Terça-Feira, 19 de Junho de 2018 - 17:27 (Internacional)

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BRASILEIROS QUE ASSEDIARAM ESTRANGEIRAS SÃO IDENTIFICADOS

Vídeo de brasileiros constrangendo estrangeiras é vergonha nacional. Um dos protagonistas é policial militar em Santa Catarina. Outro homem que aparece nas imagens é advogado e ex-secretário que tem condenação no TCE


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Um vídeo em que homens brasileiros aparecem assediando uma mulher russa durante a Copa do Mundo viralizou nas redes sociais na última semana. Nas imagens, eles se divertem cantando músicas em alusão à cor do órgão sexual da mulher.

Fica claro, no vídeo, que a mulher não entende o idioma português e os homens a incentivam a repetir a frase dita pelo grupo como se fosse um hino de torcida.

Um dos agressores identificado é o policial militar Eduardo Nunes, de Santa Catarina. A PM do estado divulgou, na manhã de hoje, uma nota sobre o caso. Segundo a corporação, apesar de estar de férias, Eduardo terá de responder pela atitude e será aberto um processo administrativo.

“A corporação não corrobora com este tipo de atitude que é incompatível com a profissão e o decoro da classe, previsto no Regulamento Disciplinar e no Estatuto da PMSC, independentemente de estar em período de férias, folga de serviço ou qualquer outra situação de afastamento, devendo portanto, responder por suas atitudes”, diz a nota divulgada pela PM-SC.

Ex-secretário

Outro homem identificado nas imagens já foi condenado pelo Tribunal de Contas de Pernambuco por irregularidades na prestação de contas de 2012 do município. Na época, o advogado Diego Valença Jatobá era secretário de Turismo, Esporte e Cultura de Ipojuca (PE), onde fica a praia de Porto de Galinhas, na gestão do prefeito Pedro Serafim (PDT).

Valença também foi condenado por dever R$ 37,5 mil de pensão alimentícia à ex-mulher. O processo foi iniciado em 2014 e está na primeira instância.

De acordo com o TCE-PE, foram gastos R$ 2,2 milhões em 12 processos de inexigibilidade para a contratação de atrações artísticas pela prefeitura de Ipojuca. Outra irregularidade apontada pelo TCE-PE é que os empresários contratados em todos os processos são para uma data e local e não exclusivos para o artista ou banda.

Fonte: 015 - Pragmatismo Político

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