COM BAIXA ARRECADAÇÃO, GOVERNO DA COOPERAÇÃO JÁ COMPROMETE SALÁRIOS, E TEM MAIS UM ANO PERDIDO PARA O FUTURO SETOR INDUSTRIAL - News Rondônia À época, o hoje senador Ivo Cassol divulgou parecer e relatório do TCE [Tribunal de Contas do Estado], confessando que ‘deixei em caixa saldo de R$ 3 milhões e 172 mil reais’, no que foi contestado por ex-aliados e pela Casa Civil do Governo rondoniense.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 28 de Outubro de 2013 - 09:36 - Colaboradores


 


COM BAIXA ARRECADAÇÃO, GOVERNO DA COOPERAÇÃO JÁ COMPROMETE SALÁRIOS, E TEM MAIS UM ANO PERDIDO PARA O FUTURO SETOR INDUSTRIAL

À época, o hoje senador Ivo Cassol divulgou parecer e relatório do TCE [Tribunal de Contas do Estado], confessando que ‘deixei em caixa saldo de R$ 3 milhões e 172 mil reais’, no que foi contestado por ex-aliados e pela Casa Civil do Governo rondoniense.

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Guajará-Mirim, Rondônia – Cada vez que o governador Confúcio Moura bate com pires à mão na porta da presidente Dilma Rousselff [PT], em busca de dinheiro federal, ecoa a falta de explicações dele a suposta ameaça de que Rondônia estaria entrando para um novo fundo do poço.

Não foi diferente quando pediu aos deputados a aprovação do empréstimo de R$ 542 milhões junto ao BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social]. Na justificativa do ex-secretário-Chefe da Casa Civil, Juscelino Amaral, ‘o governo herdou do ex-Ivo Cassol dívida de R$ 240 milhões’.

À época, o hoje senador Ivo Cassol divulgou parecer e relatório do TCE [Tribunal de Contas do Estado], confessando que ‘deixei em caixa saldo de R$ 3 milhões e 172 mil reais’, no que foi contestado por ex-aliados e pela Casa Civil do Governo rondoniense.

GOLPE POLÍTICO - Eles vão mais além e denunciam que, ‘Confúcio, no acumulado de três anos, perdeu o apoio de parte dos industriais ligados à Federação das Indústrias [FIERO] e da Federação do Comércio [FECOMÉRCIO], e fora induzido ao agronegócio bovino e madeireiro, sem mostrar interesse pela indústria de transformação.

Apesar de contar com maioria absoluta na Assembléia Legislativa, o mandatário rondoniense pouco tem feito para reagir e buscar uma solução doméstica para a crise que já ameaça a não pagar o 13º Salário, as frações da dívida interna ou mesmo manter vivos os acordos com trabalhadores da educação, saúde e da segurança pública.

LENIÊNCIA GENOCIDA - De acordo com um ex-Assessor da presidência da ALE-RO, ‘não foi diferente com Valdir Raupp, José Bianco, Ivo Cassol, João Aparecido Cahulla, nem estar sendo com Confúcio Aires Moura’. Sequer teve a ousadia de mostrar dados econômicos aceitáveis ou divulgar suas políticas econômicas de modo a sensibilizar o mercado interno e externo. Muito menos, apresentou um eixo capaz de atrair para Rondônia parte do Plano Brasil Maior – nem demonstrou preocupação com a indústria.

Disseram ainda que, ‘a explicações sobre a indústria deveriam sair das Secretarias de Assuntos Estratégicos [SEAE] da de Desenvolvimento Sócio-Econômico [SEDES]’. A novidade negativa é a constante queda da arrecadação sobre a produção agrícola, madeireira e bovina, enquanto ‘o Governo ignora o potencial ativo da mineração’.

Estudos extra-oficiais colhido entre agentes públicos acreditados no IBGE, Receita Federal, TCE, TCU e em algumas Inspetoriais da RF em Guajará-Mirim e Vilhena, ‘o governo estadual perde arrecadação em quase todos os segmentos, sobretudo no comércio lojista, hoteleiro, de madeiras, bovino e de metais preciosos’.

RECEITA EM QUEDA LIVRE - No tocante aos segmentos da mineração, há três décadas o Estado de Rondônia apresenta negativamente os seus resultados. Pelo menos, 90% da produção de ouro, cassiterita e de pedras preciosas é evadida escandalosamente aos mercados da Bolívia, Peru e destes para os mercados norte-americano, asiáticos e a Países Baixos [Holanda, Luxemburgo e Bélgica].

A MINACOOP, das três ou mais cooperativas ativas, ao longo do período mencionado dar publicidade real do RAL [Relatório Anual de Lavra] exigido pelo Ministério de Minas e Energia [MM-E] através do DNPM [Departamento Nacional de Produção Mineral]. Ações essas, praticamente, ignoradas pelo novo secretário de Finanças [SEFIN], Gilvan Ramos.

É o caminho natural para que a Polícia Federal, através da Divisão de Crimes Contra o Sistema Financeiro Nacional, cruzem os dados e dê continuidade aos desdobramentos das operações Iara, Rio de Ouro, Dinízia e Eldorado, deflagradas com sucesso, respectivamente, no Mato Grosso, Rondônia, Pará, Rondônia, Amazonas e Roraima.

Além da SEAE, SEDES, SEDAM e a Secretaria de Finanças [SEFIN], os economistas citaram ainda a omissão da Companhia de Mineração de Rondônia [CMR], ressuscitada no governo para assegurar a movimentação de peças no tabuleiro da mineração. Segundo eles, ‘a Companhia definiria a dinâmica das repúblicas minerarias do ouro, cassiterita, calcário, pedra, areia e até diamantes’.

Nesse teatro de alternativas econômicas, o governo de Rondônia insiste em ignorar os estudos apresentados conjuntamente pela MINACOOP, Universidade Federal [UNIR] e sob a orientação do mais famoso especialista em Legislação Mineral da América, William Freire, tirados no I Congresso Internacional de Mineração e Garimpagem Sustentável [I CIMIGS], em 2012.

XICO NERY é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Noticias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos.

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Fonte: Xico Nery

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