Terça-Feira, 09 de Fevereiro de 2016 - 15:14 (Colaboradores)

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A ‘ESQUERDITE’ TENTAR DESMORALIZAR A POLÍCIA MILITAR – POR DANIEL MARTINS

Posso vestir meu filho de bombeiro, médico e de qualquer outra profissão, mas de PM não? Porque? Uai, é uma profissão como as outras, e eles correm riscos maiores, há, mas é de polícia não pode e a revista NOVA ESCOLA estampar um menino vestido de princesa pode? A OAB não fala nada.


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A ‘‘esquerdite’’ mais um vez vem cometendo suas arbitrariedades, com discursos sem fundamento e sem noção, agora quiseram desmoralizar a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Na terça-feira, o Facebook e o Twitter da Polícia Militar de São Paulo publicaram uma foto de uma bebê de quatro anos usando uma réplica do uniforme da PM. Ela segurava um cassetete e uma algema. As páginas da ‘‘esquerdite’’ na Internet fizeram um enorme estardalhaço. Uma criança estaria sendo usada para fazer a apologia da violência.

Minha gente, vamos deixar de hipocrisia, vamos deixar de ser falsos e um bando de pra nada. Quer dizer que colocar o filho de mulher pode? Colocar ele como um ‘‘viadinho’’ para dançar e filmar e colocar nas redes como vimos muitos por aí pode? Isso não é constrangimento? Isso não é vexame? Para gente, bando de pra nada que adoram acabar com a moral, com os bons costumes, bando de loucos sem um pingo de noção, abrem a boca para falar um monte de besteiras, mas usar as crianças para pedir dinheiro, pode?? Porque que o OAB que adora se meter e falar um monte de baboseira não cuida disso de perto? Há não, isso não, vamos desmoralizar a polícia, vamos falar um monte de besteira e fazer a sociedade ir contra a polícia, vamos fazer outro bando de sem noção sacanear a polícia militar nas redes sociais, tá bom, entendo que na polícia também tem policiais safados, que batem, que sacaneiam, que humilha pessoas, que aceita suborno, sabemos disso, mas na OAB não? Nas outras profissões não?

Posso vestir meu filho de bombeiro, médico e de qualquer outra profissão, mas de PM não? Porque? Uai, é uma profissão como as outras, e eles correm riscos maiores, há, mas é de polícia não pode e a revista NOVA ESCOLA estampar um menino vestido de princesa pode? A OAB não fala nada. Bando de pra nada, vão cuidar do que fazer, vão cuidar das milhares e milhares de crianças que estão sendo explorada, que estão sendo abusadas e não essas baboseira que vocês vem falar.

Cuidado papais e mamães, não vistam mais seus filhos de batman, pois eles da OAB vão prender vocês dizendo que isso é um vexame para a criança. Pois o super-herói, assim como a polícia intimidam eles porque prende bandidos.

Esse trecho abaixo é do Blog do Reinaldo Azevedo da Revista e Site Veja.

Um tal Ariel de Castro Alves, coordenador estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos e membro da Comissão da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB, resolveu exercer direito criativo e afirmou, o que é um espanto!, que a foto viola o Artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que pune com pena de seis meses a dois anos quem “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento”.

Mas onde está o vexame ou o constrangimento? O doutor tenta explicar:

“A criança é colocada em uma situação constrangedora, vexatória. Foi exposta com uma arma, ainda que não seja uma arma de fogo, mas armas usadas para reprimir, como o cassetete e a algema para prender”.

Achando que não havia falado bobagem o bastante, avançou:

“Por ela [a criança] ter sido colocada com símbolos de repressão e violência de uma polícia vista como repressiva, ela pode passar por situações de constrangimento na escola”.

Polícia vista como “repressiva” por quem? Notem que o fala do doutor Ariel associa necessariamente a PM ao mal. Ele deveria assinar um documento em cartório recusando, doravante, na sua vida privada, qualquer serviço que possa ser exercido por policiais militares. Se um dia notar que sua casa está sendo invadida, doutor Ariel deve ligar para Marcola, não para a PM “repressiva”, que recorre à “violência”.

Por Daniel MartinsBlog do Daniel

Fonte: Daniel Martins

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