ALC E ZPE DE GUAJARÁ NÃO SÃO AS MAIS AVANÇADAS DA AMAZÔNIA OCIDENTAL BRASILEIRA - News Rondônia Os modelos ALC e ZPE [esta criada em 2005], em linhas gerais em cima dos comentários das fontes deste site de noticias, ‘sequer serviram de estímulo ao Governo Federal para incentivar a agroindústria, como prevêem os projetos’.

Porto Velho,

Sabado , 02 de Novembro de 2013 - 15:04 - Colaboradores


 


ALC E ZPE DE GUAJARÁ NÃO SÃO AS MAIS AVANÇADAS DA AMAZÔNIA OCIDENTAL BRASILEIRA

Os modelos ALC e ZPE [esta criada em 2005], em linhas gerais em cima dos comentários das fontes deste site de noticias, ‘sequer serviram de estímulo ao Governo Federal para incentivar a agroindústria, como prevêem os projetos’.

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Guajará-Mirim, BRASIL, Rondônia – O pífio resultado de quase uma década depois de se tornar Área de Livre Comércio [ALC] e cinco anos da criação de Zona de Processamento de Exportação [ZPE], este município da Amazônia Ocidental Brasileira ainda não decolou nos segmentos econômicos e sociais.

Na opinião deles, ‘a não implementação do Distrito Industrial e a não instalação de indústrias desde os anos 1995, com a criação da Área de Livre Comércio [ALC], culminou com a manutenção apenas do setor de importados’. Para alegria de chineses, europeus e norte-americanos.

Os modelos ALC e ZPE [esta criada em 2005], em linhas gerais em cima dos comentários das fontes deste site de noticias, ‘sequer serviram de estímulo ao Governo Federal para incentivar a agroindústria, como prevêem os projetos’.

No caso da Área de Livre Comércio, um dos fatores negativos para a sua não decolagem, afirma um importante assessor da Federação das Indústrias de Rondônia [FIERO], ‘é a não existências de produtos acabados e bens de capital em suas formas reais’.

- Só é noticia no cenário nacional devido às drogas produzidas no lado boliviano e compradas por brasileiros que desafiam a Policia Federal à toda hora, desabafa um lojista local.

Quem ganha com isso, afirma outro economista consultado, ‘são os ilegais’; sobretudo os da linha branca [eletrodomésticos] e de manufatura de outras praças comerciais que vêem aqui um porto seguro para os negócios nas barbas das autoridades municipais, estaduais e estaduais.

DIZIA A VERDADE - Aos seus estilos, a Prefeitura e o governo do Estado parecem continuar a ignorar as potencialidades da região. Não faz tempo que, ‘quando em vida, o falecido deputado federal Eduardo Valverde, reuniu empresários e políticos na Associação Comercial e Industrial para tratar da emancipação da ALC para ZPE’.

O combativo parlamentar petista não obteve o resultado esperado. Na conversa com a Agência Amazônia de Notícias, Valverde confessou que, ‘uma grande trama será deflagrada, em Brasília, contra esse povo da fronteira’. Resignado, pediu a este repórter que não divulgasse o nome do santo, pois, tudo isso seria revelado com a apresentação da criação da Zona de Processamento de Exportação [ZPE] da Capital Porto Velho.

Eduardo Valverde defendia a manutenção das ALCs na Amazônia, e suas transformações em Zonas de Processamento de Exportação [ZPE] cuja criação se estendeu por toda a Amazônia Ocidental e Oriental do País.

PERDEU O BOOM - A Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim foi criada com o objetivo de importar produtos acabados e de bens de capital para processar produtos da floresta, visando motivar atividade econômica sustentável em um território ocupado por 95% de Unidades de Conservação [UC].

- Não foi isso que aconteceu, denuncia um importante líder político local com assento no Comitê Estadual do Partido Comunista Brasileiro [PCB-O Partidão].

Na opinião do dirigente comunista, ‘dinheiro tem no Planalto, mas falta motivação prática para sensibilizar o empresariado, em primeiro lugar, o regional’. Em um segundo momento, que o BNDES abra seus cofres aos pequenos, médios empresários e industriais, antes de entregarem tudo aos barões da indústria carioca, paulista, mineira e sulista.

SEM PLANOS, SEM PROJETOS - O resultado de tudo isso é que o prefeito, Dúlcio Mendes [PT] parece sempre estar em estado de letargia empresarial-industrial, se queixam ex-colaboradores do inicio do seu Governo. Segundo eles, ‘ainda não se viu as propostas nem a forma do PT governar nos segmentos econômicos ou sociais’, desde que ele assumiu o cargo.

PMDB ARRASADOR - Enquanto isso, o governador Confúcio Moura, no início da gestão, deu a entender que ‘o Governo da Cooperação iria incentivar os segmentos lojista, moveleiro, da borracha e de essências naturais, além de alavancar o turismo’. Contudo, jogou balde água fria nas pretensões da cidade se tornar uma segunda Parintins, enterrando de vez o Festival Folclórico deste ano, responsável por um grande fluxo de turistas à região.

E se resignará por um longo período, segundo analistas, ‘com o prêmio de região de fronteira de menor dinamismo econômico da Amazônia’, apontam os mais pessimistas.

XICO NERY é Produtor Executivo de Rádio, Jornal, TV, Repórter Fotográfico e CONTATO de Agências de Notícias nas Amazônias, Países Andinos e Bolivarianos

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Fonte: Xico Nery

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