AUTORIDADES FEDERAIS NÃO CONTÊM EVASÃO ESCANDALOSA DE DIVISAS ORIUNDAS DO OURO ROUBADO DOS GARIMPOS - News Rondônia Trajano, por sua atuação polêmica desde o governo Ivo Cassol, poderá ser objeto de uma ação civil pública por vir sendo acusado por uma cooperativa de “interferir nos assuntos internos dessa entidade”.

Porto Velho,

Segunda-Feira , 29 de Setembro de 2014 - 22:58 - Colaboradores


 


AUTORIDADES FEDERAIS NÃO CONTÊM EVASÃO ESCANDALOSA DE DIVISAS ORIUNDAS DO OURO ROUBADO DOS GARIMPOS

Trajano, por sua atuação polêmica desde o governo Ivo Cassol, poderá ser objeto de uma ação civil pública por vir sendo acusado por uma cooperativa de “interferir nos assuntos internos dessa entidade”.

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BELMONT, Porto Velho [RONDÔNIA] – Em média são extraídos cerca de 150 quilos de ouro dos garimpos a céu aberto ao longo da calha do rio Madeira, Mutum-Paraná e Itine4z-Mamoré-Guaporé na divisa com a vizinha Bolívia no Departamento [Estado] PANDO.

A informação consta de um estudo reservado em poder de técnicos em mineração independentes não vinculados às secretarias do Desenvolvimento Ambiental [SEDAM], Finanças [SEFIN], ao Departamento Nacional de Produção Mineral [DNPM] e a Delegacia da Receita Federal em Rondônia, Acre e Amazonas.

Segundo esses estudos, “o maior volume de ouro roubado é das áreas de propriedades da União e que deveriam ser fiscalizadas, permanentemente, pelo DNPM, Polícia Federal e Receita Federal e gira em torno de cerca de 300 toneladas ocorridas nos últimos 15 anos”, a partir da já denunciada máfia do ouro por pequenos mineradores insurgentes da SEDAM comandada pela geógrafa paraense, Nanci Maria Rodrigues da Silva.

Indicada também a cargos de chefia no IBAMA pelo senador Valdir Raupp [PMDB], Nanci protagonizou, “ao arrepio de lei federal, em plena vigência do decreto 5.197, de 29 de Julho de 1991, do governo Oswaldo Piana, em inobservância às determinações da ex-Procuradora Nádia Simas de Souza, concedeu licenças de operações e ambientais polêmicas ao dragueiro Arão Mendes Rodrigues [O Cigano] e a Geomário Leitão Sena, além de autorizações exclusivas a areeiros”.

De forma frontal, apesar do decreto 5.197 ter sido considerado obsoleto por procuradores [Municipais, Estaduais e Federais], a titular da SEDAM pode responder a qualquer momento por mais um crime de improbidade vez que, “recebeu valores, taxas e emolumentos para renovação de licenças, mas vem protelando as liberações, inclusive à contra-ordem do governador Confúcio Moura, que vai á reeleição dia 5 de outubro”.

MÁFIA DO OURO – Com livre trânsito na SEDAM, madeireiros, fazendeiros e mineradores do agronegócio desses segmentos, “não têm tido problemas em liberar planos de manejos e licenciamentos junto às coordenadorias do órgão” - diferentemente das cooperativas de menor poder de fogo financeiro e político junto ao Governo da Cooperação.

Além dos dragueiros Arão, Zé Ratão e Sena, a SEDAM têm oferecido tratamento diferenciado a grupos já considerados ilegais junto ao Fisco e que insistem em operar nos garimpos do Belmont, dentro da Área de Proteção Ambiental [APA], Amazonas e Mato Grosso, este último palco da Operação Eldorado..

Mas que se impõem na área com a ajuda do presidente da Associação de Geólogos Profissionais de Rondônia, José Trajano dos Santos, chefe da Coordenadoria de Recursos Minerais [COREM], hoje a principal ligação dos ilegais junto a SEDAM e a entidade que preside.

Trajano, por sua atuação polêmica desde o governo Ivo Cassol, poderá ser objeto de uma ação civil pública por vir sendo acusado por uma cooperativa de “interferir nos assuntos internos dessa entidade”. Além de oferecer suporte técnico a dragueiros em reuniões reservadas na SEDAM, cujo maior beneficiado é o suposto professor e técnico em cooperativismo junto a OCB-RO e a NOVA MINACOOP, João Rocha, oriundo de Ourinhos, no estado de São Paulo.

É do grupo dele, um suposto garimpeiro da cidade de Humaitá [AM] preso pela Polícia Federal depois de ter efetuado depósito de cerca de R$ 400 mil [em espécie] em uma agência bancária de Guajará-Mirim há duas semanas, depois de atravessar a fronteira com a Bolívia, numa operação que envolveria venda ilegal de minério brasileiro sem a comprovação de origem.

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Fonte: Xico Nery

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