Sexta-Feira, 01 de Junho de 2018 - 15:14 (Curiosidades)

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23 CURIOSIDADES DIVERTIDAS, FOFAS, ESQUISITAS E ROMÂNTICAS SOBRE O BEIJO

Uma pessoa troca, em média, cerca de 24 mil beijos ao longo da sua vida, dos mais ardentes aos maternais e amistosos. Confira!


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Uma pessoa troca, em média, cerca de 24 mil beijos ao longo da sua vida, dos mais ardentes aos maternais e amistosos. Esse carinho tem um papel muito importante na nossa existência e, embora a gente possa repassar ou adquirir cerca de 250 vírus e bactérias diferentes ao colocar a nossa língua na boca de alguém, beijar é bom demais. Veja curiosidades que vale a pena saber:

Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa “cheirar” é a mesma usada para “beijar”. Por isso, o beijinho no nariz é chamado de “esquimó”.

Beijar faz bem! Estudos comprovaram que as batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto, o que força o órgão a bombear 1 litro de sangue a mais. Com isso, há diminuição do risco de doenças do aparelho circulatório, estômago e vesícula, além de casos de insônia e de dores de cabeça.

Para quem (ainda) não sabe, o “beijo grego” é o apelido dado à prática da anilíngua, que consiste em acariciar o ânus de alguém com movimentos circulares da língua. A alcunha remete às orgias da Grécia Antiga, quando os relacionamentos homossexuais eram valorizados e as mulheres vistas apenas como uma fonte de reprodução.

A icônica fotografia do beijo --que abre essa reportagem-- entre um soldado e uma assistente de dentista austríaca na Times Square, em Nova York, é menos romântica do que parece. Greta, a moça da foto, teve os pais mortos em campos de concentração da Segunda Guerra Mundial e jamais retornou ao país natal. Não havia relacionamento algum entre eles e o rapaz a beijou como uma forma de catarse pelo fim do confronto.

O beijo de língua é chamado de beijo francês. O motivo? No século 17, os puritanos ingleses ficaram escandalizados com os hábitos “libertinos” da corte francesa, cujos nobres não poupavam carinhos labiais. O curioso é que, na França, o beijo de língua foi apelidado de beijo inglês como forma de tirar um sarro do escândalo provocado nos ingleses.

No Brasil da época do “descobrimento”, o hábito não era comum entre os índios. Ele aportou por aqui com a vinda dos portugueses, que, por sua vez, descobriram carícias como o beijo nas páginas de obras da literatura erótica oriental, como o Kama Sutra.

Por falar em Kama Sutra, um tratado sobre o prazer escrito entre 400 e 200 d.C., sua versão original conta com cerca de 200 passagens abordando técnicas, maneiras e dicas sobre o beijo.

Durante muito tempo, o beijo foi condenado pela Igreja Católica –na boca, então, continha a ameaça de transmitir doenças do corpo e da alma. Apenas o beijo dado na testa de uma criança era permitido.

O primeiro beijo da TV brasileira aconteceu em 1951, entre Vida Alves e Walter Forster, numa cena da novela “Sua Vida me Pertence” (Tupi). Beijos carinhosos entre casais passaram a ser recorrentes nas produções, desde então.

O beijo protagonizado por Sônia Braga e Armando Bogus em "Gabriela" (1975) quebrou o padrão: foi tão apaixonado e sexual que o público pela primeira vez pôde contemplar as línguas e até a saliva dos artistas. Nos anos 1980, o beijo nas novelas passou a ocorrer nos quartos, insinuando sexo.

No cinema, Natalie Woods e Warren Beatty trocaram o primeiro beijo de língua das telonas em 1961, no filme "Clamor do Sexo".

Entre 1930 e 1968, uma lei nos Estados Unidos proibia a exibição cinematográfica de beijos em cenas com atores deitados. Pelo menos um dos dois deveria estar sentado ou em pé.

Hollywood instituiu o beijo na boca como algo bonito de se ver, além de muito esperado por simbolizar a entrega, a paixão, o início ou o fim de um amor.

Por ser tão especial para os filmes, “Cinema Paradiso” (1988), que homenageia o Cinema, tem como grande cena inesquecível a revelação da caixa com os pedaços de filmes censurados e cortados pelo padre: beijos de todos os tipos, de filmes preto e branco.

Os filmes “Casablanca” (1942), “A Um Passo da Eternidade” (1953), “A Dama e o Vagabundo” (1955) e “Homem-Aranha” (2002) apresentam os beijos mais copiados da história do cinema.

Em fevereiro de 2013, durante um evento do Valentine’s  Day, um casal tailandês bateu o recorde de beijo mais longo da história: 58 horas! Eles ficaram dois dias de pé, sem tomar banho ou dormir. Como recompensa, o casal levou um cheque de cerca de 6.500 reais e dois anéis de diamante.

Um beijo na boca de um minuto queima 26 calorias.

Criada por Auguste Rodin entre 1882 e 1889, a escultura “O Beijo” foi esculpida em mármore e retrata o relacionamento tórrido (e um tanto abusivo) do escultor com sua assistente Camille Claudel. A obra, em exposição no Museu Rodin, em Paris, é a mais célebre manifestação artística em homenagem ao beijo.

Quando foi exposta em Tóquio, em 1924, a escultura de Rodin gerou protestos inflamados. A razão é que os japoneses, até então, não estavam acostumados à prática do beijo na boca.

A anatomia da boca e dos órgãos genitais é semelhante, sabia? Os lábios, a glande e o clitóris têm temperaturas, enervações e tecidos parecidos, apresentando as mesmas papilas sensitivas. São áreas muito sensíveis.

Em 2017, foi levado ao ar o primeiro beijo gay em um desenho animado infantil: um casal de rapazes se beijou durante um show no episódio “Apenas Amigos” da série “Star vs. As Forças do Mal”. “Star” é exibido no Brasil pelos canais Disney XD e Disney Channel –e, sim, volta e meia esse episódio surge na programação.

O clássico mito do “beijo de amor verdadeiro” não faz parte das versões originais dos contos de fadas. A princesa nunca beijou o sapo para transformá-lo em um príncipe, por exemplo, mas o atirou numa parede. O beijo de amor ganhou força no Cinema.

Em 1995, os beijos foram abolidos pela máfia italiana porque já estavam manjados demais para a polícia. Dois beijos no rosto significavam um acordo selado. Beijo na mão era sinal de respeito e, na boca, descoberta de traição e condenação à morte.

“Histórias Íntimas, Sexualidade e Erotismo na História do Brasil” (Ed. Planeta), de Mary del Priore; “Manual do Orgasmo: Sexo e Prazer a Dois” (Ed. Civilização Brasileira), de Marilene Cristina Vargas; “O Guia dos Curiosos – Sexo” (Panda Books), de Marcelo Duarte e Jairo Bouer; “Uma breve história do sexo” (Ed. Gaia) de Claudio Blanc

 

Fonte: 015 - uol

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