Quarta-Feira, 23 de Julho de 2014 - 17:50 (Colaboradores)

CASSOL RECUA DE ASSIS E DO SOLIDARIEDADE E MUDA JOGO DA CANDIDATURA DA IRMÃ JAQUELINE

Além desses valores, Francisco de Assis [homônimo do cunhado do governador Confúcio Moura], foi guindado à presidência do SDD Estadual, um feito inédito enquanto a legenda foi entregue a apenas a deputados federais.


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Pimenta Bueno, Rondônia – Defenestrado do Grupo Cassol [PP], Solidariedade [SDD] e agora da Força Sindical no Estado, o fiscal de ônibus da Empresa de Transportes Rio Madeira, Francisco de Assis Pinto Rodrigues, revelou imagem negativa de parte do movimento sindical rondoniense junto à população.

Além desses valores, Francisco de Assis [homônimo do cunhado do governador Confúcio Moura, foi guindado à presidência do SDD Estadual, um feito inédito enquanto a legenda foi entregue a apenas a deputados federais.

Dos 27 estados e o Distrito Federal, o SOLIDARIEDADE foi destinado a representantes da classe trabalhadora. Em Rondônia, a previsão era eleger um deputado federal e no Acre, “continua a mesma proposta com Luiz Anute, sindicalista do segmento da saúde”, disse Carlos Lacerda, Secretário Geral da FS Nacional.

Sem entrar em detalhes em cima das confusões adredimente preparadas Assis, as lideranças nacionais da Força Sindical e do SDD – que apoiam Expedito Junior ao Governo e o filho, Expedito Neto, à Câmara Federal – ficaram estupefatas com as manobras que culminaram com a entrega da sigla ao grupo Cassol e ao ex-deputado, Carlão de Oliveira.

A situação atual, segundo fontes da FS e SDD, respectivamente, é que o ex-Representante Estadual da Central de Trabalhadores e do partido aguarda apenas a vinda do presidente Miguel Torres e Paulo Pereira da Silva, do SDD, a Rondônia nos próximos dias.   

Extraoficialmente, sabe-se, no entanto, que, Francisco Assis deverá prestar contas dos recursos recebidos e abrir o caixa sobre o aluguéis de carros, compra de um veículo à mulher, gastos com combustíveis, postos de lavagem [lava-jato], a movimentação da conta do sindicato dos trabalhadores autônomos do segmento contábil [SEAAC], além de sofrer revisões da Nacional da Força Sindical nos acordos e homologações em subscritos pelo ex-sindicalista.

Do mal o menor, também está passível de sofrer ações fora do eixo do SOLIDARIEDADE e da Força Sindical, “a suposta fraude de filiação ao Sindicato dos Empregados do Comércio [SINDECOM] e em outra entidade desmembrada do SINTTRAR presidida pelo sindicalista DA SILVA”.

Além de Ivo e Jaqueline Cassol, a nacional do SDD detectou outras manobras atribuídas a ele que só serão reveladas na chegada de Miguel Torres entre as quais, destaca-se “a falta de lisura com o legado da classe trabalhadora rondoniense”.

Um dos pontos denunciados por Miguel Torres, presidente nacional da Força Sindical, “foi à retirada do slogan do carro da Força entregue a Estadual”. Sem a identificação do veículo, transitou entre o SDD, a sede da FS e às casas de Ivo e Jaqueline Cassol, além da mansão de Carlão e Jean de Oliveira, onde teriam ocorridos os acordos para a entrega do SDD aos  arqui-inimigos de Expedito Junior”.

DESCONHECIDO – Na ex-gestão, a Força Sindical e o SDD, ambos não avançaram no cenário sindical e político rondoniense. A desidratação teve seu ápice na falta de mobilização e capitalidaridade das ações propostas pela nacional da Central e do partido para Rondônia.

- O rosto de Assis continua ausente do movimento sindical, afirmam sindicalistas fundadores da Força Sindical rondoniense e de outras centrais.

Em maio passado, fontes nacionais da FS e do SDD estadual, para verificar como filiados, aliados e representantes de Miguel Torres e Paulo Pereira da Silva [Paulinho da Força Sindical] avaliaram, em pesquisas, já registravam imagem negativa da atuação de Francisco de Assis.

O resultado mostrou que as chances de Assis permanecer na pré-candidatura a deputado federal e à frente da Força Sindical, que, “a atuação dele lidera a falta de confiança dos filiados e aliados no cenário regional na comparação com outras centrais do Estado”.

Com Assis, a Força Sindical e seus representantes indicados por ele aos sindicatos na Capital e interior do Estado passaram a perder as melhores avaliações no quesito confiança e credibilidade de seus filiados, parceiros e aliados, como parte da imprensa, empresas, movimentos sindicais, redes sociais, poder legislativo e governos.

Por fim, a percepção da imagem dele à frente, também, do SOLIDARIEDADE, é altamente negativa, pelo menos, no ninho dos tucanos, do grupo Cassol e de Carlão de Oliveira. Esses fatos avolumaram-se, agora, com o reaparecimento de Assis com a mulher nos arredores da rodoviária da Capital Porto Velho.

Fonte: XICO NERY

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