Segunda-Feira, 08 de Janeiro de 2018 - 11:03 (Política)

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BRIGA ENTRE PREFEITO E O VICE É REPROVADA PELA POPULAÇÃO; O TUCANO DEIXOU DE TRANSMITIR CARGO QUANDO VIAJA

A suposta crise politica, segundo analistas, ‘repercute negativamente de maneira a formar uma profunda ferida entre os dois’ a ponto de os desentendimentos virem a provocar um possível fim da aliança entre o PSDB e PSDC nas eleições gerais deste ano.


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Porto Velho, Rondônia – O possível rompimento entre o prefeito Hildon Chaves e o vice Edgar Toniel (O Boi) é reprovado pela população nas ruas e vielas desta Capital. O fato não e mais novidade, já que o tucano evita passar o cargo toda vez que viaja.

A suposta crise politica, segundo analistas, ‘repercute negativamente de maneira a formar uma profunda ferida entre os dois’ a ponto de os desentendimentos virem a provocar um possível fim da aliança entre o PSDB e PSDC nas eleições gerais deste ano.

O caso chegou às redes sociais depois que o colunista Carlos Caldeira deu em primeira mão a noticia sobre as constantes ‘brigas’ da dupla – por questões ainda não reveladas, totalmente. Na inicial, Hildon passou a chamar para si todas as decisões.

Num segundo momento, a posse do engenheiro militar saído do Exército, coronel Chrisóstomo Moura, para o cargo titular da SEMISB (Secretaria Municipal da Infraestrutura e Serviços Básicos), teria sido a gota d’água que provocara os primeiros desentendimentos entre o prefeito e o vice.

- A nova pasta é o resultado da fusão de outras secretarias e teria sido trabalhada por Edgar do Boi, para onde seria remanejado numa questão decidida antes do carnaval de 2017, revela um dos auxiliares da SEMAGRIC.

Outro aspecto dessa crise politica deflagrada antes de mais uma viagem do prefeito à China e ao Rio de Janeiro (foi na Cidade Maravilhosa que Hildon Chaves passou o Réveilon com a família e a parte maior do seu staff) é por conta da não transmissão de cargo que antecede as viagens a Brasília ou ao exterior.

Nas ruas e vielas da cidade, com o vazamento da pendenga entre Hildon e Edgar do Boi, os cargos ficam vagos e passaram a ser ocupados por auxiliares pessoais do prefeito, como o tal  ‘Doutô Santana’ que negara a demissão do Adjunto da SEMOB, Thiago Beber, cuja cabeça é pedida pelo Coronel Chrisóstomo Moura, titular da Infraestrutura.

Sobre o assunto, para a população ‘é um caso de lavagem de roupa suja reprovável’, justamente quando as chuvas torrenciais de janeiro castigam bairros e os distritos. Por causa dessa crise, ‘ninguém mais sabe quem manda na prefeitura’, atesta a dona de casa Sandra Maria da Silva, 57, do Esperança da Comunidade.

Segundo ela, ‘enquanto as duas beldades políticas brigam entre si, a cidade é alagada a cada toró impiedoso’. Por falta de gestão, com a ausência do prefeito, ‘ninguém resolve nada e a prefeitura virou uma Casa de Noca’, entendem parte dos dirigentes da Associação de Amigos e Moradores do bairro Teixeirão, um dos que mais sofrem com as alagações no período do inverno.

A briga entre o prefeito e o vice, é o estopim de uma crise politica instalada na prefeitura, é inaceitável, especialmente se Hildon desconhece a lei que diz que, na ausência do titular, ‘o vice é quem assume o cargo, automaticamente, afirma o advogado Manoel Rivaldo.

Fonte: NewsRondônia

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