ASSOPRO - Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia O assopro é o ato de soprar que geralmente é exercido com intencionalidade tornando o sujeito ativo na ação que expressa uma necessidade de intervenção ambiental.

Porto Velho,

Sabado , 24 de Setembro de 2016 - 08:47 - Colaboradores


 


ASSOPRO - Por Max Diniz Cruzeiro

O assopro é o ato de soprar que geralmente é exercido com intencionalidade tornando o sujeito ativo na ação que expressa uma necessidade de intervenção ambiental.

ImprimirImprimir página

O assopro é o ato de soprar que geralmente é exercido com intencionalidade tornando o sujeito ativo na ação que expressa uma necessidade de intervenção ambiental.

O assopro pode ser exercido com a finalidade de diminuir tensão sobre partes do corpo na ocorrência de um ferimento ou lesão, em que os fluxos de ar despendidos sob a pele têm por objetivo reduzir a temperatura corpórea para que o arrefecimento da pele possa produzir uma sensação de adormecimento e diminuição da ativação das substâncias opioides presentes nos receptores de dor.

Outra funcionalidade para o assopro é para o uso de instrumentação, com o objetivo de produção sonora a fim que o sequenciamento do ar possa conseguir a nota perfeita em que um músico planeja organizar seus estímulos para se adequar a uma necessidade de transmissão melódica.

O assopro é organizado em momentos festivos, em que indivíduos desejam sorte em sua vida, quando velas são coladas por cima de bolos, e estes servem de suporte à chama que deve segundo tradições ser apagada a partir de um único assopro, para que a paz, harmonia e sorte entre dentro do rol de expectativas de um indivíduo.

O assopro é utilizado também para o preenchimento de vazios, como no caso para inflar balões, câmaras de ar ou língua de sogra.

Embora estes mecanismos tenham sido em parte tratados dentro do capítulo referente a sopro convém deixar claro que o ponto de fixação do conceito deste capítulo está na perspectiva do movimento que desloca o fluxo de ar para fora, e não no movimento gutural, no caso do sopro, que permite que o fluxo seja gestado para sua forma de expansiva de expressão.

Portanto o assopro é um evento observado do ponto de vista externo à boca do indivíduo, enquanto o sopro é o mecanismo de formação em que o duto de ar é canalizado para que o indivíduo rompa na ação de ejacular ar para a atmosfera.

O conhecimento dos mecanismos de deslocamento de ar a partir do assopro foi vital para a construção de muitas engenhocas desenvolvidas principalmente no século XVIII cujos conceitos daquela época se incorporaram nos modernos instrumentos da mecânica de automóveis e máquinas injetoras.

O assopro foi representado em muitos brinquedos, como por exemplo a levitação de bolhas de sabão com o intuito recreativo, como também num brinquedo simples que ao ser bombardeado por ar em um túnel de vento, uma bolinha passa a flutuar contrariando a lei da inércia e da gravidade.

A força aplicada para o assopro deve suprir a resistividade do ar externo próximo à boca do indivíduo e ainda para atingir o fim determinado de promover ação sobre o objeto que se deseja modificar sua trajetória de inserir uma função geratriz capaz de servir de impulso para o atingimento do objetivo planejado.

Por mais banal que possa parecer este conceito, quem for capaz de sua compreensão profunda, poderá construir objetos de transporte usando o princípio ao aplicar leis simples da física sobre a locomoção dos corpos.

O movimento de partículas promove uma força em cadeia em escala de reação de causa e efeito, no qual tende a se anular quando a resistividade de outros corpos for mais forte que a propulsão gerada pelo movimento retilíneo e uniforme.

O choque do fluxo de ar do assopro no sentido de um corpo, faz com que a barreira natural do objeto sirva de aporte para que o jato de ar se dissipe pelas laterais a formar uma expansão circular de vento, fenômeno que pode ser verificado se um indivíduo fizer o seguinte experimento:

Coloque sobre uma superfície plana um pouco de areia até que cubra toda a área que envolve o planisfério. Em seguida desloque um fluxo de ar à 90º da superfície, observe que a areia tenderá a se deslocar formando um alo em todas as direções, se o ângulo não for bem equilibrado algumas zonas tenderão a apresentar um grau de variação maior, mas com a tendência circular em que o fluxo de ar tenderá a se dissipar em relação a resistividade do segmento plano ao qual está assentada a areia.

O assopro é utilizado também como forma de limpeza ocular, quando se indica que um cisco penetrou sobre a barreira do olho. Ou em alguns casos para verificar através de exame médico a propensão de um paciente reagir diante de uma pressão sobre o globo ocular.

O assopro pode ser utilizado como forma de distração de um indivíduo, em que o fluxo de ar é ejaculado para a face, a fim de que um oponente perca tempo de ação, ao tentar reparar o foco de visão pela agressão levemente sofrida. Enquanto o agente prepara uma emboscada ou fuga a fim de garantir a sua integridade.

Manter o fluxo de ar constante é uma tarefa difícil uma vez que exige do agente que ele faça um controle respiratório bastante eficaz a fim da manutenção da ação.

Portanto há que se pensar em uma canalização de uma pulsão que abasteça o sistema respiratório o suficientemente forte para que possa reintrojetar novos fluxos de sopro conforme a necessidade de assoprar em direção de determinado objeto.

O assopro em muitas lendas míticas da antiguidade é percebido como um ato de concepção de vida, onde um indivíduo doa energia vital para outro a fim de estabelecer o padrão energético do não-vida, da coisa-pessoa que não mais tem identidade no plano físico.

Enquanto o sopro é visto dentro desta lógica como o mecanismo que incorpora a essência uma vitalidade que venha necessitar o indivíduo que já era em termos de existência.

NOTICIAS RELACIONADAS

Fonte: Max Diniz Cruzeiro

Comentários do Facebook

Veja Também

Publicidade

  • Http://www.Auto-doc.pt