AO FALAR DE MAIS, CONFÚCIO PODE ESTÁ DANDO BOM DIA A CAVALO E SE COMPROMETER CADA VEZ MAIS, ATESTAM ANALISTAS - News Rondônia A revelação foi feita, em entrevista ao programa ‘Tempo Real’, do apresentador da TV RECORD, Leo Ladeia, mas que até não foi desmentida pelo Chefe da Procuradoria de Justiça, promotor Héverton Aguiar e, muito menos, por uma Promotora que teria recepcionado o Governador em que esteve com os agentes ministeriais.

Porto Velho,

Sexta-Feira , 28 de Novembro de 2014 - 10:43 - Colaboradores


 


AO FALAR DE MAIS, CONFÚCIO PODE ESTÁ DANDO BOM DIA A CAVALO E SE COMPROMETER CADA VEZ MAIS, ATESTAM ANALISTAS

A revelação foi feita, em entrevista ao programa ‘Tempo Real’, do apresentador da TV RECORD, Leo Ladeia, mas que até não foi desmentida pelo Chefe da Procuradoria de Justiça, promotor Héverton Aguiar e, muito menos, por uma Promotora que teria recepcionado o Governador em que esteve com os agentes ministeriais.

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Porto Velho\RONDÔNIA – Até agora, o governador Confúcio Moura nada de novo acrescentou na sua tentativa tresloucada de reverter sua situação de principal investigado na ‘Operação Plateias’ da Polícia Federal sob a égide do Superior Tribunal de Justiça [STJ].

Ao lado do cunhado Francisco de Assis Moreira de Oliveira [O Assis], o mandatário rondoniense, nas enjoadas entrevistas à mídia corporativa ‘só tem metido o pau na PF e no STJ por ter sido conduzido à força para depor’. Na opinião de analistas, ‘Confúcio tenta formar opinião contrária ao que decidiu o Tribunal’.

Afirmam, porém, que ele tenta descaracterizar a ação policial e insiste em inocentar os acusados de terem cometidos malfeitos e debocha dos atos e formas pelos quais foi conduzido à Polícia Federal, exigindo tratamento diferenciado, uma vez que exige provas mínimas de sua participação na roubalheira de cerca de R$ 1 bilhão, segundo o Ministério Público.

Fustigado pelas autoridades federais, ele revelou que ‘estive, pessoalmente, no Ministério Público pedindo providências, sobretudo em desfavor da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental [SEDAM], onde parecia haver focos de corrupção e propina nos processos de licenciamentos a madeireiros, fazendeiros e dragueiros que hoje estão extraindo ouro e areia dentro da Área de Proteção Ambiental [APA] de Porto Velho.

A revelação foi feita, em entrevista ao programa ‘Tempo Real’, do apresentador da TV RECORD, Leo Ladeia, mas que até não foi desmentida pelo Chefe da Procuradoria de Justiça, promotor Héverton Aguiar e, muito menos, por uma Promotora que teria recepcionado o Governador em que esteve com os agentes ministeriais.

Segundo o mandatário, ‘nos primeiros meses quase não tínhamos condições de continuar governando o Estado por causa da Operação Plateias’. Ele, nas entrevistas Capital e interior a fora, ‘diz que é inocente e livra a pele, sobretudo, do atual secretário de Finanças [SEFIN], Gilvan Ramos de Almeida e outros de menor peso político, afirmando que dos detidos apenas uma dezena pode ter cometido algum malfeito passível de punição, ‘mas que ninguém agiu sob minhas ordens’.

O caso de Francisco de Assis, casado com um de suas irmãs, Confúcio é enfático e afirma que, ‘se culpado, irá responder pelo que estar sendo acusado pela Polícia Federal e nos tribunais’. E que ele nunca soube de nada com relação aos supostos crimes pelos quais é, agora, acusado. Para ele, ‘é comum em qualquer campanha eleitoral, empresários e investidores doarem dinheiro aos candidatos’.

O governador ainda não confessou sua participação no esquema de suposta extorsão a empresários com contratos com seu governo, principalmente na secretaria de Saúde, SEDAM, SEFIN, SEDUC, SEAS, Comissão Permanente de Licitação [CPL], Casa Militar e em outras. Porém, ‘o objetivo da máfia liderada pelo cunhado, Francisco Assis, era ganhar sempre tudo’, ou seja, riqueza, força política e bem-estar para ele e a família Moura.

- Ninguém confessa nada, mas tudo aponta para o governador e o Núcleo Duro do Governo [NDG], só agora descoberto pelas autoridades federais de que o esquema era comandado pelo cunhado Francisco de Assis Moreira de Oliveira, José Batista da Silva, Rômulo da Silva Lopes [suposto filho], Gilvan Ramos de Almeida, delegado da Polícia Civil, Alexandre Árabe, atestam analistas no rescaldo da soltura dos principais acusados.

De tanto achincalhar a Polícia Federal, além de exigir o status de convidado e não intimado, Confúcio Moura, perde a oportunidade de fazer uma grande derrama no seu governo e botar para fora os malfeitores e dilapidadores do erário.

Ao contrário do preconiza à mídia paga, ‘ele não tem forças para tanto’, já que ao pedir ajudar ao  Procurador Hérverton Aguiar, como confessou ao programa TEMPO REAL, ‘demonstrou que não irá espantar os fantasmas da letargia de dentro do Governo da Cooperação’, ironizam analistas de parte das centrais sindicais não vinculadas ao Palácio Presidente Vargas.

COMEÇO QUENTE – Ao vociferar palavras em sua própria defesa, Confúcio pode estar insultando o Judiciário Federal e a Polícia Federal, insistem os analistas políticos de segurança, estratégia e inteligência. Segundo esse pensamento, ‘é inepta a denúncia feita pelo governador de que não sabia de nada do que fazia o cunhado, a irmã Cláudia Moura, José Batista, Rômulo Lopes, Gilvan Ramos de Almeida sob as ordens de Walter Araújo, este auto-declarado acometido de câncer no ânus.

Apesar de soltos, fontes de órgãos de inteligência privada asseguram que os detidos e presos pela Operação Plateias não estarão fora das novas diligências, vez que a Polícia Federal não erra o bote. Segundo revelaram, ‘todos estão na linha de tiro’; ou seja, por sua condição de investigados serão monitorados 24 horas – como é de praxe ao final do prazo das prisões provisórias não renovadas pelo órgão policial.

Confúcio ao procurar, supostamente, o Ministério Público Estadual, deu a entender que não teve forças para afastar e demitir os servidores e secretários que ameaçavam tornar seu mandato e governo cada vez mais fragilizados, como ocorreu na SEDAM, SEFIN, SESAU, SEDUC, Comissão de Licitação [CPL]. A decisão para demitir não era do MP, era dele que os nomeara, segundo seus próprios critérios políticos e eleitorais.

Funcionários e gestores já vinham sendo denunciados no blog que mantinha na internet. Na verdade, quem editava era mesmo Francisco de Assis, de uma das salas do gabinete do senador Waldir Raupp [o famoso Waldir das baterias de Cacoal] , no Senado, onde era lotado como assessor de Imprensa, disseram novas fontes.

Era Assis e a irmã, Cláudia Moura, os encarregados de contatarem empresários e investidores com o propósito de Confúcio construir a Nova Rondônia, cujo símbolo principal era um pé de Ipê amarelo na afrente do Palácio Presidente Vargas, promessa ainda não cumprida.

O que houve, provavelmente, ‘é a vigência de um Governo paralelo liderado pela irmã e o cunhado Assis’, minimizam opositores na tentativa vã de justificarem tantos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, propina, formação de quadrilha, divulgação de informações sigilosas das delações de José Batista, Rômulo Lopes e arrecadação milionária na casa dos R$ 17, 5 milhões, desses acrescentados mais R$ 4 milhões a pagar a partir do próximo mandato.

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Fonte: Xico Nery/NewsRondonia

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