Quarta-Feira, 28 de Março de 2018 - 11:30 (Colaboradores)

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CENTRO-OESTE E RONDÔNIA DEPOIS DE GETÚLIO E JUSCELINO

Os brasileiros que nem sabiam a que pátria pertencia percorriam as longas distâncias em canoas a remo e caiaque.


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Desde o início das obras da Ferrovia Madeira-Mamoré, 1907 a 1912, onde cada dormente implantado representou a vida de cada um dos 10 mil trabalhadores, passando pela BR-364, até a virada do século XX, o desenvolvimento de Rondônia, incluindo Centro-Oeste e Amazônia, gostem ou não os bairristas, fora irrigado pelo sangue, suor e sofrimento de milhares de brasileiros. Muitos deles vieram e nunca mais retornaram.

Por mais de 400 anos, essa região em que se encontra o estado de Rondônia, viveu isolada com sua economia rudimentar baseada na coleta dos produtos ofertados pela natureza, tais como, látex, essências, castanhas, ervas medicinais, peles de animais selvagens, garimpos de ouro e diamantes.

Reunir documentos e depoimentos para produzir o livro: “Centro-Oeste e Rondônia depois de Getúlio e Juscelino” na verdade, não vem sendo uma das tarefas mais fáceis, mas que ao longo de vários anos pesquisando a trajetória econômica e social desta região, tornou-se gratificante contextualizar de maneira clara e objetiva os acontecimentos e fatos de épocas distintas.

Venho realizando entrevistas com pessoas que nos últimos 80 anos, vivenciaram de uma maneira ou de outra o desenvolvimento de Rondônia que no período agudo da crise política, econômica e social que sacudiu o Brasil entre 2015 e 2018, manteve um crescimento de 3,5% acima da média nacional, capitaneada pela soja, milho, carne, peixe e café.

Um capítulo, digamos especial, da obra com 220 páginas que será lançada em Porto Alegre (RS) na Feira Internacional do Livro, em outubro mostrará, também a importância dos pioneiros que insistiram em permanecer, transformando com a força do trabalho e coragem a paisagem de uma região até então inóspita.

O objetivo é relatar a história dos que fizeram a história, tendo como pano de fundo os visionários e sonhadores, Cândido Rondon, Getúlio Vargas e Juscelino Kubistcheck, cada um ao seu tempo e jeito fizeram acontecer.

Fonte: NewsRondônia

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