Terça-Feira, 07 de Novembro de 2017 - 16:52 (Agricultura)

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BRASIL E BOLÍVIA BUSCAM AÇÕES PARA DESENVOLVER REGIÃO DE FRONTEIRA

A Conab também mostrou as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que estabelecem os requisitos fitossanitários para a entrada de produtos de origem vegetal no Brasil.


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Criar oportunidades de mercado para frutas e hortaliças nas áreas de fronteira entre Brasil e Bolívia. Este é um dos objetivos da reunião que acontece entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e representantes do governo boliviano em Puerto Suárez, na Bolívia. A meta é fortalecer o desenvolvimento nas regiões fronteiriças a partir do estabelecimento de um mercado forte entre os países da América do Sul e o estado brasileiro.

Nesta terça-feira (7), técnicos da Companhia apresentaram as principais demandas brasileiras de importação de frutas e hortaliças. Segundo dados da Gerência de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, maçã, pêra, ameixa, uva e kiwi representam 85% das frutas importadas pelo Brasil. As principais hortaliças adquiridas de outros países são alho, batata e cebola.

A Conab também mostrou as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que estabelecem os requisitos fitossanitários para a entrada de produtos de origem vegetal no Brasil.

O mercado fronteiriço é promissor, acredita o superintendente de Abastecimento Social da Conab, Newton Araújo Junior. Segundo ele, atualmente muitos produtos consumidos nos municípios que fazem fronteira com a Bolívia são provenientes dos estados do Sul e Sudeste do país. “A proximidade com o produtor na faixa fronteiriça proporcionará aquisição em menor preço e maior qualidade, criando um ambiente social e econômico mais justo e proveitoso”, avalia.

A reunião entre técnicos dos dois países continua nesta quarta-feira (8). A expectativa é que a partir das discussões seja elaborado um futuro termo de cooperação técnica. O projeto conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e poderá ser replicado em outros países.

Fonte: 010 - 'CONAB - Assessoria de Imprensa'

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