Quinta-Feira, 05 de Janeiro de 2017 - 14:25 (Educação)

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COM O SEXTO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO, GOVERNO BUSCA RESULTADOS

Com o maior número de ocupantes da cadeira de secretário, a Secretaria do Estado da Educação – Seduc ainda continua sendo um desafio para o Governo.


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Secretária de Educação do Estado, Fátima Gavioli, deixa o cargo sendo a quinta secretária e o nome mais técnico a ocupar a função entre os secretários anteriores. Vinda do interior do Estado, Fátima é professora de carreira do quadro da secretaria, ocupou Coordenadoria de Educação em Cacoal e isso a qualificou para exercer uma das mais importantes secretaria por dois anos.

De discurso direto e absolutamente conhecedora, a então secretária, causou impacto junto aos gestores e coordenadores, pois foi a primeira vez que tinham que prestar informações precisas e pautadas em números. Números que segundo consta, também conduziram a insatisfação do Governador, pois os indicadores de Rondônia, medidos no Índice de Desenvolvimento da Educação (IDEB) não foram satisfatórios. Com o maior número de ocupantes da cadeira de secretário, a Secretaria do Estado da Educação – Seduc ainda continua sendo um desafio para o Governo.

Com escolas estruturadas basicamente, em um ano de arrocho salarial para o serviço público de muitos estados e mesmo assim, conseguindo oferecer gratificações aos servidores da educação, os índices educacionais não acompanham. E se uma técnica do quadro, doutorando em educação, seguindo um clamor dos educadores, que era ter um representante, não conduziu a resultados significativos, é fato que o governo precisa montar o quebra- cabeça para entender no que falha.

Nessa procura, o governador voltou a fórmula anterior, buscou nos seus quadros, um próximo, para desempenhar a função. Florisvaldo Alves é o nome escolhido, trás no currículo passagens por vários setores entre eles Sugespe, Sempaz e Superintendência de Combate as Drogas. E como todos levam a confiança do Governador em implantar dentro da secretaria caminhos que conduzam ao desenvolvimento que resvale em números, pois não quer chegar ao final do seu mandato sendo o governador que mais investiu e falou em educação, mas sem poder apontar alunos com percentual de aprendizagem satisfatório.

E contra ele pesa o tempo, pois educação sempre será investimento em longo prazo, mas será de grande valia se conseguir dialogar com quem faz educação. O “chão” da escola tem muitas respostas e quem está lá dentro tem muitas soluções. Quem sabe não chegou o secretário que emane diretrizes que saiam das escolas e chegue a Secretaria, que deixe ressoar os anseios de quem vive diariamente o contexto educacional.

 

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Fonte: NewsRondônia

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