tinha uma placa com o endereço da suposta empresa I.M.S que pode já ter sido retirada após algumas investidas de investigações na tentativa de concorrentes interessados em ousar desmascarar as faces ocultas de várias lavras nesta parte da Amazônia’.

No site nacional do DNPM, esta Agência de Noticias atestou que ‘a tal empresa a ser denunciada ao Ministério de Minas e Energia e à Presidência da República pode ser a I.M.S com sede em Porto Velho’. Na pesquisa – aberta aos cidadãos – a I.M.S detém uma Portaria de Lavra para explorar Granito para a Construção Civil e inúmeros outros processos junto à União [DNPM], ‘tantos quantos especulativos como teria feito em Guajará-Mirim’.

Segundo ainda a mesma fonte no restaurante, ‘lá, o objetivo seria bloquear áreas para atender demandas da ponte binacional [Brasil-Bolivia], ou seja, fazer com que quem vá construir pague pela especulação atribuída pela I.M.S’.

- É bom lembrar que o contribuinte teria pago, em 2012, as diárias de um técnico que veio em missão a Porto Velho, já que o Portal Transparência Brasil não contempla a ida deste técnico do DNPM ao município de Guajará-Mirim em viagem específica apara vistoriar área da IMS e aprová-la’, confidenciou a fonte ao Repórter desta Agência.

Isso revelaria que o tal técnico do DNPM seria da cozinha da IMS?, Indagou o Repórter.

Seria por isso que, também, a ponte binacional não sai do papel?, reiterou.

Até aí, tudo normal, respondeu a fonte. Segundo disse, ‘o que não quer calar é como uma empresa, com raras exceções concedidas a empresas de mineração por bancos públicos, teria obtido em épocas passadas, um suposto atestado de capacidade financeira de uma instituição pública para montar um empreendimento de britagem e até hoje sequer não teria adquirido nenhum equipamento para este fim.

- Que sorte tem essa IMS, ou este documento pode ter indícios de que também fora forjado? Comentou o falante e irônico personagem desta reportagem que promete fornecer informações e documentos que constam de uma ação judicial, sem segredo de Justiça, no âmbito do Juízo Federal.

Na cidade de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, esta Agência descobriu, contudo, que, ‘quem faria todo o trabalho de forma emprestada para a IMS seria a Construtora Castilho que não tem nada averbado, como manda o Código Nacional de Mineração junto ao DNPM, como cessão que tem regras claras, sendo que de forme inerte, a IMS por ser dona da lavra paga os impostos devidos, menos os valores que estariam ocultos em maior vulto. Sabe-se, no entanto, que, ‘ela presta as informações, como se ela, a IMS, produzisse o que a Empresa Castilho faz, ou seja, estamos literalmente diante de uma empresa virtual’, arrematou a fonte anônima.

NADA A DECLARAR – À porta do gabinete da Chefia do Distrito do DNPM para o Acre e Rondônia, no início da semana, dragueiros punidos pelo DNPM pelas exigências no Código Nacional de Mineração, entre as quais, normas de segurança sanitária [Farmácia, extintores, etc], revelaram que, ‘a IMS estaria em nome de três supostas esposas de servidores da Autarquia’, esta informação ainda não confirmada na Polícia Federal, na Junta Comercial [JUCER] ou pelo Ministério Público Federal.

Xico Nery é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

Fonte: Xico Nery

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