Segunda-Feira, 01 de Setembro de 2014 - 18:57 (Colaboradores)

APÓS TURBULENTO MANDATO, GOVERNO DA COOPERAÇÃO É QUESTIONADO AO APAGAR DAS LUZES

o bojo das mudanças imediatas, a lista é encabeçada por pedidos não atendidos por sindicalistas dos segmentos da saúde, educação, segurança, do setor mineral e da agricultura familiar.


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Porto Velho, Rondônia – O governador Confúcio Moura tem agora pouco tempo para acabar com a ‘intifada’ fora e dentro do seu próprio Governo. Pelo menos, esse é o prognóstico extra-oficial cargo de parte do movimento sindical rondoniense   

As propostas anunciadas pelo referido estudo, como parte do eixo de mudanças de hábitos sugeridos ao mandatário, passa pela substituição de badalados ícones do comando da campanha que objetiva, sob todos os aspectos, ‘a reeleição de Confúcio e a manutenção de conhecidos CDS pesos pesados dentro do seu arco de aliança’.

ÚLTIMO CLIQUE - Caso não ofereça alternativa ‘mudatória’, após três anos e oito meses turbulentos, ‘o eleitorado insatisfeito irá às urnas questionar em reação as mudanças que não fez, até aqui, em secretarias e assessorias especiais que só perpetraram ataques e assinaram medidas antipopulares’, diz Henrique Ferraz, publicitário e gráfico.

No bojo das mudanças imediatas, a lista é encabeçada por pedidos não atendidos por sindicalistas dos segmentos da saúde, educação, segurança, do setor mineral e da agricultura familiar. O governo perde, em quase quatro anos, ‘com os entraves aos servidores impostos pela SEDUC, SEDAM, SESAU, SESDEC, CERIMONIAL, Gabinete, passando ainda pelo sistema penitenciário e processos licitatórios não muitos claros’, afirma a fonte.

- É como se a névoa de pó e das ruínas que sobem desde a queda de aliados não mantidos pelo Governo após a vitória de 2010 ainda encobrisse o Estado inteiro, sobretudo agora com a probabilidade de a eleição ser decida pela oposição no primeiro turno, atesta Francisca Souza da Silva, 51, acadêmica do Serviço Social.

ARRIBAÇÃO MAIOR PRÓXIMA - A projeção foca ainda negativamente na adesão quase total do empresariado dos principais centros econômicos da zona da Mata, Vale do Jamary, do Cone Sul e da região central do Estado. É que a maior parte decidiu sair candidato e/ou apoiar opositores ao grupo do Governador.

Francisca diz que os motivos da suposta ‘intifada’, dentro do Governo do PMDB, diz respeito à inépcia atribuída a secretários e assessores em tratar com o movimento sindical, cujas lideranças formadoras de opinião decidiram, também, aventurar-se na busca por mandatos eletivos, mas em lados opostos.

FÁBRICA DE ESCÂNDALOS? - Como prova inconteste de ações negativas do atual Governo, atestam estudos em poder de opositores, ‘são as ações do Governo da Cooperação monitoradas pelo Tribunal de Contas [TCE-TCU], Ministério Público [Estadual e Federal], Assembléia Legislativa cuja mente aberta e esclarecedora tem ‘pugnado pelo questionamento de pagamentos de precatórios, suspensão de obras e apuratórios de escândalos envolvendo parentes e assessores do governador’.

- Nos palanques e no Palácio Presidente Vargas, o governador fala ao contrário e as pessoas rebatem, atesta Ferraz.

GESTÃO SEM ATITUDES - Embora Confúcio tenha sido comparado ao personagem mitológico Sísifo, condenado na Grécia Antiga, a fazer a mesma coisa durante décadas, ele não escapa das arestas já cicatrizadas com a prisão do filho Rômulo e de assessores em operação da Polícia Federal.

Esses fatores contribuirão fortemente até o dia da eleição para que o Governo da Cooperação, segundo esses prognósticos, ‘puxem para baixo a votação prevista por ele e seus marqueteiros’, caso não afaste parte dos assessores dos bunkers palacianos, ressalta a Acadêmica Francisca Silva.

Estudo de agências de pesquisas e de inteligência privadas a que este site teve acesso atestaria que, ‘Confúcio foi eleito, mas não levou o Governo’. Isso teria facilitado a ascensão de uns poucos não-aliados de primeira hora, a decisões que cutucaram, negativamente, o empresariado honesto, trabalhadores e servidores a uma suposta intifada – como a revolta dos palestinos na Faixa de Gaza.

Por fim, dizem que o governador ainda tem a chance, ao apagar das luzes do Governo da Cooperação, de mudar secretários e assessores que influem, negativamente, na condução da campanha rumo à sua reeleição e de entravar a economia rondoniense, como a titular da SEDAM, a paraense Nanci Maria Rodrigues, acusada de emitir licenças consideradas fraudulentas a dragueiros e entravar a fiscalização para botar fim à evasão escandalosa de divisas oriundas do setor mineral nos rios Mutum e Madeira.

Fonte: Xico Nery

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