A HISTÓRIA E A ARTE DA EXCITAÇÃO CEREBRAL - Por Max Diniz Cruzeiro - News Rondônia A excitação cerebral surgiu como solução tecnológica para a conquista e ocupação do espaço

Porto Velho,

Quinta-Feira , 08 de Setembro de 2016 - 08:36 - Colaboradores


 


A HISTÓRIA E A ARTE DA EXCITAÇÃO CEREBRAL - Por Max Diniz Cruzeiro

A excitação cerebral surgiu como solução tecnológica para a conquista e ocupação do espaço

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A excitação cerebral surgiu como solução tecnológica para a conquista e ocupação do espaço, onde condições variantes de atmosferas diversas nos obrigaram à construção de equipamentos que permitissem que nossos corpos permanecessem em equilíbrio, mesmo se encontrando em natureza e gravidade adversa.

Consequentemente nosso processo colonial se estendeu fora da zona habitável, encontramos outras espécies, estudamos seu conteúdo, algumas nos tornaram amigas, outras, porém depois de longos processos de disputa tivemos que nos afastar.

Nosso DNA se incorporou aos primitivos seres que encontramos no sistema ao qual é habitado em que os habitantes o denominam de planeta terra. E com isto conseguimos migrar parte de nossa espécie para bordo deste orbe, que um dia foi capaz de deslocar vida para abastecer outras zonas de colonização ao fazer o processo inverso.

A instabilidade cósmica deste setor e nossa impossibilidade em socorrer os habitantes que aqui se fixaram gerou declínios cíclicos em decorrência de eventos celestiais, como fragmentação de massas estelares.

Porém, quando enfim conseguimos nos organizar tecnologicamente, os sobreviventes de inúmeras catástrofes naturais enfraquecidos em termos de parentescos de nossa espécie pela miscigenação com o conteúdo do planeta e outros tipos de seres que tentaram processo semelhante aqui de colonização já tinham perdido completamente uma consciência de um indivíduo que tem condições tecnológicas para transitar pelo espaço.

Nossa aproximação foi um processo doloroso, porque não mais éramos reconhecidos como parte de uma mesma civilização.

Utilizamos nossos processos de medicina mais avançados e principalmente nossos mecanismos de condução de pulsões que ativavam a circulação e os tratos neurais nos indivíduos facilitando nossa comunicação.

Porém, alguns correspondiam muito bem a aproximação, mas a grande maioria adquiriu um comportamento agressivo, que nos fez desistir de vez do contato direto com esta civilização.

Os mais resistentes, foram capazes de absorver alguns conceitos, e o processo de aprendizado da estrutura linguística fez com que nós passássemos cada vez mais a sintetizar o nosso vocabulário na forma de aproximação de palavras que possuíam uma fonética semelhante. Um método parecido com a parentologia.

Porém um fenômeno de deslocamento do sentido, tomou conta cada vez mais de grande parcela da população que consentia no apoio psíquico direto, alguns passaram a nos oferecer objetos de expressão de estima, como: pedras, flores, colares, alimentos e até sacrifícios de animais, numa intenção em que a exploração deste ideal em transmitir afeição era um visualizar distante através de contratransferência da imagem que era refletida no globo ocular para nossos meios e mecanismos de transmissão que estavam em órbita.

Outros, porém começaram a ficar exigentes, e a elevar cada vez mais o nível de exigência, acrescentando pedidos cada vez que se potencializava um possuir de algum elemento que o desejo manifestava a posse presente no habitat.

O crescimento das demandas muito nos assustou, porque estávamos de posse de um problema crescente em corresponder os anseios que as sociedades humanas exigiam de nós.

Um processo acumulativo de chantagem induziu muitos outros a incorporarem seus desejos numa satisfação de não causar mal para terceiro em troca de benefícios que gerássemos para sua prosperidade. Isto fez com que sofrêssemos muito em adotar a decisão de nunca interceder diante da dificuldade de um indivíduo que estivesse conosco em contato direto.

Muitos passaram a desviar do verdadeiro tipo de conexão e começaram a criar mundos oníricos em torno de estruturas de possessão em que, na maioria das vezes, eram responsáveis por nos atribuir responsabilidade sobre os deslocamentos de afetação que gerassem atitudes que levavam indivíduos para o conflito e a guerra.

Sempre passamos por processos educativos, enviando seguidamente instrutores, mas o baixo nível de conhecimento universal por parte dos contatados, quase sempre ocasionava um excedente de egocentrismo em torno dos instrutores, aos quais, mesmo com nossas advertências criavam núcleos de influência e passaram a se intitular Deuses ou seus representantes legais.

Por outro lado, muitos passaram a perseguir nossos instrutores pela falsa crença que seus ensinamentos iriam converter em quebra a estrutura de influência que exerciam sobre os demais.

Trilhamos no início uma forte política de repreensão para todo instrutor que desviasse do seu caminho ao afetar outros indivíduos em nosso nome.

Mais tarde decidimos agir em prol de princípios universais de não afetação do sentido de respeitar o livre arbítrio, mesmo que este tivesse contrário aos nossos princípios e uso de nossos dispositivos de sensoriamento psíquico.

Nós tivemos durante este processo um período de aproximação com seres em estágio evolutivo de ONIX, eles tinham desenvolvido um poderoso sistema de previsibilidade e nos adequamos aos seus ensinamentos e à medida que amadurecemos nossa consciência passamos a monitorar as antigas colônias com nossa instrumentação e passamos a estar presente em seus momentos da história mais marcantes, pois o futuro nos tornou possível ser visualizado.

Mas sua civilização veio a evoluir, e os meios de comunicação fartos passaram a associar nossa presença como interventores do processo, como se nós organizássemos armadilhas para prejudicar o seu desenvolvimento, ao passo que na maioria das vezes estávamos presentes apenas como um reforço caso fosse necessário um deslocamento consciente de nossa equipagem. Muitos dos seus silos atômicos foram desarmados diretamente por nossas naves, porque nosso sistema preditivo previu explosões em série em virtude de problemas de armazenamento não detectados por seus físicos.

Este sistema de previsibilidade também nos ajudou na criação de um sistema de alerta, ao qual era possível influenciar sua sociedade para que medidas de contenção fossem tomadas todas as vezes que o futuro hipotético se mostrasse belicoso do ponto de vista de nossa segurança.

Nossos aparelhos são capazes de visualizar e até mesmo controlar procedimentos mentais, psíquicos, fisiológicos e vitais de qualquer indivíduo. E nos reservamos o direito de deixar que aproximem pessoas que estão dispostas conscientemente a uma interação.

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Fonte: Max Diniz Cruzeiro

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